segunda-feira, 7 de maio de 2012

Texto individual final - 7º período Técnico em Eletrônica – CE07A T11


O comercial tenta relacionar o andar de skate com a posse do mini skate. Realizando toda uma propagando em volta do quão radical é andar de skate, a produtora visa respaldar as pseudo-possibilidades que quem comprar o mini skate supostamente virá a desfrutar. Tal ação mira o grupo consumidor desse tipo de produtos, ou seja, é uma propaganda direcionada a crianças, as quais devido a imaturidade e até mesmo pouca idade são facilmente ludibriáveis.
Fazendo com que as crianças acreditem que comprando o mini skate as mesmas estarão se divertindo e explorando tantas possibilidades com ele quanto se tivessem em um skate de verdade, a produtora do comercial realmente se faz valer dos preceitos do capitalismo para lucrar em cima de crianças.
André Luiz Bertoni

Tanto o comercial quanto o clipe retratam a imagem de um juventude rebelde, onde a pessoa precisa fazer bobagem para ser melhor aceita no grupo social qu convive. O comercial define que quem possui o skate é mais descolado, de modo a induzir as pessoas a comprarem o seu produto, enquanto o clipe retrata um comportamento rebelde de auto-destruição no qual sas pessoas quebram os limites e infrimgem a lei para obter a sua diversão, ao passo que o comercial retrata isso de forma mais leve, no qual não há abuso da lei,mas se usa o skate de mão para se divertir onde não se pode utilizar o skate normal. O modelo de comportamento desejado é feito com base numa sociedade pseudo-rebelde captalista, na qual o prazer das pessoas vem do consumo daqueilo que é empurrado pela sociedade como um padrão a ser seguido.
Felipe dos Santos Neves

Atualmente confundem-se os sentidos de algumas palavras, confundem-se conceitos. A TechDeck simplifica demais o que é ser skatista, comparando isto a uma mera brincadeira de ousadia, um exibicionismo de suposta atitude. As coisas não são tão simples, seguras e superficiais como a ideia infantil apresentada. Existe a técnica e o perigo, existem outras filosofias envolvidas que não se resumem a ser “rebelde”.
Há também o clipe da Rihanna que menciona o encontro do amor onde menos se espera. A ideia de amor é comumente relacionada a valores nobres, positivos, mas o clipe mostra um lado mais “obscuro”: o sexo, as drogas, a bagunça, a inconsequência. No clipe a ideia é, porém, mais profunda, ou melhor, traz a essência do amor. Há a intensa intimidade, os atos desmascarados, a “palhaçada” e o estado de “bobo” em que se entra, bem como a atenção exclusiva ao parceiro, ignorando-se o mundo. Não se vê o amor “ideal”, acompanhado de certos valores positivos, mas o amor existe.
É preciso repensar o que entendemos, sobre o que se fala e o que se ouve ou lê, e entender que existem palavras escritas da mesma forma e que têm a mesma pronúncia, mas possuem sentidos diferentes.
Wesley Henrique do Nascimento Raymundo

Bons tempos de Tony Hawk. Encontrava a maior rampa na fase do aeroporto e fazia um "back-flip 720°" para vencer o record. Depois para terminar com o tempo fazia um "manual" de 1min. Um término com estilo.
O melhor no jogo era um tombo. Um não, mas vários. Cada um mais catastrófico que o outro, chegando ao ponto de ser hilário por serem praticamente impossíveis ou por serem simples ao extremo.
Ainda, o modo multiplayer rendeu muitas gargalhadas. Assim como o modo custom, onde o jogador criava sua própria arena. Esse sim era motivo para se passar horas e horas no jogo, apenas criando para mais tarde desafiar um amigo.
No final, o "desafio" se tornava mais um motivo para risadas, pois desgraças sempre ocorriam ao longo da arena.
(Brendo)

Os dois vídeos demonstram vias alternativas a conceitos fixados pelo senso comum da sociedade contemporânea. Estes conceitos podem ser os atos de andar de skate ou amar alguém.
De outra forma isso pode ser interpretado como uma alternativa a realidade, ou seja, como uma forma de escapismo, que eventualmente é algo que ocorre entre os jovens, que eram os personagens de ambas as obras. Percebe-se então que há uma espécie de “glamorização” desses estilos de vida que são diferentes, mas ao mesmo tempo tem esse ponto em comum.
Temos também que o primeiro vídeo tem um apelo comercial que tenta te passar que aquele estilo de vida é o melhor e que ao comprar o produto você poderá viver daquele jeito. Já o segundo tem uma linguagem mais poetizada que não tenta te convencer que aquele é o melhor estilo de vida.
Murilo Gabardo Kramar

O comercial do mini skate, Teckdeck, tenta demonstrar uma rebeldia em andar de skate. Essa visão de rebeldia não é simples de perceber, ainda mais quando o público alvo é o infantil e por isso essa rebeldia se torna aquela simples "rebeldia" de fazer bagunça. O comercial também mostra uma comparação entre o skate normal e o mini skate, ele passa a idéia de que o mini skate possui a mesma emoção que andar com um skate do tamanho normal. As figuras utilizadas no comercial demonstram essa idéia de rebeldia, uma figura é a placa sinalizando que é proibido andar com skate, mesmo assim o ator passa andando com o skate, e em seguida é mostrado o feito com o mini skate, em um mini cenário, comparando-o com a primeira cena.
Jardel Machado

A visão descrita no tweet é que os vídeos mostram pessoas que vão contra os conceitos da sociedade, como por exemplo, o clipe da cantora Rihanna onde há diversas demonstrações de ações que a sociedade julga como sendo ruim. Muitas dessas pessoas que agem assim, na verdade, estão na constante busca da sua própria identidade, essa busca ocorre principalmente na idade jovem, onde ele quer descobrir quem realmente ele é. Com o intuito de ajudar nessa busca (ou simplesmente se aproveitar dela) a mídia pode usar sua influência para mostrar algo, como na propaganda do skate, mostrando ao telespectador que assiste a propaganda que aquilo que ele vê é legal.
Guilherme Volpe da Cruz

O comercial compara a utilização de um skate real com uma réplica para os dedos, comparando a diversão das ruas e das pistas com a diversão dentro de casa. Essa substituição é uma coisa negativa para os jovens, que já passam várias horas em frente ao computador e não se exercitam fora de casa, aumentando cada vez mais os índices de crianças obesas, pois nem mesmo a televisão influência a prática de exercícios e a realização de esportes.
Com a falta de práticas ao ar livre, as crianças começaram a virar “crianças de prédio” que são crianças que não criam aptidões para trabalhos físicos. Essas crianças também acabam sofrendo bulling na escola e em seus grupos de amigos, pois não sabem jogar nenhum esporte e não conseguem aprendê-los com facilidade.
Uma possível solução para este problema é começar a influenciar as crianças à realizar exercícios em vários modos de comunicação, não somente na televisão, como na internet e no rádio também para que as crianças sejam saudáveis e aprendam a serem mais expressivas corporalmente melhorado a autoestima e acabando com alguns problemas que isso causa.
Everton Vinícius Belotti

O tweet que chegou até mim falava sobre a quebra de regras que acontece em ambos os vídeos: no comercial, aparecem por diversas vezes placas insinuando que o uso do tech-deck (marca do pequeno skate de brinquedo) é proibido. Ao mesmo tempo, há a ideia de que realizar ações proibidas é mais divertido que realizar as que não o são. No videoclipe, também, os protagonistas estão, na maioria do tempo, realizando ações proibidas (inclusive usando drogas) e, ao que tudo indica, curtindo a vida.
Ambos os vídeos insinuam que essa quebra proporciona uma vida e divertida, saindo, ao mesmo tempo, dos valores que temos na sociedade de hoje: pessoas infelizes, realizando trabalhos que não gostam, com colegas de trabalho que muitas vezes só pensam em si só, tendo que aturar chefes carrancudos e egocêntricos e gerando riqueza para os outros.
Fica a ideia de que, para se aproveitar a vida de forma plena, deve-se quebrar regras e mudar o jeito de ver e viver o mundo.
Gabriel Giuzio

A estratégia de marketing usada pelos mini skates Teck Deck para conseguir a atenção de seu público alvo é a velha conhecida de todos: promover seu produto como algo subversivo, libertador e rebelde. O comercial acaba sendo um tanto apelativo em dois pontos: primeiramente, retratando a rebeldia de forma completamente estereotipada, mostrando a prática do skate como uma atividade proibida — reforçando a concepção popular do skatista como marginal.
Além disso, o comercial pode servir como um incentivo às crianças a transgredir regras somente pelo prazer de se sentir “descolado”. A exibição da rebeldia sem causa como algo louvável pode ter resultados preocupantes nas crianças, já que estas têm seu caráter e discernimento em formação, e podem compreender “quebrar as regras” tanto como uma atitude banal como andar de skate no corredor da escola; quanto como violar conceitos sérios de moral e conduta.
Trocando em miúdos, o comercial acaba soando como a aclamação de uma banalidade até inocente, mas uma pequena futilidade que está associada, na mente de uma criança, a uma atitude que é, além de inútil, socialmente condenável.
Jean Alisson da Silva

O comercial dos skates de dedo da marca Teck Deck mostra um ambiente onde tudo pode acontecer desde que a pessoa tenha imaginação. Esse comercial é exibido em canais infantis da TV a cabo. As crianças que assistem a esse comercial são rotuladas como “crianças de prédio” e geralmente conseguem tudo o que querem. A Teck Deck estimula, de forma discreta, uma vida sem limites, regras, onde tudo é possível. Essas crianças no geral já vivem uma vida com menos limites, e as consequências de estímulos como esse podem ser desastrosas.
Quando crescerem essas crianças não terão discernimento suficiente para saber até onde vai essas liberdade e onde começa a do próximo. Elas terão dificuldade em se relacionar e se decepcionarão com facilidade, pois nem sempre conseguimos tudo o que queremos. Essas crianças também terão uma interação interpessoal menor, pois ao invés de sair para brincar com outras crianças, são coagidas a brincar sozinhas. Como o skate de dedo não é um esporte que faz bem para o corpo, não estimula exercícios, essas crianças também tendem a ficar mais tempo paradas e se tornam sedentárias, o que faz com que a obesidade infantil seja cada vez mais frequente. Nisso a participação dos pais na educação dos filhos deve ser constante, e eles não podem ter receio de impor limites à seus filhos.
Carolina N. V. de Carvalho Dias

A propaganda incita a rebeldia e a quebra de regras como se fosse algo muito bom e que fará sua vida ser muito feliz. Esta felicidade pode ser alcançada através de bebidas alcoólicas e drogas. Ou você pode comprar um mini skate de dedo e impressionar seus amigos quebrando regras e usando seu mini skate em lugares proibidos. Toda essa banalização da quebra de regras como algo legal é aproveitado pela fabricante de skate para transformar seu produto em algo desejado elas crianças. Esta pratica liga o skate a bebidas e drogas. O que pode ser ruim ou bom para a marca.
Tomás Abril

Um vídeo “radical” e “fisicamente saudável” e outro vídeo “nem um pouco saudável”. Mesmo com essas diferenças ambos os vídeos tentam fazer os “maloqueiros” parecerem cool.
Os dois vídeos falam sobre aproveitar a vida, mas infelizmente esses não são bons modos de se fazer isso, porque a maioria dos skatistas acabam vivendo apenas nas ruas, um lugar que infelizmente não da uma boa educação e incentivar pessoas a terem skates de dedo é incentiva-las a futuramente comprar um skate de verdade.
No clipe da Rihana a ideia passada sobre aproveitar a vida livremente é ainda pior. Cada vez mais jovens estão morrendo por entrarem no mundo das drogas, das bebidas, do cigarro e do sexo desenfreado, então não é possível aceitar e gostar de um clipe que mostre isso como algo normal e bom para se aproveitar a vida livremente.
Por isso é que só podemos concluir que esses vídeos estão tentando fazer que “maloqueiros” virem cool. E ainda para encerrar a tragédia, nem a música que acompanha o clipe da Rihana é boa, pois é repetitiva e não tem um ritmo bom.
Flávia Vidal

O comercial apela para o segmento infantil, que é composto por aquelas crianças que gostam de quebrar regras — tendo o skate e a radicalidade como o símbolo de rebeldia. Também explora outras características desse público, como a moda e a popularidade; como se ao adquirir o miniskate a pessoa fosse tornar-se descolada e eminente em seu grupo escolar. O skate também é sinônimo de todo um estilo de vida, que segue princípios tais quais a renovação da vitalidade e extração do máximo de cada dia — “vivendo cada momento.”
Afinal, são vários conceitos expandidos em volta de uma futilidade, visando atrair um mercado fácil — o infantil — que se encanta por clichés como “ser descolado” e “o radical”; por isso, é meio sem sentido procurar uma análise complexa em cima de um simples comercial cujo único objetivo é vender um produto que no fundo é inútil, no máximo servindo para colecionadores.
Basicamente satisfazem os anseios de crianças que procuram criar uma personalidade sem saber que ao seguir estereótipos como rebeldia sem causa estão mentindo para si próprios.
Andrey Felipe Martins

A Tech Deck lançou um comercial de skates de dedo passando a ideia de que através do brinquedo a criança/adolescente poderia ultrapassar limites em sua vida, obtendo assim liberdade de escolha e ação, ao mesmo tempo em que poderia se divertir muito. Tal diversão, no contexto do comercial, poderia ser alcançada a todo custo e de qualquer forma. Sob essa perspectiva a ideia/mensagem transmitida pela propaganda pode ser considerada extremista e exagerada, passando para o público jovem um olhar errôneo acerca do conceito de liberdade e também um possível incentivo à rebeldia sem causa, que pode trazer consequências (diretas ou indiretas) prejudiciais para este mesmo público. A marca, ao divulgar o texto publicitário, deveria prever as possíveis interpretações e leituras de sua mensagem, porém, ao contrário, ela parece ignorar as mesmas e também os efeitos que podem provocar em seu público. Desta forma creio que tratamos aqui de um anúncio fraco, exagerado e apelativo, divulgado por uma empresa socialmente irresponsável.
Soraia Gatti

Os dois vídeos falam de alguma forma de ter liberdade e que o importante na vida é se divertir. Porem, o primeiro vídeo, por ser voltado ao publico infantil, possui uma temática mais light e politicamente correta de dar a sensação de liberdade e diversão, já no segundo vídeo a noção de liberdade e diversão é passada de uma forma mais hardcore, mostrando o casal usando drogas, roubando mercadinhos e , assim, se divertindo de modo que eles queriam e com total liberdade. A ideia por traz dos vídeos é a mesma, porém, o primeiro vídeo é direcionado à um publico mais infantil em quanto o segundo vídeo é direcionado a um publico mais adulto.
Andrey Viktor Kandauroff

O comercial da Long Jump começa indagando "você quer seguir o seu próprio caminho?" e anuncia um possível substituto ao tradicional skate: o "skate" de dedo, Tech Deck. Como argumento para a compra do brinquedo, o comercial mescla imagens de um menino andando de skate em lugares onde isso é proibido com imagens de outro menino brincando com o Tech Deck na mesa de casa, sugerindo assim que o brinquedo proporciona adrenalina e segurança ao mesmo tempo.
Já o clipe da cantora Rihanna mostra um casal que vive um amor sem limites, cheio de drogas, violência, baderna e desrespeito.
Levando em conta que tanto o comercial quanto o clipe falam sobre, cada um a seu modo, adrenalina e a quebra de regras, é possível traçar um parentesco entre os vídeos. No entanto, é errado dizer que há no comercial a mesma maldade e violência que há no clipe.
Maria Augusta Alves Sousa

O skate, no comercial da Tech-Deck, faz a pessoa pensar em uma forma de nostalgia que ela teve ou não teve, um mundo de liberdade, que faz promessas utópicas para quem usa. É uma nova forma de viver, onde os pontos mais importantes se resumem em quebrar regras e curtir a vida, ser feliz. Para os que não tiveram a oportunidade de viver nada disso, faz uma proposta de mudança, de fazer algo que você nunca fez, e que com certeza é melhor do que o que você faz. É a vida de um jovem skatista, com todas as suas vantagens e adrenalina, porém sem as dificuldades de contusão, viagens e financeiras. O produto da Tech-Ddeck é algo simples e no entanto inovador. Ele propõe também as técnicas de um skatista, mas aplicadas para a mão. Definitivamente, uma nova forma de entretenimento, tornando-se um simulador até mesmo mais real que o próprio videogame, e que promete ser a mais nova febre entre os jovens de hoje. Outra vantagem é a portabilidade, é um skate que você pode levar para onde você quiser! É bom para todos; os jovens, os pais e os amigos! Venha viver o novo mundo da Tech-Deck!
Pedro Mantovani Antunes

A nostalgia é uma coisa extremamente curiosa pois conseguimos lembrar de momentos bons e
sentir falta deles mesmo se o contexto no qual eles se inserem seja ruim. E também, brinquedos são objetos notavelmente encharcados de nostalgia porque eles são capazes de refrescar a nossa memória e liberar uma torrente de lembranças e emoções antigas como nenhuma outro.
Por exemplo, já tive um daqueles skates de dedo e lembro que nunca consegui brincar com aquele brinquedo propriamente e então eu ficava trocado as rodinhas dele, sozinho. A promessa daquele brinquedo ser “radical” como as propagandas mostravam nunca foi consumada e em vez disso ele me divertiu de outra forma. Quando penso nesse brinquedo começam a aparecer memórias em minha mente. Por exemplo, lembro que minha mãe me proibia de brincar com o skate nas mesas com medo de que eu riscasse os móveis de casa. Posso dizer fui uma legítima “criança de prédio”. Lembro também que eu tinha companhia somente no final da tarde pois meus amigos do condomínio estudavam de manhã enquanto eu estudava de tarde, e eu ainda tinha que fazer as minhas lições antes de descer até o parquinho e usufruir do pouco de interação social que eu tinha com outras crianças fora da escola.
Definitivamente eu não gostava muito desses anos da minha vida mas gostava do meu skate de rodinha.
Rafael S. B.

O comercial segue uma linha de pensamento bastante infantil, beirando o ridículo. A ideia de radical e rebelde que eles tentam passar é exagerada em demasia, pois, afinal, trata-se de um skate de dedo! Quando uma criança for brincar com isto, vai acabar se desapontando, porque não vai achar toda a graça que o comercial promove. Trabalhando essa linha de pensamento de skate ser algo radical, temos como um exemplo mais pesado, obviamente voltado para um público mais velho. Ou seja, o conceito, de ambos, é o mesmo. A forma como é trabalhado, no entanto, difere. Os publicitários do comercial basicamente chamam a criança para esse mundo do skate, mostrando todo o lado legal e bacana da história. Mas o choque que se causa, colocando os dois vídeos lado a lado, é grande. Rihanna mostra a vida livre, sem amarras, exemplificada pelos skatistas, mas regada de drogas, bebidas, sexo. Uma diversão criada em cima de coisas não saudáveis que assusta qualquer pessoa.
Imagina-se, então, que dar para uma criança um skate de dedo pode acabar se tornando perigoso, autodestrutivo! Começa com um brinquedo de dedo, depois um skate de verdade e assim, sucessivamente. A pessoa pode crescer de forma responsável e nunca se envolver com esse tipo de coisa. Mas, quem garante que as pessoas não irão se envolver com as pessoas erradas? Quem garante que o comercial não vai gerar jovens problemáticos, que destroem a própria vida se envolvendo com tanta besteira? Que alguém, que começou de forma tão inocente, pode acabar, talvez, gerando um transtorno obsessivo a ponto de tatuar ‘mine’ nas nádegas de sua ‘namorada’, como mostra no clipe da Rihanna?
Isabella Mika Taninaka

É radical ter um brinquedo ousado, que permita quebrar regras. Este motiva a criança, atinge a mobilização de suas energias e incentiva a compra. Aparentemente são características muito positivas. Um pai da tal brinquedo ao seu filho, já que este une o útil ao agradável, pois já que seu filho o cobiçara e, ainda por cima, ele estará no dito “bom caminho”. Não vêem os pais que, agindo assim, eles estarão incentivando a ousadia da criança, ela se espelhará no exemplo do comercial e começara a quebrar regras. Neste, há partes em que é mostrado um skatista utilizando seu skate em locais onde a sinalização deixa evidente a proibição de tal ato, mas essa ação é apresentada como uma grande aventura, a ousadia em quebrar regras.
Se você quiser educar seus filhos sem deixar-se induzir por este tipo de idéia, preste muita atenção em propagandas, pois elas poderão não passar a idéia que você quer para uma boa educação de seu filho. Vale ressaltar que há o costume de não se observar a fundo as propagandas e programas de televisão, e assim, se deixa manipular.
Matheus José da Silva Ruzyk

Atualmente, os jovens vêem na rebeldia uma maneira de expressar o que estão sentindo e isso por vezes é levado como estilo.
Ter estilo da um status dentro da sociedade, seja em grupos grandes ou em pequenas rodinhas de amigos, esse status traz consigo um bem estar que é muito importante para os jovens contemporâneos. Estilo é modo de agir, de falar e de se vestir, os círculos de amizade se formam normalmente porque todos têm o mesmo estilo.
Vários grupos com estilos diferentes são mal vistos por grande parte da sociedade causando um tipo de preconceito, como se a maneira de se vestir influísse nas decisões de cada um e de modo que o estilo fizesse com que essas decisões fossem sempre encaradas como “erradas” pela sociedade, é bem verdade que varias vezes esse julgamento acaba baseado em atos anteriores, cometidos por alguns indivíduos que compartilham do mesmo estilo, mas que erram em situações isoladas, atos esse que às vezes não condizem com todo o grupo.
A busca por identidade e afirmação da juventude causa uma pluralidade imensa de estilos na sociedade causando conflitos sobre quem tem mais status ou qual estilo é mais bem visto pela sociedade.
Cleison Rodrigues Gomes

Ferramentas do bem-estar
A busca pela felicidade é algo intrínseco ao ser humano e esta busca pode se manifestar de diversas formas, seja por meio de competições, atividades ou artefatos. No caso, a felicidade se reflete de forma material com um skate de dedo ou com pesadas drogas.
Porém tais artefatos, meios materiais, são apenas ferramentas para atingir o nosso vago e nebuloso conceito de felicidade. A felicidade se atinge no uso de tais ferramentas, seja resultado do uso delas a quebra de regras comportamentais ou a quebra de barreiras psicológicas, visões de mundo ou de realidade.
A felicidade é uma necessidade homem, o fato de se sentir bem com sigo e o ambiente é algo que todos buscam, o que realmente se altera é a forma com que cada ser a busca.
Guilherme Cordeiro Vogt

O autor do tuite tentou expressar à que visavam os vídeos, contudo apenas consegui transmitir que “os vídeos induzem á alguma coisa” como visto em suas próprias palavras. Acrescento que os textos visavam induzir uma ideia, vender algum tipo de concepção ,a de alguma forma de liberdade.
O primeiro vídeo faz do adquirir do brinquedo um meio propício para a manifestação desta concepção; usando da “delinquência moderada”; com relação ao público alvo do texto: as crianças; que transformaria o usuário do produto em indivíduo independente das regras à que normalmente  estaria submetido.
Já o segundo vídeo , o clipe, faz do “encontro do amor “, uma causa desta liberdade à ser vendida. Isso mesmo, vendida, o objetivo é dizer que tal liberdade é boa, porque satisfaria os desejos de quem a possuísse, e assim persuadir o interlocutor à buscar um meio, induzido pelo próprio clipe (o do encontro do amor lembra?), de concretizar a dita liberdade. Além disso este vídeo difere do primeiro ao apresentar uma delinquência, de certo ponto de vista, não moderada; que tem relação com o público alvo do texto: jovens.
Matheus Rosa da Luz

“Liberdade, o que vale é se divertir” frase dita no 1º vídeo e essa também é a idéia que é passada no segundo. É possível concordar com essa frase porque é exatamente o que eu achei. No primeiro vídeo essa visão é feita a partir do skate, com ele você pode ter liberdade e se divertir porque sendo pequeno ele pode ser utilizado em quase todo lugar, mesmo naqueles em que é proibido, ou seja, tendo liberdade a diversão pode ser alcançada. No segundo vídeo essa visão também é abordada só que de uma forma diferente, porque no clipe a idéia de liberdade e diversão não é um simples mini skate, mas sim a partir de drogas, bebidas alcoólicas, sexo e muitas outras formas de ir contra alguma regra da sociedade. No fim a idéia que os dois vídeos querem transmitir é a mesma, mas cada um de uma forma diferente, podendo ser possível notar duas visões a da criança e a do adulto.
Luis Guilherme Dias de Souza

O comercial e o clipe dialogam entre si dando ideias sobre uma visão de mundo jovem. O comercial busca fazer a cabeça da audiência, abrindo seu discurso questionando o telespectador se ele quer ter liberdade e diversão a toda hora, e então demostra que isso é possível com seu produto, levando o telespectador a deseja-lo. Já o clipe é mais adulto, mostrando as ideias de transgressão de regras, uso de drogas e um amor radical, um amor achado em um lugar sem esperanças e que vive sem limites e perigosamente. Os vídeos possuem intertextualidade no fato de que ambos falam sobre a vontade de se conseguir prazer e liberdade, a custo de quebra da rotina e até mesmo de leis.
Lucas Simoni Petrelli

O fato de skatistas supostamente serem vistos como pessoas extremamente radicas e que vivem a liberdade é o que mais atrai adeptos ao skateboard. A propaganda do skate de dedo tech dek relaciona essa imagem do estilo de vida de um skatista profissional com a imagem de uma criança qualquer que comprar o brinquedo. Ou seja, o comercial insinua que ao convencerem seus pais a adquirirem o skate de dedo, as crianças irão tornar-se livres e radicais. Apesar de não serem persuadidos pelo comercial, os pais, muitas vezes, acabam fazendo a vontade dos filhos, proporcionando um aumento das vendas. Logo, a propaganda alcançou o seu objetivo.
Outra imagem comumente associada ao padrão de vida do skatista está relacionada às drogas e rebeldia. Esse fato poderia ser prejudicial na venda do produto representado pela propaganda, caso esse não fosse um brinquedo. Muitos pais conservadores são contra comprar skates de verdade para seus filhos, temendo essa mudança no comportamento da criança.
Rafael Alves

A Tech Deck lançou um comercial que apresenta um de seus produtos: o mini-skate de brinquedo. Para conseguir persuadir o seu público alvo, as crianças, a empresa usa um artifício muito interessante, embora desaprovável. O protagonista da propaganda brinca com seu mini-skate em qualquer lugar, mesmo que no lugar em questão seja proibido o uso de skate, mostrando assim como seu produto é radical. Comparar o skate de brinquedo com o real é apresentar à criança o acesso a um novo mundo: o dos adultos.
Portanto, a propaganda faz com que a criança ligue a ideia do produto com o acesso ao mundo adulto. Essa ideia pode, a primeira vista, parecer boa, mas toda essa imagem em cima da liberdade que é poder ser adulto e ter um skate de verdade cria nas crianças a ilusão de que a próxima fase de suas vidas é melhor do que a infância.
Essa ânsia para crescer logo não é saudável, e os pais deveriam se preocupar para que seus filhos aproveitem a sua infância por inteiro.
Lucas da Silva Camargo

É engraçado o que algumas coisas que vemos ou comemos nos faz lembrar de fases da nossa vida. Ficam registradas na nossa mente diversas experiências captadas pelos nossos cinco sentidos. Para cada pessoa um sentido é o principal meio de criação de memórias, mas em geral a visão é a que a maior parte das pessoas registra. Por exemplo, um simples comercial de skate de dedo pode te fazer lembrar de quando era uma criança com sete anos e brincava com skate de dedo com seus amiguinhos. Essas lembranças trazem à tona um sentimento de nostalgia e te faz querer voltar àquele tempo em que a diversão era inversamente proporcional à responsabilidade. Mas esses estímulos que trazem nostalgia podem ser algum perfume, uma comida, um toque e também podem trazer lembranças de tempos não tão distantes. Um perfume pode te lembrar da sua antiga namorada, de todas as coisas boas que vocês passaram juntos, entretanto também pode te trazer suas brigas e o que ela fazia e te irritava. Uma comida pode te lembrar do tempero gostoso da sua avó e de quando você comeu e passou mal depois. Essas lembranças são instáveis, entretanto somente o fato de lembrar já é algo bom.
Murilo de Quadros Jesus

Quando alguém assiste a um vídeo, seja este um comercial ou um videoclipe, ou ouve algo numa rádio, ou lê um texto em uma revista ou jornal, tem apresentadas a si as ideias de seus criadores, direta ou indiretamente, para que crie ou mude de opinião sobre o que quer que esteja sendo apresentado.
Essa apresentação se faz muito útil em vários âmbitos, como comercial, social, político, cultural, entre vários outros, onde a necessidade de convencer o público-alvo através de argumentos e outros artifícios se faz muito importante, principalmente quando para superar algum tabu, seja social, seja de concorrência.
A boa apresentação é aquela que independentemente do modo que é realizada, e do público-alvo a que se destina, consegue convencer aqueles que a recebem de que aquilo que está sendo apresentado é a melhor opção, sendo realmente ou não, por mais que às vezes a ideia apresentada esteja apenas nas entrelinhas, e não visível diretamente.
Willian Drayton Prestes Alves

No primeiro e no segundo vídeo são apresentadas diferentes visões de como aproveitar a vida.
No primeiro vídeo foi apresentado o Teck Deck, uma miniatura de skate que é utilizado para fazer as mesmas manobras que em um skate profissional, mas utilizando apenas os dedos. O fato de o Teck Deck ser um skate pequeno e portátil, é que as pessoas podem usá-lo em qualquer lugar sem chamar muita atenção de quem estiver por perto.
O segundo vídeo já mostra as pessoas em baladas, ingerindo bebidas alcoólicas, utilizando diversas drogas, tendo relações sexuais. Esse vídeo mostra que essas pessoas têm outra forma de diversão.
Os dois vídeos são ligados entre si, pois ambos mostram formas de violar algumas regras existentes na sociedade.
Thiago Rattmann dos Santos

Conforme o tweet do Rafael Bernardelli, podemos assistir ao comercial do skate de brinquedo da Long Jump e o clipe musical da Rihanna como tentativas de passar um estilo de vida descolado e rebelde. Se formos analisar por este modo de ver, está claro que há uma diferença de intensidade na mensagem.
Cenas fortes nos são apresentadas no clipe da Rihanna enquanto na propaganda do brinquedo o público alvo é infantil e, portanto, a rebeldia está representada por andar de skate na frente de uma placa de proibição de se andar de skate naquele local, brincar na biblioteca e fazer meleca no molho de tomate dos outros.
Gunar August Kroeger

O comercial apresentado, assim como o clipe retratam a moderna cultura de eliminar todos os limites sociais e tradicionais sobre as ações dos jovens e adolescentes, sem nenhuma boa razão para tal atitude. O garoto protagonista repetidamente, assim, faz o que quer com seu skate, simbolizando a liberdade, e a diversão que decorre de fazer o que quiser, quando quiser, como quiser, sem se importar com o mundo ao redor e as regras sociais e oficiais. Uma coisa semelhante acontece no clipe, com a diferença que os dois protagonistas são mais velhos e ao mesmo tempo ainda mais rebelde, com brigas, sexo e consumo de drogas.
Ricardo Ardissone

O Vídeo
Quando estamos assistindo um filme, uma série, uma propaganda, uma transmissão ao vivo ou qualquer outro tipo de produção visual, é muito raro pararmos e buscarmos uma semelhança entre elas. Porém, analisando qualquer uma dessas mídias, sempre haverá um ponto em comum e essencial entre elas: todas foram feitas para ser assistidas, prender a visão de quem está assistindo e fazer com que este capture algo a partir do que está observando.
Sendo assim, podemos identificar qual a forma que cada um desses “gêneros” visuais atrai o espectador e como e porque o mesmo o assiste. Um filme, por exemplo, busca em suas personagens, cenários, efeitos especiais e enredo atrair a atenção do espectador e o seu interesse. Já uma transmissão ao vivo, tem como atrativos a qualidade intrínseca do que se está transmitindo, como um show ou uma partida de futebol. Da mesma forma, um videoclipe atrai as pessoas pela relação entre a música, efeitos de imagem e ideias que ele apresenta e tenta transmitir.
Logo, fica evidente a conexão entre todos os conteúdos visuais, mesmo os mais distintos, pois todos são feitos para serem assistidos e que para algo seja extraído deles por alguém.
(Erik)

Segundo o autor do "tweet", a Tech-Deck é uma excelente linha de brinquedos, pois suas miniaturas e pistas de skate são de muita qualidade. Mas além disso, o autor também expressa uma relação sentimental com o brinquedo.
É possível que o skate tenha marcado a vida dessa pessoa durante sua infância, e por isso possui um sentimento especial em relação à ele. Quando nosso colega então viu o comercial, esse sentimento veio à tona novamente, trazendo memórias de sua infância; tempos muito diferentes daquele no qual vivemos. Por esse mesmo motivo, é possível deduzir que haja, bem profundamente, uma certa decepção em relação ao presente, onde a inocência da infância já não existe,revelando um mundo cruel onde esse autor pode estar se sentindo inseguro, desprotegido.No comercial em questão, o protagonista aventura-se pela cidade com total liberdade, livre dos perigos desse mundo atual. Essa apresentação utópica nos remete a um sonho de criança. Até mesmo a linguagem bastante coloquial e acessível (presentes tanto no comercial quanto no tweet), sustenta essa perspectiva de resgate da infância.
É importante para o nosso autor, como também poderia ser (e talvez até deveria ser) para qualquer um de nós, manter a visão otimista perante o mundo em que nos encontramos hoje, pois ela pode muito bem servir de auxílio para uma vida mais feliz e saudável. Mesmo quando a inocência e os sonhos infantis já nos deixaram a tanto tempo.
(Leonardo Araújo)

9 comentários:

  1. Alguns textos ficaram bem maneiros, pena que nao da pra ver os comentarios das trocas, tinha alguns bem engraçados.

    Cleison R. Gomes

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  2. Textos muito interessantes e criativos,além disso ninguém fugiu do tema principal que o professor queria abordar.

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  3. Curti a ideia do blog, acho que todos os professores de português deveriam adotar essa medida (:

    Rafael Alves

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  4. A proposta da atividade é muito interessante e diferenciada. Concordo com o Cleison de que os comentários deveriam estar na página.

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  5. Achei interessante os textos, a ideia de escreve-los a partir do 'tweet' dos outros é bacana, pois você não escreve sobre a sua visão.

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  6. Realmente, este modo de produzir textos é bastante interessante, interativo e inovador, apesar de ser um pouco "correria" trocar o texto tantas vezes.

    Gabriel Giuzio

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  7. Essa turma me orgulha! Quando crescer quero ser igual vcs XD (ou não)(ou não negado). Um dia eu chego no sétimo período... (véi, nós vamos ser torturados com Língua Portuguesa até o oitavo período mesmo? zueira XD).

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  8. Q diver!
    professor Diorio para Reitor!

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  9. Muitos textos bem escritos. Os autores conseguiram ir além dos vídeos e acabaram abordando temas como mídia e publicidade.

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