Quando um ser humano faz
algo muito errado, ele procura esconder ao máximo todos os indícios de seu erro
e, segundo o texto, isso ocorre com o jacaré também. Para garantir que ninguém
descubra o erro causado pelo jacaré, ele eliminou os indícios do seu crime
eliminando a pessoa que estava próxima a ele. A natureza dos seres vivos faz
com que eles nunca consigam admitir que usaram de covardia para fazer com que
outro ser vivo possa sofrer pelo excesso de covardia por parte do ser inicial.
Ao matar o homem, a única solução encontrada pelo jacaré foi tirar a vida da
outra pessoa presente, porque sua natureza o faz sentir-se inseguro em relação
ao assassinato do homem que estava dentro de sua casa vivendo sua vida simples
em volta de pessoas hipócritas que manipulam suas vidas por meio de pensamentos
transmitidos verbalmente com ênfase, causando surpresa e segurança na pessoa
que está ouvindo.
Zanella Dias
Visões,
alucinações, ilusões são alguns sintomas do uso de drogas. O fato de algum
dizer ter visto um jacaré entrando em seu apartamento, comer sua mãe e depois
comer seu pai, pode ou não significar que esta pessoa é, realmente, um usuário
de drogas, mas que ela possua distúrbios mentais, ou que é louca. De qualquer
forma, droga é um problema que afeta todos os países, pois esta afeta não só as
classes baixas, mas também afeta as classes média e alta; logo, afeta um
potencial produtivo futuro do país. Por afetarem o psicológico das pessoas,
elas criam alucinações, dão uma idéia de viagem a outro mundo. Esses sintomas
devem ser tratados assim que aparecerem no usuário de drogas. Uma forma de
recuperação é levar o usuário a uma clínica de reabilitação, pois a droga cria
um vínculo muito forte, que é a dependência, e muitas vezes esta se torna
química e psicológica. Atualmente, existem muitos programas que ajudam desde a
conscientização do não uso à o tratamento e reabilitação dos usuários. Porém
isso não é suficiente, estes programas precisam da colaboração dos familiares,
que são as pessoas em quem mais confiamos, a conscientização familiar é a melhor
arma no combate às drogas. Como citado, deixar a pessoa chegar ao ponto de ver
jacarés devorando os pais já extrapola os limites sociais, sendo assim, a
família deveria ser responsabilizada pelos atos contra a sociedade realizados
pelo usuário. No entanto, se cogitarmos a possibilidade de um jacaré invadir um
prédio e comer dois moradores, a situação ambiental da região deveria estar em
estado crítico, onde o jacaré não conseguiria encontrar seu alimento em seu
habitat natural a ponto de ir à cidade encontrá-lo.
Guilherme Surek
Durante
nossa vida, nos deparamos com várias situações perturbadoras: vemos pessoas passando
fome, na miséria, tendo que recorrer a métodos considerados imorais para
sobreviver.
Todos os
dias, nas grandes cidades, seres humanos fazem o impossível apenas para se
alimentar. A comida é uma necessidade primária, um dos pilares da nossa
sociedade. Sem alimentação suficiente, toda a organização social e as virtudes
humanas somem, como ilustrado no filme “Ensaio Sobre a Cegueira”. O homem volta
para seu estado selvagem quando passa fome de verdade. Como aceitamos viver em
uma civilização onde pessoas são obrigadas a se comportar como animais para
sobreviver? A fome é um problema mundial e muito sério. Enquanto não for tratada
como tal e combatida com esmero por toda a população, o problema original
persistirá.
Todos
podem ajudar, seja por meio de ações concretas, doando alimentos e acompanhando
comunidades e pessoas carentes, ou de forma indireta, como, por exemplo,
lutando pelos direitos dos menos favorecidos na política e conscientizando
amigos e conhecidos. A fome é o verdadeiro estanque da sociedade, e sua
erradicação deveria ser considerada prioridade.
Alice de Perdigão Lana
JACARÉS
INVASIVOS
Nas
cidades grandes existem vários tipos de “jacarés” que podem vir a bater nas
portas de casas para “engolir” um pouco da vida humana. Pode ser que um
vendedor queira convencer alguém a comprar algum produto. Existe em grande gama
de produtos que são vendidos de porta em porta: cosméticos, perfumes, Barsa,
queijos, panos de prato, entre outros produtos. Outro tipo de “jacaré” que pode
vir bater na sua porta são testemunhas de Jeová que procuram convencer que suas
crenças são as mais certas para os moradores que foram tirados de suas rotinas
para atendê-lo. Alguns moradores de rua também podem bater nas portas. Eles
podem para pedir comida, dinheiro ou qualquer coisa que posa ser útil para suas
vidas. Dependendo do tipo de entrega carteiros também tem que tocar a campainha
para que o proprietário assine que realmente recebeu a entrega. Por ultimo
existem os “jacarés” que não são tão maus que é quando um amigo vai visitar
outro para conversar e passar algum tempo, por que, por mais que eles
“abocanhem” um pouco do tempo, geralmente são uma boa companhia. Em todas
situações quando alguém tem que atender a porta é um pouco “abocanhado”, seja o
seu tempo, sua paciência ou sua tranquilidade. Por esse motivo muitos moradores
das grandes cidades vivem inseguros que “jacarés” bastam em suas portas e por ele
sejam “abocanhados” por inteiro.
Laura
Amaral
O Ataque
Na
madrugada de quarta-feira, 04 de abril, um jacaré foi encontrado em um prédio
residencial após devorar todos os funcionários e quase todos os moradores.
Andressa, única sobrevivente do massacre, escapou ao se trancar no banheiro
após ver o animal atacar seus pais. A garota, apavorada, tentou chamar as
autoridades, mas ninguém acreditou em sua história. Com isso, a adolescente de
16 anos passou a enviar mensagens de texto para seus amigos pedindo por ajuda.
Com o grande número de ligações a respeito do ataque, a polícia enviou algumas
unidades e o jacaré foi dominado. Acredita-se que o animal tenha sido submetido
a experiências de alteração de metabolismo e, por isso, foi capaz de devorar
tantas pessoas.
Leonidas Lopes Filho
Como
descrever algo que não entendo? A viagem das idéias nós tentamos escrever, a passagem
dos fatos, tentamos compreender. O pensamento é uma coisa indecifrável, que
varia de cabeça para cabeça. Sem base fundamentada, não faz sentido algum. Será
possível transpassar alguma opinião, sem ao menos entendê-la? A resposta talvez
seja não. Como o impossível é só questão de opinião, nós sabemos que um texto
pode ser entendido de forma errada, entendido não da maneira que o autor tentou
passar. Com filosofia e um pouco de imaginação, o entendimento é dado a partir
do momento que a leitura do texto é iniciada. E nada como conseguir viver e se
sentir inserido no texto.
Enfim,
nada mais pode ser escrito, a não ser a incapacidade de compreensão de idéias não
concretizadas.
Matheus Felipe Fagundes das Neves
Em
um pesadelo de criança é comum a aparição de monstros devoradores de pessoas,
que causam extremo terror nas crianças, por vezes tais pesadelo voltam com
monstros sob outra formas. Trazendo também sensações de medo e tensão.
Monstros
que engolem pessoas, pessoas que "engolem" pessoas e por isso são
monstruosas nessa sociedade e ninguém importa-se realmente, porque muitas vezes
não damos alguma atenção aos outros, humanos menos racionais, tratando-se e
agindo como animais. Irracionais ao ponto de agirem apenas por impulso, por
assim dizer instinto.
É
um pesadelo, que causa agonia quando pensa-se a respeito. O ser humano não
precisa de um monstro predador, as próprias pessoas acabam com a sua espécie, e
não basta isso, tem uma necessidade de destruir tudo a sua volta.
Milena Carolina Ribeiro
Ontem, dia 02 de maio, um crocodilo
invadiu um prédio na região norte de são Paulo. Após entrar no elevador, subiu
ao décimo primeiro andar e, demonstrando ser um animal inteligente, tocou a
campainha e atacou os moradores. O animal foi avistado por um vizinho, e este
ligou para a policia, porém, acreditando se tratar de um trote, a policia
ignorou a chamada. Somente após cerca de duas horas, quando o zoológico da
cidade ligou para a policia avisando a fuga de um crocodilo, a policia resolveu
investigar o caso. O crocodilo, que possuía mais de três metros de comprimento,
só foi capturado na manhã seguinte, após ter matado três pessoas entre os
Quatro andares por onde passou. A Policia ainda investiga como o crocodilo
entrou no prédio, e a conduta dos policiais que atenderam a ligação. O prédio
foi isolado para que as investigações ocorram, e as gravações da câmera de
segurança estão sendo analisadas, porém nenhuma outra informação foi divulgada.
(Lucas Silva)
Algumas
vezes ouvimos ou lemos, ou sentimos, podemos também cheirar ou ainda degustar,
mas todas levam a existir diversas histórias diferentes, pois a busca pelo
conhecimento se da a partir do momento que alguma história de que não temos
conhecimento, nos faz imaginar possibilidades e finais magníficos. Às vezes não
compreendemos de primeira. Um leitor se apossa de um material que trata de
determinação, entendemos de modo simples. É como se fossemos grandes sábios,
que possuíssemos todos os conhecimentos de leitura. Nestes casos é importante
pensar sobre o assunto e tentar contextualizar os dados perante sua importante
mente abrangente, para que possamos captar todas as idéias e dinamizá-las em
conhecimentos no texto, questionar-se sobre a própria experiência de vida. Se
tal atitude não for para duvidar, questionar e debater são necessários um
conhecimento básico do assunto referente a usar uma linha de raciocínio mais
abrangente e eficiente para o entendimento da opinião do autor.
Pirar
através dos pensamentos é algo comum quando se trata de filosofia ou
pensamentos filosóficos, como se estivesse filosofando em cima da obra. O
receptor trata de pesquisar ou até mesmo filosofar. Apenas tendo filosofia, o
berço de todo ciência atual, de grande importância no texto. Desse modo é
possível ter uma visão inicial de um modo de compreender o conteúdo com esses
dons. Podemos cultivar, criando assim super-humanos, capazes de se destacarem
no contexto atual diferente do texto, viajando nas idéias inusitadas.
A
capacidade de viajar no futuro é algo que os cientistas buscam e almejam, pois
poderá ser um grande pensamento e, descobrindo formas à iniciação de pessoas no
mundo onde tudo é pensado. Buscando as formas mais rebuscadas e diferentes para
produzir esse texto exótico, enfatizando o raciocínio que pareciam ilógicos a
princípio fora do censo comum. Realmente acarreta destas loucas e
diversificadas formas de arte, formando a arte moderna, criações abstratas e
sem sentido. Essa linha de raciocínio criada na antiguidade pelos certos
indivíduos.
Interpretar
o conteúdo lido é um pré-requisito para fazer testes de seleção na área de
língua portuguesa dos filósofos, visando analisar as dúvidas e se necessário é
importante incentivar os leitores a esclarecer.
Analisando
suas dúvidas, pode buscar resolvê-las, procurando respostas, discutindo o
assunto com outras pessoas, para que as dúvidas sobre a opinião do outro alguém
comece a buscar as respostas. Foi a primeira coisa que os filósofos buscaram
para se resolver, e suas idéias puderam ser debatidas e assim, a busca por
respostas leva a interpretações, as quias lhe darão uma visão mais contextual
do assunto, uma versão mais evoluída, mais rica e proveitosa de certo tema,
onde há diferentes modos de interpretar.
Questionar é a forma mais
clara e fácil de buscar respostas e aprendizado às soluções. Trazendo o
conhecimento pra outras pessoas, funcionando da mesma forma, buscando a
resposta a sua pergunta, tendo o conhecimento pleno, que pode estar em estado
de confusão. Tudo iscando as respostas, achando os conhecimentos necessários à
infindável busca pelo conhecimento, só direcionando, não apenas a sua
satisfação, mas também a dos filósofos como Tales, Heráclito, Efeso, Platão,
Sócrates e outros sobre o assunto. Os grandes filósofos foram Sócrates e
Pitágoras, as chances deles se aceitarem eram poucas, mas buscaram se entender
os principais contribuintes para tal situação da tão buscada compreensão,
criando laços, entre pessoas que buscam as mesmas coisas, o mesmo objetivo que
através de suas conclusão permitiram que outros a aparecer mais claros que os
filósofos, pois a mente delas era mais aberta e sujeita a novos encontros com
as respostas para duvidas sobre diversos leitores que assuntam o pensamento.
LEONARDO
FRANCO VALENTE DOS SANTOS
Atualmente, a poluição vem
prejudicando o meio ambiente, e o desmatamento acontece cada vez mais. Ou seja,
devido a atual situação ambiental, o pobre jacaré acabou buscando alimento fora
do seu habitat natural. O jacaré foi para a cidade e, afetado pela intensa
poluição, acabou achando alimento em um prédio, onde entrou e devorou um homem
e uma mulher.
A tragédia nos faz pensar e
refletir como nós, homens, estamos interferindo na vida dos animais, nas
florestas e no efeito estufa. Mas cabe a cada um analisar o que lhe foi
apresentado, e rever seus princípios enquanto cidadão.
Katiane Dalla
Vecchia
Em
um edifício da cidade, algo fora do comum sucedeu. Um jacaré entrou no referido
prédio, pelo portão enquanto um morador entrava com um carro, o animal subiu
com o elevador até o 12º andar, tocou a campainha de uma moradora. Quando abriu
a porta, a mulher foi devorada pelo réptil. Após o ocorrido, o jacaré com uma
fome insaciável, sobe para o próximo andar, toca novamente a campainha e,
provavelmente, para atacar mais uma vítima. Com esse desfecho, a história nos
remete à lembranças de quando éramos crianças, sonhando como se estivéssemos em
um prédio da morte.
Thais Caroline
Jacaré faminto
Um
jacaré que invade um prédio e devora a todos. Uma situação que geralmente não é
vista na vida real e causa medo e um sentimento de pena com quem passou por
isso. O leitor coloca-se no lugar da pessoa, temendo que o ocorrido possa
acontecer com si próprio. A pena e o “credo” presente na sociedade é manisfesto
por todos aqueles que se preocupam com o outro. Mas, por mais que nós sintamos
muito por quem está sofrendo, é muito improvável que iríamos trocar de lugar
com a pessoa, ou na situação apresentada, que vamos dar a nossa vida para que o
jacaré nos devore ao invés do próximo.
Nos faz uma reflexão de
que ao mesmo tempo nos preocupamos com o próximo e o quão somos egoístas e
prezamos a nossa própria vida.
Pâmela Kieuteka
Semana passada aconteceu o WTFPR
Awards 2012, o evento ocorreu no magnífico Mini Auditório do Campus Curitiba. A
grande atração foi o Jacaré Joe, também conhecido por Senhor Jacaré, por causa
de sua astúcia e por ser um grande ator. Ele levou o prêmio de melhor ator, por
meio do filme “A chacina do 12º”. Como premiação, ele ganhou o famoso Abacaxi
Tónhonhoim, cobiçado pelos mais famosos artistas da nossa Cidade Cinzenta.
Outro filme muito premiado foi o
“E-300, Why?”. Também, houve alguns protestos contra a utilização de uma vila
ecológica, que, segundo os alunos, fica em um lugar de difícil acesso.
A festa foi extremamente luxuosa,
com o Buffet feito pelo Djalma Lanches, as bebidas foram divididas entre as
famosas gasosas do Montesquieu e as geladíssimas cervejas do Old News. As
entradas ficaram por conta do jovem Didi.
Foi uma grande festa para todos os
alunos da UTFPR, que gostaram, mas, como sempre, fizeram reclamações, mas a
maioria ficou feliz com o ilustre evento.
Luiz
A
fome é uma necessidade humana, tanto física como psicológica, e precisa ser
saciada do jeito mais rápido possível, já que possui um envolvimento grande com
o cérebro, fazendo com que, na necessidade, a parte irracional venha à tona
sobre a racional. Desta maneira, é comum encontrarmos pessoas que fazem “de
tudo” na busca de alimentos, como por exemplo, roubar, ferir inocentes e, na
maioria das vezes, nem possuem plena consciência das atitudes que estão
tomando.
Assim
surgem muitos marginais; pessoas de rua que precisam e sentem muita vontade de
comer, mas não vêem outra maneira além do crime. E é uma questão extremamente
irracional, você quer e necessita de comida para viver, portanto vai atrás, não
importando os obstáculos que tenha que enfrentar. É questão de sobrevivência,
está na essência do ser humano obter energia a partir de alimentos e seus
nutrientes.
Mesmo
o instinto humano sendo uma coisa extremamente poderosa, deve-se conter os
marginais que cometem crimes violentos e é necessário disponibilizar ajuda para
as crianças de rua, oferecendo vagas em orfanatos e casas de abrigo, ou apenas
alguma refeição diária para preencher o mínimo das necessidades de energia e
vitaminas do dia. Sinceramente, uma das piores coisas do mundo é ver uma
criança seca e desnutrida, passando fome, atrás de comida.
Ricardo
Rir!
O humor é
uma coisa subjetiva: o que me faz rir pode, muitas vezes, passar muito longe do
engraçado para a maioria das pessoas. Mas existe aquele tipo de pessoa que se
recusa a rir, ou
pelo menos
a tentar rir, o tipo de pessoa que prefere mostrar como odeia certa coisa, ao
invés
de mostrar
como adora outra. Infelizmente, essas pessoas compõem a maioria da população.
São
pessoas que preferem fazer chorar a rir, pessoas que não apreciam a felicidade
alheia, e por isso, reciprocamente, não são apreciadas por ela. Sei que a
felicidade também é subjetiva,
uma pessoa
não precisa rir o tempo todo para ser feliz, mas rir faz bem para a saúde, para
a alma e para a vida .Se todo mundo ficasse feliz com a felicidade do próximo,
o mundo em si seria um lugar mais feliz. As pessoas só esquecem-se de um
detalhe na hora de viver: ou você
goza da vida, ou a vida goza em você.
Jhonata
Diogo Cordeiro
As diversas interpretações originadas de um texto Ao
lermos um texto, seja ele de qualquer gênero (carta, propaganda, e-mail,
história em quadrinhos, crítico, entre outros), tendemos a interpretá-lo de
maneiras diferentes, de acordo com nossa opinião, nossa visão de mundo que
adquirimos ao longo de nossa vivência e experiência. O texto tem por objetivo
principal a tentativa de transmissão de algo, uma mensagem para alguém. Podemos
claramente perceber essa situação ao lermos uma história em quadrinhos, pois
ela nos instiga a pensar e interpretar a mensagem ali existente, de maneira
distinta de outro indivíduo que possivelmente venha ler o mesmo texto.
Isso ocorre porque, ao nos
depararmos com a figura presente na história, nossa imaginação imediatamente
passa a tentar organizar o conteúdo de acordo com os “recursos” – experiências
e princípios – disponíveis. Porém, cada um é diferente do outro, possui
opiniões e experiências diversas. Isso explica o fato de que, quando tentamos
expor nossa interpretação, podemos identificar visões completamente diferentes ou
opostas às nossas. Com a história em quadrinhos vista em sala, a qual diz
respeito a um jacaré que invade um apartamento e devora os moradores do prédio
por estar com muita fome, pudemos extrair várias conclusões: para uns, o jacaré
só fez isso por estar faminto, chegando a tal ponto de se comportar de uma
maneira “sobrenatural”. Para outros, o fato de o jacaré estar fazendo isso, se
deve ao desmatamento e a caça de animais em extinção, fato cada vez mais
frequente em nosso planeta. Em alguns casos, podemos ter interpretações
significativamente diferentes destas, com expressões do gênero: “Esse texto não
acrescentou nada em minha vida” ou também: “Eu não senti nada ao ler esse
texto”. Com base nas diferentes opiniões e interpretações, nenhuma dessas “idéias”
está errada, pois cada uma delas apresenta uma visão única e pessoal de cada
indivíduo. Podemos concluir que as diferentes opiniões são de extrema
importância, pois, é por meio delas que chegaremos de maneira mais exata à
respostas certas, seja em um texto, seja na vida e no dia a dia da sociedade!
Vanessa Aline dos Santos
“Senti-me no prédio da
morte.”
É
interessante atribuir ao local a aflição comunicada. O prédio seria um cenário
comum onde
o
personagem absurdo, que leva o terror à história, age. A fotografia dos
quadrinhos, porém,
contribuiu
para que o terror do assassinato seja muito reforçado no cenário.
A
facilidade das pessoas em se afligirem também é notável. Não é necessário que a
história seja verossímil à realidade para que fiquemos tensos diante do texto
que apresenta terror. Para nos “sentirmos no prédio da morte”, basta estar
diante da imagem ou da descrição de um, por mais absurdo que o texto seja. O
ser humano tem facilidade em identificar-se com realidades fictícias, opostas
ou absurdas. Facilidade de mergulhar nelas e confundi-las, a ponto do corpo da
vida real estar tenso ao ler um texto de realidade fictícia. Também percebemos
como trazemos a intertextualidade facilmente à interpretação de qualquer texto.
A expressão “prédio da morte” é claramente intertextual.
Raquel
Purin de Sousa
O sentimento devastador
Perdão
já não é uma palavra muito comum no vocabulário da sociedade atual. A população
só quer saber de uma palavra: vingança. O rancor que as pessoas guardam é, às
vezes, difícil de acreditar, pois é causado por motivos tolos e levianos que
levam o individuo a cometer disparates.
Existem
diversos meios de cometer uma vingança, há os mais saudáveis, em que o
vindicativo só quer dar uma lição em quem o prejudicou. Mas também há casos mais
extremos em que a desforra é tão cruel que torna alguém que era uma vitima
inocente, em um assassino. Esse sentimento não traz felicidade para ninguém, e
não repara os erros do passado.
Alguém
que já sofreu sede de vingança sabe que não é fácil lidar com a situação. Nesse
momento o ideal é buscar apoio emocional em quem importa de verdade:
familiares, amigos e em casos mais extremos, a ajuda de um profissional é muito
relevante.
A frase “vingança é um
prato que se come frio” não é apenas um ditado popular, o significado deve ser
levado a serio. A dica mais preciosa que se pode dar a quem sofre desse mal é:
mantenha a calma. No futuro é só olhar pra trás e perceber que valeu a pena.
Andressa
O
prêmio “Abacaxi” é um dos mais importantes do WTFPR Awards. Todos os semestres,
o Abacaxi é entregue ao personagem principal da história, conto ou tirinha mais
ilustre apresentado durante as aulas de Língua Portuguesa da UTFPR. Neste
semestre o premiado foi o Jacaré (também chamado de Crocodilo) da Tirinha Sem
Nome de Laerte, apresentada para a T61 do quinto período. Apesar de deixar os
alunos de Gestão Empresarial (e demais dependentes e adiantadores) confusos com
a aparente falta de nexo de seu enredo, o Jacaré conquistou o público com o seu
carisma e irreverência de suas ações. Capitu, vencedora do Prêmio Abacaxi do
semestre passado, diz estar ultrajada com tamanho reconhecimento dedicado a um
personagem tão “simples e primitivo”. “Já não podemos mais dar valor à decisão
dos jurados do Prêmio Abacaxi, não depois dessa escolha deprimente” diz a
personagem. Alguns alunos também não aprovam a premiação. “Não tô entendendo
nada” disse um discente que preferiu não se identificar. A equipe do WTFPR
Awards não se manifestou sobre o caso.
Maria Victória
Não é
propício trazer animais selvagens para viver em meio urbano. Como estão acostumados
a viver na natureza, caso fujam, podem sair de controle e causar tragédias,
como devorar os seus vizinhos. Perdidos na selva urbana, os animais terão o
instinto à flor da pele, agindo compulsiva e ferozmente. Poderíamos pensar que
a cidade os tornaria mais civilizados, mas parece que o que acontece é o
contrário.
Talvez nós
humanos também sejamos um pouco como os jacarés soltos no meio urbano.
Sempre
prontos para devorar uns aos outros para atingir nossos objetivos. Então,
parece-me melhor que deixemos os selvagens nos locais a que pertencem, onde
podem liberar seus instintos, para que a cidade possa continuar um local
civilizado. Para que toda a selvageria possa partir de nós, e nossos vizinhos
não sejam devorados, apenas roubados, enganados, assassinados e iludidos.
Helena
Resende Ribas
De
certo modo o ato do crocodilo pode ser considerado covarde, pelo simples dato
de ter comido uma pobre idosa seguidamente de um velinho inocente. Este que
estava descansando na sua cama, sem se preocupar com os perigos em volta (isso
inclui o crocodilo). Se aproveitando da situação, o animal seguiu para a
próxima vítima, sem ao menos deixar um rastro em seu caminho. Agindo desta
forma, garantiu não ser descoberto de uma maneira inteligente, pois o humano
provavelmente irá culpar outro de sua espécie, e não um animal clandestino sem
sentimentos concretos, que não podem ser definidos. A ação executada pelo ser
pode ter sido consequência do seu instinto voraz, que o leva a pensar somente
em si mesmo, sendo egocêntrico e ignorante.
Em
relação à visão dos seres humanos na cena, pode-se citar a falta de segurança e
o desespero ao ver um jacaré faminto solto pelo prédio. Se pelo menos algum
segurança houvesse prestado atenção suficiente para notar algo verde e
diferente se movendo, a situação poderia ser evitada, prolongando a vida da
pobre senhora e do moço que se encontrava numa situação tranquila no seu
quarto. Considerando o desespero de uma pessoa ao encontrar um jacaré solto
pelo apartamento, a visão muda, pois no momento a pessoa se encontra eu um
estado de choque sem a possibilidade de uma reação imediata, somente pensando
no que poderá ocorrer após ser devorado (a) por um bicho feroz e incontrolável.
De qualquer modo o texto pode ser resumido na ideia da voracidade e falta de
piedade por parte do animal.
Paulo Otavio Panichek Ribeiro
Necessidade
A fome é traiçoeira. Não importa
se é homem, bicho ou planta; todos necessitamos comer para sobreviver. Quando a
fome aperta, não há diferença política, racial ou cultural; todos agem por
instinto, todos procuram matar a fome.
Há pessoas carnívoras,
vegetarianas, umas adoram peixe cru, outras, por um período de tempo, não comem
nada, pois, em algum momento da vida, acharam que comeram de mais. Em momentos
extremos, pessoas já tiveram que comer carne humana, carne de sua própria
espécie.
Não importa quem seja, o lugar ou o
dia; a partir do momento em que começamos a existir, todos necessitamos saciar
a fome.
Bruna Santos
Colaço
Após ver o quadrinho que o professor
trouxe para a aula, a aluna escreveu um pequeno texto sobre ele. A aluna
provavelmente sentiu fome ao ver o quadrinho, entretanto esse sentimento não
foi passado de uma forma muito clara, visto que ela praticamente apenas relatou
o que viu no quadrinho e disse que o jacaré estava com fome. Entretanto ela não
relatou o que sentiu ao ver o quadrinho, e somente fez as suas observações
pessoais, mas sem relatar seus sentimentos, fugindo assim da proposta inicial.
O texto da aluna foi muito bem estruturado, usando a língua portuguesa de uma
forma muito coerente. Entretanto seu texto se tornou muito repetitivo, falando
somente sobre o quanto a fome é devastadora. A aluna deu uma enrolada colocando
um retecências (…) no final do texto, mostrando que seu texto ficou menor do
que o tamanho proposto, e ela poderia usar esse espaço para fazer suas
observações pessoais ao invés de se preocupar tanto com o tanto de fome que o
jacaré sentiu. Caso a aluna tenha realmente sentido fome ao ver esse quadrinho,
esse sentimento não ficou claro pois ela relatou somente sobre os sentimentos e
desejos do jacaré. E, apesar de muito bem estruturado, faltou a aluna fazer
suas observações pessoais.
Kelly Brack
A sabia infância
As cenas
do texto podem lembrar um pesadelo de uma criança em meio a sua inocência mas
ao mesmo tempo nos causa aflição, tensão, agonia e muitos outros adjetivos do
tipo. Pois o jacaré começa a comer as pessoas pela cabeça. Pode-se analisar que
as nossas ideias de criança , permanecem em nós e elas morrem a medida que nos
distanciamos e os monstros da nossa vida vem e as destroem. Pode também ser
isso uma critica a sociedade mostrando que a sabedoria pode nos salvar mas a
falta dela pode nos matar. E devemos guardar pra sempre nossos sonhos de
infância , e procurar sempre destruir nossos pesadelos.
(Kesller)
A religião, ou a igreja em si, tem
um papel importante na sociedade que nos prende à manipulação, ou seja, o
sistema.
Vários pontos de vista, vários
deuses, e infelizmente, muita gente ignorante predomina no mundo. Por causa de
divergências relacionadas à fé, a diversidade de culturas e o orgulho do ser
humano, faz com que ele tente sempre provar que está certo. E o fator ou motivo
mais especulado e discutido, é a religião, usada para disciplinar o povo e
constante alvo de brigas, pois uma religião sempre se diz melhor que a outra e
com esse impasse, procuram meios de provar, meios de convencer os céticos.
Muitas vezes esses meios acabam sendo persistentes demais e por fim acabam
irritando os ouvintes, que se sentem coagidos. Isso é uma falta de respeito à
liberdade de opinião, um atentado a ideia própria.
Há anos as religiões fazem isso,
desrespeitam as ideias racionais e priorizam apenas o poder e os bens
materiais, sendo uma instituição hipócrita, que se contradiz ao explorar a fé
dos devotos inocentes e roubá-los a inteligência, colocando-os contra a parede
e lhe impondo regras e punições.
A liberdade de opinião é um processo
contínuo dentro de nós, através do “não se importar” é que damos um passo
importante para a evolução.
(Aline)
Após interpretarmos uma
história em quadrinhos sobre um jacaré que devorou os moradores de um prédio é
quase impossível não sentir absolutamente nada em relação à história
interpretada. Apesar de a história ser
um pouco surreal é capaz de tirarmos várias conclusões.
Quando você lê alguma
notícia sobre um assassinato, independente que seja sobre um animal ter matado
uma pessoa, é provável que você sentirá algum sentimento como: raiva, dó, indignação
e até mesmo surpresa. Mas, dizer que ficou indiferente sobre a situação é meio
difícil de acreditar. A história que tivemos que interpretar eram desenhos,
talvez tenha sido por isso que algumas pessoas não levaram tão a sério, mas se
tivessem falado que a história era baseada em fatos reais – apesar de ser
impossível de acreditar que um jacaré
subiria em um elevador e apertaria a campainha –, talvez assim as pessoas
tivessem enxergado além de simples desenhos e uma história sem pé nem cabeça.
(Jayne)
O jacaré, depois de anos
vivendo no pântano, percebeu que sua animalidade estava muito irrelevante.
Decidiu mudar. Cansado de se alimentar de animais e pescadores, resolveu ir
para a cidade. Chegando lá, passou algumas horas pensando em como iria surpreender
a todos. Lembrou-se que, há muito tempo, esteve no topo da cadeia alimentar,
mas que, com a chegada do homem, perdeu este posto e teve que se esconder no
pântano. Estava na hora disso mudar. O jacaré, criativo, malevolente, esperto,
tinha seu plano em mente. Foi até o seu objetivo. Entrou. Escondeu-se.
Preparou-se. E cumpriu.
(Raphael)
A Vingança dos Derrotados
Com
o desmatamento crescente das florestas brasileiras, os casos de animais
selvagens “invadindo” cidades e interferindo no dia-a-dia humano vem crescendo
cada vez mais.
Estamos
ficando habituados a vermos notícias de animais se refugiando em grandes centros
urbanos. Animais de grande porte como onças e jacarés, como também animais de
pequeno porte como gambás e pássaros.
Apesar
de na grande maioria das vezes esses animais serem retirados por entidades
ambientais responsáveis, muitas vezes eles são sacrificados pelos moradores
locais. Isso mostra uma grande crueldade com os animais, pois além de tirarmos
os seus habitats naturais, ainda os sacrificamos quando os mesmos tentam,
apenas, sobreviver.
A
solução ideal para esse problema seria a parada imediata do desmatamento no
Brasil, mas sabemos que isso é uma utopia. Então a solução mais adequada seria
a recolocação desses animais desabrigados em outras regiões, ou em parques
ecológicos dentro das cidades.
Não
são os animais queo estão invadindo as cidades com mais frequencia, e sim os
homens é que estão invadindo a natureza cada vez mais.
Bianca Valdez
O
jacaré conturbado com sua atual situação na vida urbana tentou de todas as
formas adaptar-se ao novo ambiente. Cansado da realidade sempre politicamente
correta, usou de toda sua criatividade e malevolência para mostrar a sociedade
que o mundo é uma verdadeira selva.
Quando
entrevistado sobre suas atitudes e o acontecimento, o jacaré orgulhosamente
alega “comia a vizinha e o bebê”. Apesar de muito criticado, o jacaré não
demonstra arrependimento, pois suas atitudes revelam seus reais instintos, os
quais muito precisa esconder para que possa viver em sociedade. E ainda por
cima houve boatos de que o jacaré estava na pior.
(Sthephane Pereira Soares)
O Universo
das drogas traz inúmeros problemas para os viciados, que começam a ter
delírios, onde imaginam, por exemplo, jacarés invadindo moradias e comendo os
moradores, entre outras coisas impossíveis. Estes momentos de confusão por
vezes tornam os dependentes químicos extremamente nocivos a todas as pessoas ao
redor devido possíveis reações agressivas, numa tentativa de defender-se de
suas próprias ilusões. Tal fato pode ser considerado também como uma tentativa
de traduzir algum sentimento ou vontade, ou prováveis desentendimentos entre
vizinhos, o que levou o enfermo a adquirir um perfil descontrolado, e agindo
como animal, tenta resolver o conflito matando. O único modo de solucionar esta
situação seria internar o indivíduo em uma clínica de reabilitação ou talvez um
lugar para loucos, sendo a última opção aconselhável apenas quando o paciente
começa a sofrer de problemas de saúde irreversíveis, tais como lapsos de
memória ou contínuos delírios, os quais não tem solução mesmo com medicação que
médicos sugerem para tentar suprir a falta de substâncias que o organismo não
produz graças ao uso de certos tipos de drogas. Resta à humanidade se
conscientizar e não entrar em um mundo que na maioria dos casos não tem mais
volta.
(William Nicollas
Ramos de Sene)
Portões
eletrônicos: mais práticos, contudo mais perigosos sobre outros aspectos. Na
história que vimos anteriormente, dois vizinhos foram mortos por um jacaré,
devido à irresponsabilidade de um condômino, que ao deixar o portão eletrônico
fechando sem ao menos atenção no seu fechamento, estacionou o carro e subiu
rapidamente pelo elevador. Sua desatenção fez com que o jacaré entrasse no
prédio matando dois condôminos.
Esse
fato não é tão irrelevante, se levarmos em conta que varias noticias hoje nós
são apresentadas, com o problema de portões eletrônicos; um exemplo são os
assaltos a residências . Em que o assaltante espera a abertura do portão e
aproveita da desatenção das pessoas para entrar. Essa tecnologia faz com que
descuidemos de certos detalhes, que vem a trazer consequências maiores.
Se todos aguardarem seus
portões fecharem para entrarem em suas casas ou trabalho, isso evitara vários
problemas. Essa pequena historia mostra que praticidade não necessariamente
significa segurança.
((Flávia Mariane Wrubel Marchiori))
O
NEM TÃO MISTERIOSO CASO DE UM CONDOMÍNIO
Foi há 3
meses o acontecido, minto, na verdade foi há mais de 9 meses e repito, na verdade
foi há mais de 9 meses, na verdade nem sei quanto tempo é 9 meses. Dentro de um
condomínio, 41 pessoas desapareceram, só foram encontrado seus sapatos, um som
de carro e um dos condôminos estava alucinado no estacionamento até ficar
calado, pois foi quanto viu o cadáver pelado terrivelmente cabreiro de um
mexicano, uma carteira de couro de jacaré e muitas, mas muitas outras coisas.
Porém não foi possível encontrar absolutamente nada que pudesse ser ingerido
para matar a fome, ou seja, nada mais de relevante.
As
investigações sobre o caso se apoiaram em cima de muitas coisas, das menos importantes
até as de maior importância, que na verdade, nada era de alta importância, exceto
os desaparecidos. Então surgiram muitos boatos sobre OVNIs, demônios druidas, vampiros
(heterossexuais — não que eu tenha algo contra homossexuais, eles até são simpáticos,
mas a parte vampírica é complicada, por essa estranha mania de chupar as
coisas... mas não divaguemos —), inúmeras especulações que só faziam as equipes
de investimentos financeiros se perguntarem sobre tudo que já havia sido gasto
com tais criaturas que não ajudavam, apenas tornavam as equipes de
investigações correrem atrás de seu próprio rabo (expressão comumente utilizada
para dizer que não havia outro meio de investigar, ou que estavam correndo
atrás de seu próprio rabo mesmo).
Na cena do
misterioso incidente — a palavra “misterioso”, neste caso, não tem sentido
algum, apenas para escrever aleatoriamente, como por exemplo, sobre as trufas
em monografia de Direito Extraconjugal do Relacionamento de Mongos da Ordem
Kabalística Rosacruciana dos Alpes Escandinavos —, enquanto fazia tereré e
realizava tarefas que ninguém gostava de fazer, o estagiário do inspetor da investigação
procurava algo que poderia estar perdido dentro do aspirador local da cena e
acidentalmente encontrou a digital (ou semidigital) de um ser que não se
assemelhava a nenhum ser inanimado, ele existia sim e era vivo, ou talvez quase
vivo! Ele poderia ser um zumbi ou quase uma múmia, mas a verdade é que não se
parecia com um humano. “Opa! A digital de um crocodilo bissexual que adora
ambos os sexos, embora isso seja redundante ou talvez não, pois não se entende
a bissexualidade de crocodilos que gostam de comer pessoas”, pensou
ironicamente o estagiário — na verdade estagiários não pensam, eles apenas
vegetam por um tempo para fingir pensar —. Uma suposta digital que não era de
nenhum ser humano, nem de um sapo, nem de uma borboleta, nem de uma girafa e
nem mesmo de um suíno do Himalaia, gerou enorme repercussão na mídia mundial,
mobilizando todas as nações do planeta, principalmente cuba, que possuía entre
outras coisas, vários grupos simpatizantes de OVNIs, fantasmas e outras pessoas
como Fred, Scooby-Doo, Velma e Daphne. Salsicha não participou, pois estava
tendo casos com outras criaturas envolvidas ao esotérico.
Enquanto
isso, a equipe de investigação se debatia para sobrar alguma esperança no mundo
moderno que estava sendo devastado pela tristeza de não conseguir solucionar o
caso. Pensando em descontrair um pouco todo o pessoal que trabalhava no caso
dos tais desaparecimentos malignos, o lamentável estagiário decidiu farofar com
todo o processo investigatório que já estava num estado deprimente, e fez uma
piadinha infame. As conseqüências dessa atitude, não seriam conhecidas, pois
ninguém liga para o destino trágico
do
estagiário, mas direi que a punição enfadonha foi sua imediata demissão (na
verdade não se demite ninguém por uma piada, a não ser que você faça uma piada
sobre a mãe do chefe ou se você é apenas um estagiário).
“Você está
DE-MITIDO!”, disse Roberto Justus. Caso fosse um estagiário normal teria ficado
feliz com a frase, mas era uma pessoa muito sentimental, e ficou absurdamente abalado,
inconsolável, depravado, revoltado, barbarizado.
Triste,
deprimido e cabisbaixo, o estagiário ao sair de um bar às 18h20min, resolveu ir
a um lugar mais caloroso, como uma sauna, onde relaxou após receber a notícia e
saiu de lá por volta das 23h40min. Indo em direção a uma igreja, quando o
relógio soou às 03h00min da madrugada, se deparou com um crocodilo e ficaria
empolgado e quicando pelos cantos por ver
essa cena,
se não fosse pelo fato de vê-lo traficando drogas ilícitas, como: cocaína,
maconha e
o CD do
Restart, que gerou uma dancinha maníaca, motivo para a exaltação de ânimos
entre o
réptil e
seus clientes — pois imparcialmente falando, Restart é inconveniente e... deselegante—.
Escondido atrás de um carro, o estagiário se deslocou para outra posição com o intuito
de conseguir um ângulo melhor da cena, porém o veículo acabou sendo riscado acidentalmente,
pois algum traquinas, aprontando peripécias, havia espalhado maldosamente
cera pelo
chão visando pregar uma peça em algum desavisado. Ao ver novamente o crocodilo,
os
maconheiros que estavam experimentando o CD do Restart, dançando e usando
outras drogas mais leves que o CD, tinham desaparecido. Apenas sapatos,
sandálias e gorros da Jamaica estavam jogados no chão, e enquanto isso o
crocodilo se encontrava num estado obeso, perdendo volume rapidamente.
Ao ver tal
cena, o agora, ex-estagiário, lembrou do caso dos 41 condôminos desaparecidos,
e associando uma coisa com a outra, resolveu fazer justiça com suas próprias mãos,
porém, ao atacar o réptil, também foi devorado (lembrem-se que o animal era
bissexual e relativamente pervertido, pois já havia dado um trato nas 41
pessoas e não perdeu a oportunidade, ingerindo o lamentável também) e nunca
mais se teve notícias de casos relacionados a pessoas desaparecendo
misteriosamente e de um réptil com dupla opção sexual.
Agora
tenho de finalizar, pois o pouco de Cannabis
que eu tinha acabou.
((Muryel))
Memória RAM
Eis
que me pego pensando na complexa e mirabolante vida que penso para o futuro num
dia cansativo, após três longas e chatas aulas de eletrônica com o Cana-Brava.
É claro que com a minha mente fechada não consegui viajar nem um pouco sobre o
assunto e fiquei muito longe daquilo que deveriam chamar de liberdade.
Liberdade não é apenas poder ir para o Estação quando bem entender e tomar um
sorvete. Liberdade não é poder assistir novelas enquanto se faz tricô. Por mais
que tenhamos uma falsa impressão de felicidade, este não é o caminho que
devemos tomar para alcançar a liberdade. E esta é outra cultura que devemos
erradicar: a ideia de que temos que viver para ser felizes. Felicidade para
você pode ser “tomar um sorvete” ou “se masturbar”. Felicidade para você pode
ser algo que lhe pareça fazer sentir bem. Mas isso não é bom. Não devemos viver
para ser felizes. Podemos tomar todos os sorvetes do mundo, mas ainda
sentiremos um vazio por dentro, e iremos querer “preencher” este vazio tentando
ser felizes. A felicidade é algo destrutivo. E tendo essa felicidade as pessoas
pensam que têm a liberdade. Mas a liberdade está muito longe disso. Liberdade é
viver sem ser influenciado por nada nem ninguém. Ainda estou tentando alcançar
a minha própria liberdade. Tenham em mente que uma vez que se coloca um pé na
liberdade, não tem mais volta. Você será livre o resto da vida e terá alcançado
o objetivo da vida. Tendo alcançado isso, pode-se considerar uma pessoa
acordada, e por mais que seja bom ficar acordado, nunca tente acordar alguém,
pois ela pode não gostar. E quando chego em casa encontro alguns “testemunhas de
Jeová”, e esqueci absolutamente de tudo que estava pensando. O pouco raciocínio
que desenvolvi se perdeu na longa e exaustiva fala dos caros irmãos com uma
bíblia na mão. Eu não lembro nem o que almocei hoje. Aliás, não lembro nem o
motivo pela qual estava escrevendo esse texto.
((Raul))
O tweet escrito retrata um
lado da história realmente muito improvável, tendo em vista que a pessoa
dissertou sobre um sentimento de inveja de um animal. Apesar do rumo da
história em quadrinhos também não fazer muito sentido se colocada no dia-a-dia
de uma sociedade, a frase não tem nenhum cabimento. Já é muito difícil saber
sobre emoções e sentimentos de um ser humano, já foram até estudadas com as
mais diversas experiências, estas incluindo bebês e até macacos, então tendo
isso em vista, os atos de um crocodilo referentes a estimulações do cérebro
para emoções e sentimentos como o de inveja torna-se remota, quase impossível
de se descobrir sem estudos e realmente impossíveis de se adivinhar.
(Carmine Peixoto)
Psicopatas
disfarçados
Graciosos e simpáticos; frios e
manipuladores. Os psicopatas não se importam de passar por cima de tudo e de
todos para alcançar seus objetivos. Egocêntricos e narcisistas, eles não sentem
remorso, muito menos culpa. Se algo ou alguém ameaça seus planos, tornam-se
agressivos. São mestres em inverter o jogo, colocando-se no papel de vítimas. E
estão sempre conscientes de todos os seus atos, pois, diferentemente do que
ocorre em outras doenças mentais, os psicopatas não entram em delírio. Parecem
viver num mundo paralelo, com próprias ideias e planos. Mesmo que não falem
muito, são muito observadores, reparam e pensam em tudo. São falsos amigos,
gostam de recolher informações alheias mas nunca falam de si mesmos e se sentem
incomodados e desconfortáveis com perguntas pessoais. Nunca se sabe do que são
capazes; podem ir ao limite de criar desavenças, manipular relações, enganar e
aproveitar-se de tudo o que puderem. Ou então irem mais longe, espionar,
invadir, roubar, qualquer coisa que cause o mal à alguem e o benefício a si
mesmos. Não vivem em lugares isolados e esquisitos, nada como cavernas e
prédios abandonados. São nossos colegas, alguém do trabalho, um vizinho, um
parente. Alguém que tem a tendência psicológica para tal comportamento,
simplesmente estão presentes na sociedade. Cabe aos outros reconhecê-los, e
principalmente, usar com ponderação a confiança. Esta, depositada nas pessoas
erradas, pode causar grandes decepções.
(Renata Gnatta Borges)
Em grandes
cidades, o crescimento populacional está sendo muito maior do que nos ultimos
anos, sendo assim, casa são construidas onde normalmente seria o habitat
natural de muitas espécies de animais, com essa invasão desordenada, esses
animais ficam sem opção de moradia, então acabam invadindo as casas dos
humanos, que "prenderam" os animais em cercados de cimento, com essa
invasão, não só os humanos se sentem acuados, como os animais também, e com
esse medo, animais acabam por atacar os humanos, e em muitas vezes matam os
seres viventes da casa. Com a morte de muitas pessoas, elas começam a se armar
e passam a caçar esses animais que la habitavam livremente antes da invasão dos
humanos. A caça comaça a se tornar predativa, e algumas espécies de animais
começão e ser
extintas,
causando desordem ambiental, porque quando uma espécie é extinta, logo sua
presa para de ser morta, e ocasiona um volume muito grande de uma mesma
espécie.
(((Carlos
Eduardo Johnke)))