domingo, 22 de abril de 2012

Medidas adotadas


Na tentativa de minimizar o problema constatado, na aula subsequente à entrega da versão final do texto dos alunos, iniciou-se uma discussão sobre esta carência textual a partir da audição, acompanhada da leitura da letra, de uma canção de Adriana Calcanhotto intitulada “Pão doce” e sua interpretação.
Outras músicas foram analisadas e também se iniciou um debate sobre séries como Harry Potter e Crepúsculo, terminando com a análise da HQ da primeira aula, responsável por toda a produção textual desta proposta.
Pretende-se retomar tais discussões sempre que possível durante as próximas aulas, para que, aos poucos, os alunos comecem a ter uma maior percepção sobre a existência de tais textos metafóricos em toda a sua composição...

Resultados esperados vs. Resultados obtidos


Com o 5º período (Ensino Médio), os objetivos de tal atividade eram:

1)      Exercitar a percepção “sensorial” de um texto, sem buscar um completo entendimento, mas, sim, lidar com as emoções e sentimentos que estes podem suscitar no leitor, independente de sua compreensão. Tal exercício é um preparo para a introdução ao Simbolismo e suas poesias, nas quais a subjetividade é uma das principais características;
2)      Desenvolver a capacidade de síntese de um pensamento ou ideia, através dos tweets e, assim, melhor estruturar seus argumentos na produção de um texto maior;
3)      Ter contato com vários textos sobre um mesmo assunto e, assim, ampliar sua visão de mundo no confronto com diferentes outras visões de mundo.

E, com o 1º período (Graduação), os objetivos de tal atividade eram:

1)      Exercitar a leitura de textos não-verbais, uma vez que o curso trabalha muito com este tipo de linguagem;
2)      Desenvolver a capacidade de síntese de um pensamento ou ideia, através dos tweets e, assim, auxiliar no processo de elaboração de um resumo e, posteriormente, uma resenha;
3)      Ter contato com vários textos sobre um mesmo assunto e, assim, ampliar sua visão de mundo no confronto com diferentes outras visões de mundo.

Todos os objetivos apontados acima foram alcançados, em certa medida. Contudo, tendo em vista os resultados textuais obtidos através desta atividade, percebeu-se um problema latente na maioria dos textos e que não era esperado: a dificuldade dos alunos em entender uma “metáfora-texto”, ou seja, um texto todo sendo a metáfora, a alegoria.
A escola aborda, somente, a “metáfora-palavra”, aquela significação figurada num nível frasal apenas, como mera figura de linguagem e com exemplos pontuais. Um texto inteiro funcionando como um jogo de sentidos, de significações, não são vistos em sala de aula.
E, sendo a literatura ficcional preferida entre os adolescentes e jovens nas últimas décadas voltada à fantasia, tal constatação torna-se ainda mais grave, podendo indicar que os alunos entendem estes textos em sentido literal, não conseguindo ir além de uma leitura superficial.

Texto individual final - 1º período Bacharelado em Design – CE62A – S31


Há muito tempo que seres humanos caçam os jacarés. Eles o caçam para se alimentar de sua carne ou usar sua pele para roupas. Mas isso está mudando. Agora não são mais os seres humanos que caçam os jacarés. Os jacarés se rebelaram, e querem mostrar de que são capazes. Eles estão batendo nas portas das casas e se alimentando dos homens sem dó e nem piedade. Já não estamos vivendo em um mundo de paz, a vingança habita nele.
(Bárbara Amin)

É engraçado e ao mesmo tempo inesperado o comportamento do jacará da tirinha por ele se comportar educadamente como um ser humado, saber lidar com elevadores, campainhas e utensílios humanos e, ainda sim manter seu comportamento irracional e animal Também é perceptível como as pessoas estão vulneráveis ao atenderem suas portas. Publicitários, criminosos, vendedores se aproveitam dessa falta de desconfiança e filtro (para pessoas e informações) para conseguir o que querem. O texto ou, no caso, a tirinha, como permite múltiplas interpretações por não ter falas ou textos escritos, pode também ser uma alusão a isso.
JOSÉ ROBERTO CAHALI MARTINHO FILHO

Frequentemente pessoas são vítimas de violência dentro de suas próprias casas, visto que são
abordadas de formas surpreendentes num espaço em que pensamos ser seguro. No entanto, deve-se levar em conta a falta de cuidados contra essas ações.
Podem parecer conselhos bobos, mas existem medidas simples de precaução contra assaltos. Na verdade, gostaríamos mesmo é de ter segurança.
Aline Kubrak

Primeiramente, ao analisar o texto proposto pelo professor, lembrei-me de minha infância quando assistia “Jurassic Park”, onde repteis atacam pessoas. Mas ao discutir com minha colega pude ter uma analise mais incisiva. Percebi uma analogia entre o reptil com um assassino, num momento que um motorista entra distraído no edifício, o “assassino” entra pelo portão ainda aberto, se dirige furtivamente ao apartamento da vítima e a mata. No caminho para a saída, o assassino é flagrado, e num tipo de “queima de arquivo” mata a pessoa.
Matheus Paulmichl Hahnemann

O Jack, o aligátor da boca maldita, espreita a entrada do Condomínio Irlanda na espera de uma chance para fazer mais uma vítima. De baixo de um arbusto, ele espera a hora certa até que sai um rapaz andando rapidamente do prédio, Jack se arrasta passando pela porta antes que essa se fechasse automaticamente. A essa hora da noite o movimento de pessoas pelos corredores e escadas do prédio é quase nulo, e Jack pode caminhar pelas portas dos apartamentos, apenas ouvindo os sons que saem deles, e escolhendo o seu prato do dia. Passando por uma das portas ele ouve uma mulher que aparenta ser de meia idade, cozinhando e resmungando do salário de gerente de um grande banco, que era um bom salário, Jack odeia pessoas que reclamam de barriga cheia, ele resolve tocar a campainha. – Aaaaaa – gritou a mulher ao abrir a porta, Jack a abocanha e em segundos a senhorita tinha virado papinha pra jacaré. Uma testemunha, havia mais um rapaz na cozinha, mas o Jack não deixa testemunhas, apenas alguns segundos e Jack tinha terminado o serviço, aproveitou e lambeu o chão e já tratou de fechar a porta e sair do apartamento, parece que ninguém ouviu o grito, Jack consegue sair sorrateiramente do prédio e volta ao seu lago onde planejara outros ataques.
IGOR ALEGRO NAZARIO

O jacaré da história representa um assassino que não tem culpa de ser quem ele é, pois, a sociedade deixou marcas nele e fez com que ele se tornasse um monstro. Ele faz com as pessoas o que fizeram com ele e usa isso como forma de alívio e vingança.
Os moradores do prédio são as vítimas e são atacados de surpresa, sem esperar tal violência vinda de um inocente animal, que na verdade, é um predador que mata a sangue frio. Isso é uma realidade social.
A tira tem um ar de suspense e horror ao mesmo tempo em que trata o assunto de uma forma irônica.
Juliana Arcângelo

Hoje foi divulgado o desaparecimento de 5 pessoas no edifício Jontepié. Acredita-se que esse fato tenha haver com o assassino, foragido, Jacaré. Uma das moradoras do prédio a estudante de design Ana Tereza que ligou para a polícia acabou de depor. Em entrevista a imprensa ela afirma ter ouvido passos e gritos no prédio e decidiu trancar a porta. A polícia orienta que os moradores dessas redondezas permaneçam alertas, o assassino é extremamente perigoso, e costuma invadir locais que possuem facilidade de acesso. Mais notícias você vê aqui no jornal das nove. Fiquem agora com a novela "e o telefone tocou”. Obrigado
Anderson Caléfi de Almeida

Os instintos animais determinam comportamentos extremos dos indivíduos, sejam selvagens, domesticados ou humanos. É o mesmo impulso que leva um jacaré a espreitar outro animal e então comê-lo, que manda um cachorro esconder um osso, e que manda faz o homem trair seu cônjuge. O homem, apesar de dizer-se civilizado, é capaz de tomar atitudes gratuitas que nem mesmo bichos teriam: matam, machucam, provocam dor com plena consciência do que estão fazendo. Os selvagens caçam e mutilam para defender-se, para alimentarem-se, apenas, não por sadismo, vingança, ganância, como é capaz o homem. Ainda assim, as pessoas esquecem-se das atrocidades cometidas por sua própria espécie e acham-se no direito de julgar o animal selvagem que não conhece ética, que é movido somente por seu instinto.
Gabriela Bara

O texto em quadrinhos produzido por Laerte se refere, de forma irônica e sutilmente cômica, à facilidade que o criminoso de hoje tem para cometer tais atos. Age de forma rápida e cautelosa. Essa crítica é mostrada de forma subentendida no texto. Portanto, inicialmente, surge um sentimento de dúvida em alguns leitores, não sabendo se a história é engraçada, pois, geralmente, Laerte produz textos de comédia, além de, nesse caso específico, a história ser isenta de palavras, permitindo diversas análises.
O protagonista, criminoso, é representado por um jacaré que consegue achar uma vulnerabilidade no sistema de garagem em um prédio. O animal, aproveitando a oportunidade, entra sem ser visto enquanto o portão está sendo aberto e vai em cada apartamento comer os moradores, os quais abrem a porta para o predador. Entretanto, tal violência poderia ter sido evitada caso um morador tivesse se precavido ao abrir a porta e alertasse aos vizinhos sobre a invasão.
Assim, Laerte consegue, peculiarmente, mostrar como o criminoso age sobre sua ingênua presa que com um simples ato poderia evitar certas atrocidades. Pode-se verificar que o ser humano, certo da segurança nos próprios aposentos, perde a noção de que a propriedade particular é um equívoco. Em outras palavras, o ser não tem mais total segurança nem total privacidade nos dias atuais. É importante manter-se alerto.
(Karyne Elise)

O Assassino Selvagem
O jacaré é um assassino por instinto e está atrás de vítimas. Ele espera abrir um portão entra e toca a campainha da 1º casa. Come a mulher que abre a porta, sem dó nem piedade, percebe que o homem viu o ataque e mata ele também e depois mata outra pessoa e outra e outra e outra também.
((Ana Paula Conde))

A rotina nos dá a sensação de segurança. Entretanto, quando algo que não esperamos ocorre e somos surpreendidos, a insegurança passa a fazer parte de nosso cotidiano. Esta situação ocorre no quadrinho de Laerte: uma senhora e um senhor foram engolidos por um jacaré, após o descuido de um vizinho do prédio que não percebeu a presença do gigante réptil quando a garagem foi aberta.
(Juliana Scottini)

A aluna interpretou a tira com certo humor. Da forma como ela se expressou, pudemos entender que o jacaré despertou medos de infância. Se traduzirmos a tira para os dias de hoje, podemos associar o jacaré com a figura do criminoso que age, assim como o jacaré, observando e esperando a chance de “atacar”.
1-      A colega interpretou da mesma forma que eu.
2-      Concordo com o que ela disse, sem mais.
3-      O autor teve criatividade, mas pela simplicidade da charge não tem muito o que comentar, para bom entendedor, ela fala por si só e a interpretação que tive é igual à desta aluna.
4-      Pra mim, ele significa um criminoso e mais especificamente um estuprador.
Outra interpretação é a que o fato de o jacaré ir subindo e ir comendo as pessoas, se partirmos de uma leitura mais maliciosa,  o  uso do termo comer, pode ter uma conotação sexual, tornando o jacaré, o representante de um estuprador. A aluna disse que o jacaré deixou ela com medo de alguém invadir a casa dela e comê-la.
1-      Acho a interpretação infantil.
2-      Achei desnecessário essa interpretação maliciosa.
3-      Achei que a interpretação não teve seriedade e apesar de o jacaré também poder representar um estuprador, o medo da leitora foi extremamente infantil.
4-      Concordo com o fato de ele representar um estuprador, e a malícia da leitura deu um divertimento à tira já que ela é bem sem sentido.
Conclusão pessoal
O trabalho realizado em sala de aula pelo professor Diório foi importante para nós, alunos, para que pudéssemos perceber como uma simples tira pode ter várias interpretações diferentes, às vezes semelhantes, e que para cada leitor ela desperta sensações diversas. Essas reações também podem variar de acordo com o contexto em que o leitor está inserido em um determinado momento, apesar de ela ter sido criada com uma determinada intenção.
Ana Luiza M. C.

Jacaré
A natureza do jacaré é de caça, dizem ser este um animal irracional. Porém, o jacaré da história parece pensar. Independente de ser bom ou mau, ele arquiteta um plano para conseguir sua refeição. Esperto e meticuloso, aguarda um morador chegar para por em prática seu plano, que deve ter sido planejado nos mínimos detalhes. Curioso observar como ele consegue apertar os botões do elevador e campainhas, mesmo sendo um réptil. E que animal guloso! Mesmo comendo humanos inteiros, sempre há espaço para mais um, tornando o episódio nada parecido com os que vemos nos programas de vida selvagem na televisão, onde após ingerir uma presa grande estes bichos ficam dias e dias digerindo-os. Que será que passa na cabeça de suas vítimas em seus últimos momentos de vida? Qual a surpresa de um morador ao abrir a porta e dar de cara com algo tão inesperado quanto um animal selvagem? Medo talves, surpresa sem dúvida, e talvez não haja tempo para sentir mais nada.
(Paula Carolina Polakoski)

A habilidade que o s criminosos dos dias atuais apresentam para exercer suas atividades são cada vez mais impressionantes, impactantes e inesperadas, a ação deles parece verdadeiras histórias de terror, calculadas nos mínimos detalhes para que não se tornem futuramente casos desvendáveis. Os criminosos conseguem atingir e quebrar todas aquelas barreiras de proteção que criamos para fugir de situações possíveis. Mas, não é mais possível planejar defesas competentes uma vez que mais rápidas e aprimoradas se tornam as ações deles. Esta realidade a que estamos expostos se torna cada vez mais semelhante ao que era ficção, o que
se via em filmes, seriados, e livros, o que parecia somente fruto da imaginação de autores agora faz parte dos noticiários e do drama diário vivido pela sociedade, que fica diante das cenas mais absurdas e chocantes do dia-a-dia. Na tirinha de Laerte é isso que vemos, o jacaré como o assassino, que ataca friamente tendo sua primeira vitima e em seguida elimina também a testemunha.
(Ariane)

O jacaré é retratado como rápido, oportunista e inteligente, alegando que o réptil sabe como e quando agir, mesmo com a fome e a gula lhe aporrinhando, institivamente busca mais vítimas seguindo a ordem decrescente dos apartamentos, andares e da fome que sentia (e também do elevador).
Segundo o autor dos 140 caracteres, o bicho é sagaz e humanizado, calculando minuciosamente cada passo de sua busca por comida, como se fosse uma saga. Não sendo apenas isso, o quadrinho mostra de forma divertida, a ação de oportunistas, com truques e malandragens, e como seria fácil a atuação desses atos.
(Danielly Fernandes Rosa)

Hoje em dia os animais estão sem habitat pela ocupação humana e assim eles acabam recorrendo as civilizaçõespara se alimentar, viver, procriar, etc.
Os humanos acabam destruindo o habitat animal, e isso causa transtorno ao mesmo e ao próprio ser humano, pois árvores são derrubadas assim causando um problema grande em relação ao oxigênio que afeta a todos. Então teria que ocorrer uma mobilização de conscientização social para melhorarmos o nosso ecossistema e melhorar a vida de todos no planeta. O ser humano não se preocupa com o ar, com a água, até precisar e não ter mais, aí todos vão ficar desesperados, só que o que vai acontecer futuramente já está “programado” a tempos e da mesma forma continuam gastando água demais e está sendo muito utilizado carros também, que acaba agredindo o meio ambiente.
A população tem que se conscientizar e cuidar do nosso planeta pois a tendência é o mundo acabar graças ao descuido humano.
(ANDRÉA CRISTINE OTTMANN)

Animais são seres irracionais, agem por instinto, e o jacaré da tirinha do Laerte não é diferente, apesar de agir como se soubesse o que estava fazendo, como se tivesse planejado o que fazia, realizando atos humanos, se escondendo e utilizando elevador e campainha.
Ainda assim, agiu como que por instinto de sobrevivência, percebendo que os humanos invadindo seu habitat natural, destruíram suas chances de sobreviver, os animais acabam indo para a zona urbana, tentando adaptar-se a esse novo meio, novas maneiras de sobreviver, e lá não têm nem alimentação adequada. Podemos ver que esse jacaré agiu de duas maneiras: a primeira seria num instinto assassino, e a segunda por sobrevivência, já que não havia meio de alimentar-se na natureza, saindo da mesma para caçar no meio urbano, se alimentando de pessoas.
Quando esses animais saem de seu habitat e vão para o meio urbanizado, dificulta a continuação da espécie, pois os mesmos se espalham e com dificuldade reproduzem-se. Este é um problema constante na atualidade, com a invasão e desmatamento das florestas brasileiras, os animais migram de seu habitat e outros morrem, dificultando a continuidade da espécie.
(Thayrine Eloíze Willrich Pires)

A rotina, além de fazer com que fiquemos sempre caindo em lugares-comuns, acaba nos trazendo uma certa segurança no cotidiano, nos atos que praticamos, de modo que, qualquer novidade ou ação inesperada, associadas a desatenção, faça com que nos sintamos deslocados dentro da própria rotina e surpresos ao ter que executar a vida diária. Se apropriar dessas “falhas” e da irracionalidade dos animais – no caso, um jacaré – foi, provavelmente, o modo para chamar a atenção dos leitores usado por Laerte. A irracionalidade e a improbabilidade que um jacaré no meio urbano poderia causar foi usada de forma irônica, pois se vê claramente nos quadrinhos que o animal raciocina de forma instintiva quanto ao que fazer e como agir.
(LAURA CAROLINA GAFURI)

Texto individual final - 5º período Gestão de Pequenas e Médias Empresas – CE05A T61


Quando um ser humano faz algo muito errado, ele procura esconder ao máximo todos os indícios de seu erro e, segundo o texto, isso ocorre com o jacaré também. Para garantir que ninguém descubra o erro causado pelo jacaré, ele eliminou os indícios do seu crime eliminando a pessoa que estava próxima a ele. A natureza dos seres vivos faz com que eles nunca consigam admitir que usaram de covardia para fazer com que outro ser vivo possa sofrer pelo excesso de covardia por parte do ser inicial. Ao matar o homem, a única solução encontrada pelo jacaré foi tirar a vida da outra pessoa presente, porque sua natureza o faz sentir-se inseguro em relação ao assassinato do homem que estava dentro de sua casa vivendo sua vida simples em volta de pessoas hipócritas que manipulam suas vidas por meio de pensamentos transmitidos verbalmente com ênfase, causando surpresa e segurança na pessoa que está ouvindo.
Zanella Dias

Visões, alucinações, ilusões são alguns sintomas do uso de drogas. O fato de algum dizer ter visto um jacaré entrando em seu apartamento, comer sua mãe e depois comer seu pai, pode ou não significar que esta pessoa é, realmente, um usuário de drogas, mas que ela possua distúrbios mentais, ou que é louca. De qualquer forma, droga é um problema que afeta todos os países, pois esta afeta não só as classes baixas, mas também afeta as classes média e alta; logo, afeta um potencial produtivo futuro do país. Por afetarem o psicológico das pessoas, elas criam alucinações, dão uma idéia de viagem a outro mundo. Esses sintomas devem ser tratados assim que aparecerem no usuário de drogas. Uma forma de recuperação é levar o usuário a uma clínica de reabilitação, pois a droga cria um vínculo muito forte, que é a dependência, e muitas vezes esta se torna química e psicológica. Atualmente, existem muitos programas que ajudam desde a conscientização do não uso à o tratamento e reabilitação dos usuários. Porém isso não é suficiente, estes programas precisam da colaboração dos familiares, que são as pessoas em quem mais confiamos, a conscientização familiar é a melhor arma no combate às drogas. Como citado, deixar a pessoa chegar ao ponto de ver jacarés devorando os pais já extrapola os limites sociais, sendo assim, a família deveria ser responsabilizada pelos atos contra a sociedade realizados pelo usuário. No entanto, se cogitarmos a possibilidade de um jacaré invadir um prédio e comer dois moradores, a situação ambiental da região deveria estar em estado crítico, onde o jacaré não conseguiria encontrar seu alimento em seu habitat natural a ponto de ir à cidade encontrá-lo.
Guilherme Surek

Durante nossa vida, nos deparamos com várias situações perturbadoras: vemos pessoas passando fome, na miséria, tendo que recorrer a métodos considerados imorais para sobreviver.
Todos os dias, nas grandes cidades, seres humanos fazem o impossível apenas para se alimentar. A comida é uma necessidade primária, um dos pilares da nossa sociedade. Sem alimentação suficiente, toda a organização social e as virtudes humanas somem, como ilustrado no filme “Ensaio Sobre a Cegueira”. O homem volta para seu estado selvagem quando passa fome de verdade. Como aceitamos viver em uma civilização onde pessoas são obrigadas a se comportar como animais para sobreviver? A fome é um problema mundial e muito sério. Enquanto não for tratada como tal e combatida com esmero por toda a população, o problema original persistirá.
Todos podem ajudar, seja por meio de ações concretas, doando alimentos e acompanhando comunidades e pessoas carentes, ou de forma indireta, como, por exemplo, lutando pelos direitos dos menos favorecidos na política e conscientizando amigos e conhecidos. A fome é o verdadeiro estanque da sociedade, e sua erradicação deveria ser considerada prioridade.
Alice de Perdigão Lana

JACARÉS INVASIVOS
Nas cidades grandes existem vários tipos de “jacarés” que podem vir a bater nas portas de casas para “engolir” um pouco da vida humana. Pode ser que um vendedor queira convencer alguém a comprar algum produto. Existe em grande gama de produtos que são vendidos de porta em porta: cosméticos, perfumes, Barsa, queijos, panos de prato, entre outros produtos. Outro tipo de “jacaré” que pode vir bater na sua porta são testemunhas de Jeová que procuram convencer que suas crenças são as mais certas para os moradores que foram tirados de suas rotinas para atendê-lo. Alguns moradores de rua também podem bater nas portas. Eles podem para pedir comida, dinheiro ou qualquer coisa que posa ser útil para suas vidas. Dependendo do tipo de entrega carteiros também tem que tocar a campainha para que o proprietário assine que realmente recebeu a entrega. Por ultimo existem os “jacarés” que não são tão maus que é quando um amigo vai visitar outro para conversar e passar algum tempo, por que, por mais que eles “abocanhem” um pouco do tempo, geralmente são uma boa companhia. Em todas situações quando alguém tem que atender a porta é um pouco “abocanhado”, seja o seu tempo, sua paciência ou sua tranquilidade. Por esse motivo muitos moradores das grandes cidades vivem inseguros que “jacarés” bastam em suas portas e por ele sejam “abocanhados” por inteiro.
Laura Amaral

O Ataque
Na madrugada de quarta-feira, 04 de abril, um jacaré foi encontrado em um prédio residencial após devorar todos os funcionários e quase todos os moradores. Andressa, única sobrevivente do massacre, escapou ao se trancar no banheiro após ver o animal atacar seus pais. A garota, apavorada, tentou chamar as autoridades, mas ninguém acreditou em sua história. Com isso, a adolescente de 16 anos passou a enviar mensagens de texto para seus amigos pedindo por ajuda. Com o grande número de ligações a respeito do ataque, a polícia enviou algumas unidades e o jacaré foi dominado. Acredita-se que o animal tenha sido submetido a experiências de alteração de metabolismo e, por isso, foi capaz de devorar tantas pessoas.
Leonidas Lopes Filho

Como descrever algo que não entendo? A viagem das idéias nós tentamos escrever, a passagem dos fatos, tentamos compreender. O pensamento é uma coisa indecifrável, que varia de cabeça para cabeça. Sem base fundamentada, não faz sentido algum. Será possível transpassar alguma opinião, sem ao menos entendê-la? A resposta talvez seja não. Como o impossível é só questão de opinião, nós sabemos que um texto pode ser entendido de forma errada, entendido não da maneira que o autor tentou passar. Com filosofia e um pouco de imaginação, o entendimento é dado a partir do momento que a leitura do texto é iniciada. E nada como conseguir viver e se sentir inserido no texto.
Enfim, nada mais pode ser escrito, a não ser a incapacidade de compreensão de idéias não concretizadas.
Matheus Felipe Fagundes das Neves

Em um pesadelo de criança é comum a aparição de monstros devoradores de pessoas, que causam extremo terror nas crianças, por vezes tais pesadelo voltam com monstros sob outra formas. Trazendo também sensações de medo e tensão.
Monstros que engolem pessoas, pessoas que "engolem" pessoas e por isso são monstruosas nessa sociedade e ninguém importa-se realmente, porque muitas vezes não damos alguma atenção aos outros, humanos menos racionais, tratando-se e agindo como animais. Irracionais ao ponto de agirem apenas por impulso, por assim dizer instinto.
É um pesadelo, que causa agonia quando pensa-se a respeito. O ser humano não precisa de um monstro predador, as próprias pessoas acabam com a sua espécie, e não basta isso, tem uma necessidade de destruir tudo a sua volta.
Milena Carolina Ribeiro

Ontem, dia 02 de maio, um crocodilo invadiu um prédio na região norte de são Paulo. Após entrar no elevador, subiu ao décimo primeiro andar e, demonstrando ser um animal inteligente, tocou a campainha e atacou os moradores. O animal foi avistado por um vizinho, e este ligou para a policia, porém, acreditando se tratar de um trote, a policia ignorou a chamada. Somente após cerca de duas horas, quando o zoológico da cidade ligou para a policia avisando a fuga de um crocodilo, a policia resolveu investigar o caso. O crocodilo, que possuía mais de três metros de comprimento, só foi capturado na manhã seguinte, após ter matado três pessoas entre os Quatro andares por onde passou. A Policia ainda investiga como o crocodilo entrou no prédio, e a conduta dos policiais que atenderam a ligação. O prédio foi isolado para que as investigações ocorram, e as gravações da câmera de segurança estão sendo analisadas, porém nenhuma outra informação foi divulgada.
(Lucas Silva)

Algumas vezes ouvimos ou lemos, ou sentimos, podemos também cheirar ou ainda degustar, mas todas levam a existir diversas histórias diferentes, pois a busca pelo conhecimento se da a partir do momento que alguma história de que não temos conhecimento, nos faz imaginar possibilidades e finais magníficos. Às vezes não compreendemos de primeira. Um leitor se apossa de um material que trata de determinação, entendemos de modo simples. É como se fossemos grandes sábios, que possuíssemos todos os conhecimentos de leitura. Nestes casos é importante pensar sobre o assunto e tentar contextualizar os dados perante sua importante mente abrangente, para que possamos captar todas as idéias e dinamizá-las em conhecimentos no texto, questionar-se sobre a própria experiência de vida. Se tal atitude não for para duvidar, questionar e debater são necessários um conhecimento básico do assunto referente a usar uma linha de raciocínio mais abrangente e eficiente para o entendimento da opinião do autor.
Pirar através dos pensamentos é algo comum quando se trata de filosofia ou pensamentos filosóficos, como se estivesse filosofando em cima da obra. O receptor trata de pesquisar ou até mesmo filosofar. Apenas tendo filosofia, o berço de todo ciência atual, de grande importância no texto. Desse modo é possível ter uma visão inicial de um modo de compreender o conteúdo com esses dons. Podemos cultivar, criando assim super-humanos, capazes de se destacarem no contexto atual diferente do texto, viajando nas idéias inusitadas.
A capacidade de viajar no futuro é algo que os cientistas buscam e almejam, pois poderá ser um grande pensamento e, descobrindo formas à iniciação de pessoas no mundo onde tudo é pensado. Buscando as formas mais rebuscadas e diferentes para produzir esse texto exótico, enfatizando o raciocínio que pareciam ilógicos a princípio fora do censo comum. Realmente acarreta destas loucas e diversificadas formas de arte, formando a arte moderna, criações abstratas e sem sentido. Essa linha de raciocínio criada na antiguidade pelos certos indivíduos.
Interpretar o conteúdo lido é um pré-requisito para fazer testes de seleção na área de língua portuguesa dos filósofos, visando analisar as dúvidas e se necessário é importante incentivar os leitores a esclarecer.
Analisando suas dúvidas, pode buscar resolvê-las, procurando respostas, discutindo o assunto com outras pessoas, para que as dúvidas sobre a opinião do outro alguém comece a buscar as respostas. Foi a primeira coisa que os filósofos buscaram para se resolver, e suas idéias puderam ser debatidas e assim, a busca por respostas leva a interpretações, as quias lhe darão uma visão mais contextual do assunto, uma versão mais evoluída, mais rica e proveitosa de certo tema, onde há diferentes modos de interpretar.
Questionar é a forma mais clara e fácil de buscar respostas e aprendizado às soluções. Trazendo o conhecimento pra outras pessoas, funcionando da mesma forma, buscando a resposta a sua pergunta, tendo o conhecimento pleno, que pode estar em estado de confusão. Tudo iscando as respostas, achando os conhecimentos necessários à infindável busca pelo conhecimento, só direcionando, não apenas a sua satisfação, mas também a dos filósofos como Tales, Heráclito, Efeso, Platão, Sócrates e outros sobre o assunto. Os grandes filósofos foram Sócrates e Pitágoras, as chances deles se aceitarem eram poucas, mas buscaram se entender os principais contribuintes para tal situação da tão buscada compreensão, criando laços, entre pessoas que buscam as mesmas coisas, o mesmo objetivo que através de suas conclusão permitiram que outros a aparecer mais claros que os filósofos, pois a mente delas era mais aberta e sujeita a novos encontros com as respostas para duvidas sobre diversos leitores que assuntam o pensamento.
LEONARDO FRANCO VALENTE DOS SANTOS

Atualmente, a poluição vem prejudicando o meio ambiente, e o desmatamento acontece cada vez mais. Ou seja, devido a atual situação ambiental, o pobre jacaré acabou buscando alimento fora do seu habitat natural. O jacaré foi para a cidade e, afetado pela intensa poluição, acabou achando alimento em um prédio, onde entrou e devorou um homem e uma mulher.
A tragédia nos faz pensar e refletir como nós, homens, estamos interferindo na vida dos animais, nas florestas e no efeito estufa. Mas cabe a cada um analisar o que lhe foi apresentado, e rever seus princípios enquanto cidadão.
Katiane Dalla Vecchia

Em um edifício da cidade, algo fora do comum sucedeu. Um jacaré entrou no referido prédio, pelo portão enquanto um morador entrava com um carro, o animal subiu com o elevador até o 12º andar, tocou a campainha de uma moradora. Quando abriu a porta, a mulher foi devorada pelo réptil. Após o ocorrido, o jacaré com uma fome insaciável, sobe para o próximo andar, toca novamente a campainha e, provavelmente, para atacar mais uma vítima. Com esse desfecho, a história nos remete à lembranças de quando éramos crianças, sonhando como se estivéssemos em um prédio da morte.
Thais Caroline

Jacaré faminto
Um jacaré que invade um prédio e devora a todos. Uma situação que geralmente não é vista na vida real e causa medo e um sentimento de pena com quem passou por isso. O leitor coloca-se no lugar da pessoa, temendo que o ocorrido possa acontecer com si próprio. A pena e o “credo” presente na sociedade é manisfesto por todos aqueles que se preocupam com o outro. Mas, por mais que nós sintamos muito por quem está sofrendo, é muito improvável que iríamos trocar de lugar com a pessoa, ou na situação apresentada, que vamos dar a nossa vida para que o jacaré nos devore ao invés do próximo.
Nos faz uma reflexão de que ao mesmo tempo nos preocupamos com o próximo e o quão somos egoístas e prezamos a nossa própria vida.
Pâmela Kieuteka

Semana passada aconteceu o WTFPR Awards 2012, o evento ocorreu no magnífico Mini Auditório do Campus Curitiba. A grande atração foi o Jacaré Joe, também conhecido por Senhor Jacaré, por causa de sua astúcia e por ser um grande ator. Ele levou o prêmio de melhor ator, por meio do filme “A chacina do 12º”. Como premiação, ele ganhou o famoso Abacaxi Tónhonhoim, cobiçado pelos mais famosos artistas da nossa Cidade Cinzenta.
Outro filme muito premiado foi o “E-300, Why?”. Também, houve alguns protestos contra a utilização de uma vila ecológica, que, segundo os alunos, fica em um lugar de difícil acesso.
A festa foi extremamente luxuosa, com o Buffet feito pelo Djalma Lanches, as bebidas foram divididas entre as famosas gasosas do Montesquieu e as geladíssimas cervejas do Old News. As entradas ficaram por conta do jovem Didi.
Foi uma grande festa para todos os alunos da UTFPR, que gostaram, mas, como sempre, fizeram reclamações, mas a maioria ficou feliz com o ilustre evento.
Luiz

A fome é uma necessidade humana, tanto física como psicológica, e precisa ser saciada do jeito mais rápido possível, já que possui um envolvimento grande com o cérebro, fazendo com que, na necessidade, a parte irracional venha à tona sobre a racional. Desta maneira, é comum encontrarmos pessoas que fazem “de tudo” na busca de alimentos, como por exemplo, roubar, ferir inocentes e, na maioria das vezes, nem possuem plena consciência das atitudes que estão tomando.
Assim surgem muitos marginais; pessoas de rua que precisam e sentem muita vontade de comer, mas não vêem outra maneira além do crime. E é uma questão extremamente irracional, você quer e necessita de comida para viver, portanto vai atrás, não importando os obstáculos que tenha que enfrentar. É questão de sobrevivência, está na essência do ser humano obter energia a partir de alimentos e seus nutrientes.
Mesmo o instinto humano sendo uma coisa extremamente poderosa, deve-se conter os marginais que cometem crimes violentos e é necessário disponibilizar ajuda para as crianças de rua, oferecendo vagas em orfanatos e casas de abrigo, ou apenas alguma refeição diária para preencher o mínimo das necessidades de energia e vitaminas do dia. Sinceramente, uma das piores coisas do mundo é ver uma criança seca e desnutrida, passando fome, atrás de comida.
Ricardo

Rir!
O humor é uma coisa subjetiva: o que me faz rir pode, muitas vezes, passar muito longe do engraçado para a maioria das pessoas. Mas existe aquele tipo de pessoa que se recusa a rir, ou
pelo menos a tentar rir, o tipo de pessoa que prefere mostrar como odeia certa coisa, ao invés
de mostrar como adora outra. Infelizmente, essas pessoas compõem a maioria da população.
São pessoas que preferem fazer chorar a rir, pessoas que não apreciam a felicidade alheia, e por isso, reciprocamente, não são apreciadas por ela. Sei que a felicidade também é subjetiva,
uma pessoa não precisa rir o tempo todo para ser feliz, mas rir faz bem para a saúde, para a alma e para a vida .Se todo mundo ficasse feliz com a felicidade do próximo, o mundo em si seria um lugar mais feliz. As pessoas só esquecem-se de um detalhe na hora de viver: ou você
goza da vida, ou a vida goza em você.
Jhonata Diogo Cordeiro

As diversas interpretações originadas de um texto Ao lermos um texto, seja ele de qualquer gênero (carta, propaganda, e-mail, história em quadrinhos, crítico, entre outros), tendemos a interpretá-lo de maneiras diferentes, de acordo com nossa opinião, nossa visão de mundo que adquirimos ao longo de nossa vivência e experiência. O texto tem por objetivo principal a tentativa de transmissão de algo, uma mensagem para alguém. Podemos claramente perceber essa situação ao lermos uma história em quadrinhos, pois ela nos instiga a pensar e interpretar a mensagem ali existente, de maneira distinta de outro indivíduo que possivelmente venha ler o mesmo texto.
Isso ocorre porque, ao nos depararmos com a figura presente na história, nossa imaginação imediatamente passa a tentar organizar o conteúdo de acordo com os “recursos” – experiências e princípios – disponíveis. Porém, cada um é diferente do outro, possui opiniões e experiências diversas. Isso explica o fato de que, quando tentamos expor nossa interpretação, podemos identificar visões completamente diferentes ou opostas às nossas. Com a história em quadrinhos vista em sala, a qual diz respeito a um jacaré que invade um apartamento e devora os moradores do prédio por estar com muita fome, pudemos extrair várias conclusões: para uns, o jacaré só fez isso por estar faminto, chegando a tal ponto de se comportar de uma maneira “sobrenatural”. Para outros, o fato de o jacaré estar fazendo isso, se deve ao desmatamento e a caça de animais em extinção, fato cada vez mais frequente em nosso planeta. Em alguns casos, podemos ter interpretações significativamente diferentes destas, com expressões do gênero: “Esse texto não acrescentou nada em minha vida” ou também: “Eu não senti nada ao ler esse texto”. Com base nas diferentes opiniões e interpretações, nenhuma dessas “idéias” está errada, pois cada uma delas apresenta uma visão única e pessoal de cada indivíduo. Podemos concluir que as diferentes opiniões são de extrema importância, pois, é por meio delas que chegaremos de maneira mais exata à respostas certas, seja em um texto, seja na vida e no dia a dia da sociedade!
Vanessa Aline dos Santos

“Senti-me no prédio da morte.”
É interessante atribuir ao local a aflição comunicada. O prédio seria um cenário comum onde
o personagem absurdo, que leva o terror à história, age. A fotografia dos quadrinhos, porém,
contribuiu para que o terror do assassinato seja muito reforçado no cenário.
A facilidade das pessoas em se afligirem também é notável. Não é necessário que a história seja verossímil à realidade para que fiquemos tensos diante do texto que apresenta terror. Para nos “sentirmos no prédio da morte”, basta estar diante da imagem ou da descrição de um, por mais absurdo que o texto seja. O ser humano tem facilidade em identificar-se com realidades fictícias, opostas ou absurdas. Facilidade de mergulhar nelas e confundi-las, a ponto do corpo da vida real estar tenso ao ler um texto de realidade fictícia. Também percebemos como trazemos a intertextualidade facilmente à interpretação de qualquer texto. A expressão “prédio da morte” é claramente intertextual.
Raquel Purin de Sousa

O sentimento devastador
Perdão já não é uma palavra muito comum no vocabulário da sociedade atual. A população só quer saber de uma palavra: vingança. O rancor que as pessoas guardam é, às vezes, difícil de acreditar, pois é causado por motivos tolos e levianos que levam o individuo a cometer disparates.
Existem diversos meios de cometer uma vingança, há os mais saudáveis, em que o vindicativo só quer dar uma lição em quem o prejudicou. Mas também há casos mais extremos em que a desforra é tão cruel que torna alguém que era uma vitima inocente, em um assassino. Esse sentimento não traz felicidade para ninguém, e não repara os erros do passado.
Alguém que já sofreu sede de vingança sabe que não é fácil lidar com a situação. Nesse momento o ideal é buscar apoio emocional em quem importa de verdade: familiares, amigos e em casos mais extremos, a ajuda de um profissional é muito relevante.
A frase “vingança é um prato que se come frio” não é apenas um ditado popular, o significado deve ser levado a serio. A dica mais preciosa que se pode dar a quem sofre desse mal é: mantenha a calma. No futuro é só olhar pra trás e perceber que valeu a pena.
Andressa

O prêmio “Abacaxi” é um dos mais importantes do WTFPR Awards. Todos os semestres, o Abacaxi é entregue ao personagem principal da história, conto ou tirinha mais ilustre apresentado durante as aulas de Língua Portuguesa da UTFPR. Neste semestre o premiado foi o Jacaré (também chamado de Crocodilo) da Tirinha Sem Nome de Laerte, apresentada para a T61 do quinto período. Apesar de deixar os alunos de Gestão Empresarial (e demais dependentes e adiantadores) confusos com a aparente falta de nexo de seu enredo, o Jacaré conquistou o público com o seu carisma e irreverência de suas ações. Capitu, vencedora do Prêmio Abacaxi do semestre passado, diz estar ultrajada com tamanho reconhecimento dedicado a um personagem tão “simples e primitivo”. “Já não podemos mais dar valor à decisão dos jurados do Prêmio Abacaxi, não depois dessa escolha deprimente” diz a personagem. Alguns alunos também não aprovam a premiação. “Não tô entendendo nada” disse um discente que preferiu não se identificar. A equipe do WTFPR Awards não se manifestou sobre o caso.
Maria Victória

Não é propício trazer animais selvagens para viver em meio urbano. Como estão acostumados a viver na natureza, caso fujam, podem sair de controle e causar tragédias, como devorar os seus vizinhos. Perdidos na selva urbana, os animais terão o instinto à flor da pele, agindo compulsiva e ferozmente. Poderíamos pensar que a cidade os tornaria mais civilizados, mas parece que o que acontece é o contrário.
Talvez nós humanos também sejamos um pouco como os jacarés soltos no meio urbano.
Sempre prontos para devorar uns aos outros para atingir nossos objetivos. Então, parece-me melhor que deixemos os selvagens nos locais a que pertencem, onde podem liberar seus instintos, para que a cidade possa continuar um local civilizado. Para que toda a selvageria possa partir de nós, e nossos vizinhos não sejam devorados, apenas roubados, enganados, assassinados e iludidos.
Helena Resende Ribas

De certo modo o ato do crocodilo pode ser considerado covarde, pelo simples dato de ter comido uma pobre idosa seguidamente de um velinho inocente. Este que estava descansando na sua cama, sem se preocupar com os perigos em volta (isso inclui o crocodilo). Se aproveitando da situação, o animal seguiu para a próxima vítima, sem ao menos deixar um rastro em seu caminho. Agindo desta forma, garantiu não ser descoberto de uma maneira inteligente, pois o humano provavelmente irá culpar outro de sua espécie, e não um animal clandestino sem sentimentos concretos, que não podem ser definidos. A ação executada pelo ser pode ter sido consequência do seu instinto voraz, que o leva a pensar somente em si mesmo, sendo egocêntrico e ignorante.
Em relação à visão dos seres humanos na cena, pode-se citar a falta de segurança e o desespero ao ver um jacaré faminto solto pelo prédio. Se pelo menos algum segurança houvesse prestado atenção suficiente para notar algo verde e diferente se movendo, a situação poderia ser evitada, prolongando a vida da pobre senhora e do moço que se encontrava numa situação tranquila no seu quarto. Considerando o desespero de uma pessoa ao encontrar um jacaré solto pelo apartamento, a visão muda, pois no momento a pessoa se encontra eu um estado de choque sem a possibilidade de uma reação imediata, somente pensando no que poderá ocorrer após ser devorado (a) por um bicho feroz e incontrolável. De qualquer modo o texto pode ser resumido na ideia da voracidade e falta de piedade por parte do animal.
Paulo Otavio Panichek Ribeiro

Necessidade
A fome é traiçoeira. Não importa se é homem, bicho ou planta; todos necessitamos comer para sobreviver. Quando a fome aperta, não há diferença política, racial ou cultural; todos agem por instinto, todos procuram matar a fome.
Há pessoas carnívoras, vegetarianas, umas adoram peixe cru, outras, por um período de tempo, não comem nada, pois, em algum momento da vida, acharam que comeram de mais. Em momentos extremos, pessoas já tiveram que comer carne humana, carne de sua própria espécie.
Não importa quem seja, o lugar ou o dia; a partir do momento em que começamos a existir, todos necessitamos saciar a fome.
Bruna Santos Colaço

Após ver o quadrinho que o professor trouxe para a aula, a aluna escreveu um pequeno texto sobre ele. A aluna provavelmente sentiu fome ao ver o quadrinho, entretanto esse sentimento não foi passado de uma forma muito clara, visto que ela praticamente apenas relatou o que viu no quadrinho e disse que o jacaré estava com fome. Entretanto ela não relatou o que sentiu ao ver o quadrinho, e somente fez as suas observações pessoais, mas sem relatar seus sentimentos, fugindo assim da proposta inicial. O texto da aluna foi muito bem estruturado, usando a língua portuguesa de uma forma muito coerente. Entretanto seu texto se tornou muito repetitivo, falando somente sobre o quanto a fome é devastadora. A aluna deu uma enrolada colocando um retecências (…) no final do texto, mostrando que seu texto ficou menor do que o tamanho proposto, e ela poderia usar esse espaço para fazer suas observações pessoais ao invés de se preocupar tanto com o tanto de fome que o jacaré sentiu. Caso a aluna tenha realmente sentido fome ao ver esse quadrinho, esse sentimento não ficou claro pois ela relatou somente sobre os sentimentos e desejos do jacaré. E, apesar de muito bem estruturado, faltou a aluna fazer suas observações pessoais.
Kelly Brack

A sabia infância
As cenas do texto podem lembrar um pesadelo de uma criança em meio a sua inocência mas ao mesmo tempo nos causa aflição, tensão, agonia e muitos outros adjetivos do tipo. Pois o jacaré começa a comer as pessoas pela cabeça. Pode-se analisar que as nossas ideias de criança , permanecem em nós e elas morrem a medida que nos distanciamos e os monstros da nossa vida vem e as destroem. Pode também ser isso uma critica a sociedade mostrando que a sabedoria pode nos salvar mas a falta dela pode nos matar. E devemos guardar pra sempre nossos sonhos de infância , e procurar sempre destruir nossos pesadelos.
(Kesller)

A religião, ou a igreja em si, tem um papel importante na sociedade que nos prende à manipulação, ou seja, o sistema.
Vários pontos de vista, vários deuses, e infelizmente, muita gente ignorante predomina no mundo. Por causa de divergências relacionadas à fé, a diversidade de culturas e o orgulho do ser humano, faz com que ele tente sempre provar que está certo. E o fator ou motivo mais especulado e discutido, é a religião, usada para disciplinar o povo e constante alvo de brigas, pois uma religião sempre se diz melhor que a outra e com esse impasse, procuram meios de provar, meios de convencer os céticos. Muitas vezes esses meios acabam sendo persistentes demais e por fim acabam irritando os ouvintes, que se sentem coagidos. Isso é uma falta de respeito à liberdade de opinião, um atentado a ideia própria.
Há anos as religiões fazem isso, desrespeitam as ideias racionais e priorizam apenas o poder e os bens materiais, sendo uma instituição hipócrita, que se contradiz ao explorar a fé dos devotos inocentes e roubá-los a inteligência, colocando-os contra a parede e lhe impondo regras e punições.
A liberdade de opinião é um processo contínuo dentro de nós, através do “não se importar” é que damos um passo importante para a evolução.
(Aline)

Após interpretarmos uma história em quadrinhos sobre um jacaré que devorou os moradores de um prédio é quase impossível não sentir absolutamente nada em relação à história interpretada.  Apesar de a história ser um pouco surreal é capaz de tirarmos várias conclusões.
Quando você lê alguma notícia sobre um assassinato, independente que seja sobre um animal ter matado uma pessoa, é provável que você sentirá algum sentimento como: raiva, dó, indignação e até mesmo surpresa. Mas, dizer que ficou indiferente sobre a situação é meio difícil de acreditar. A história que tivemos que interpretar eram desenhos, talvez tenha sido por isso que algumas pessoas não levaram tão a sério, mas se tivessem falado que a história era baseada em fatos reais – apesar de ser impossível  de acreditar que um jacaré subiria em um elevador e apertaria a campainha –, talvez assim as pessoas tivessem enxergado além de simples desenhos e uma história sem pé nem cabeça.
(Jayne)

O jacaré, depois de anos vivendo no pântano, percebeu que sua animalidade estava muito irrelevante. Decidiu mudar. Cansado de se alimentar de animais e pescadores, resolveu ir para a cidade. Chegando lá, passou algumas horas pensando em como iria surpreender a todos. Lembrou-se que, há muito tempo, esteve no topo da cadeia alimentar, mas que, com a chegada do homem, perdeu este posto e teve que se esconder no pântano. Estava na hora disso mudar. O jacaré, criativo, malevolente, esperto, tinha seu plano em mente. Foi até o seu objetivo. Entrou. Escondeu-se. Preparou-se. E cumpriu.
(Raphael)

A Vingança dos Derrotados
Com o desmatamento crescente das florestas brasileiras, os casos de animais selvagens “invadindo” cidades e interferindo no dia-a-dia humano vem crescendo cada vez mais.
Estamos ficando habituados a vermos notícias de animais se refugiando em grandes centros urbanos. Animais de grande porte como onças e jacarés, como também animais de pequeno porte como gambás e pássaros.
Apesar de na grande maioria das vezes esses animais serem retirados por entidades ambientais responsáveis, muitas vezes eles são sacrificados pelos moradores locais. Isso mostra uma grande crueldade com os animais, pois além de tirarmos os seus habitats naturais, ainda os sacrificamos quando os mesmos tentam, apenas, sobreviver.
A solução ideal para esse problema seria a parada imediata do desmatamento no Brasil, mas sabemos que isso é uma utopia. Então a solução mais adequada seria a recolocação desses animais desabrigados em outras regiões, ou em parques ecológicos dentro das cidades.
Não são os animais queo estão invadindo as cidades com mais frequencia, e sim os homens é que estão invadindo a natureza cada vez mais.
Bianca Valdez

O jacaré conturbado com sua atual situação na vida urbana tentou de todas as formas adaptar-se ao novo ambiente. Cansado da realidade sempre politicamente correta, usou de toda sua criatividade e malevolência para mostrar a sociedade que o mundo é uma verdadeira selva.
Quando entrevistado sobre suas atitudes e o acontecimento, o jacaré orgulhosamente alega “comia a vizinha e o bebê”. Apesar de muito criticado, o jacaré não demonstra arrependimento, pois suas atitudes revelam seus reais instintos, os quais muito precisa esconder para que possa viver em sociedade. E ainda por cima houve boatos de que o jacaré estava na pior.
(Sthephane Pereira Soares)

O Universo das drogas traz inúmeros problemas para os viciados, que começam a ter delírios, onde imaginam, por exemplo, jacarés invadindo moradias e comendo os moradores, entre outras coisas impossíveis. Estes momentos de confusão por vezes tornam os dependentes químicos extremamente nocivos a todas as pessoas ao redor devido possíveis reações agressivas, numa tentativa de defender-se de suas próprias ilusões. Tal fato pode ser considerado também como uma tentativa de traduzir algum sentimento ou vontade, ou prováveis desentendimentos entre vizinhos, o que levou o enfermo a adquirir um perfil descontrolado, e agindo como animal, tenta resolver o conflito matando. O único modo de solucionar esta situação seria internar o indivíduo em uma clínica de reabilitação ou talvez um lugar para loucos, sendo a última opção aconselhável apenas quando o paciente começa a sofrer de problemas de saúde irreversíveis, tais como lapsos de memória ou contínuos delírios, os quais não tem solução mesmo com medicação que médicos sugerem para tentar suprir a falta de substâncias que o organismo não produz graças ao uso de certos tipos de drogas. Resta à humanidade se conscientizar e não entrar em um mundo que na maioria dos casos não tem mais volta.
(William Nicollas Ramos de Sene)

Portões eletrônicos: mais práticos, contudo mais perigosos sobre outros aspectos. Na história que vimos anteriormente, dois vizinhos foram mortos por um jacaré, devido à irresponsabilidade de um condômino, que ao deixar o portão eletrônico fechando sem ao menos atenção no seu fechamento, estacionou o carro e subiu rapidamente pelo elevador. Sua desatenção fez com que o jacaré entrasse no prédio matando dois condôminos.
Esse fato não é tão irrelevante, se levarmos em conta que varias noticias hoje nós são apresentadas, com o problema de portões eletrônicos; um exemplo são os assaltos a residências . Em que o assaltante espera a abertura do portão e aproveita da desatenção das pessoas para entrar. Essa tecnologia faz com que descuidemos de certos detalhes, que vem a trazer consequências maiores.
Se todos aguardarem seus portões fecharem para entrarem em suas casas ou trabalho, isso evitara vários problemas. Essa pequena historia mostra que praticidade não necessariamente significa segurança.
((Flávia Mariane Wrubel Marchiori))

O NEM TÃO MISTERIOSO CASO DE UM CONDOMÍNIO
Foi há 3 meses o acontecido, minto, na verdade foi há mais de 9 meses e repito, na verdade foi há mais de 9 meses, na verdade nem sei quanto tempo é 9 meses. Dentro de um condomínio, 41 pessoas desapareceram, só foram encontrado seus sapatos, um som de carro e um dos condôminos estava alucinado no estacionamento até ficar calado, pois foi quanto viu o cadáver pelado terrivelmente cabreiro de um mexicano, uma carteira de couro de jacaré e muitas, mas muitas outras coisas. Porém não foi possível encontrar absolutamente nada que pudesse ser ingerido para matar a fome, ou seja, nada mais de relevante.
As investigações sobre o caso se apoiaram em cima de muitas coisas, das menos importantes até as de maior importância, que na verdade, nada era de alta importância, exceto os desaparecidos. Então surgiram muitos boatos sobre OVNIs, demônios druidas, vampiros (heterossexuais — não que eu tenha algo contra homossexuais, eles até são simpáticos, mas a parte vampírica é complicada, por essa estranha mania de chupar as coisas... mas não divaguemos —), inúmeras especulações que só faziam as equipes de investimentos financeiros se perguntarem sobre tudo que já havia sido gasto com tais criaturas que não ajudavam, apenas tornavam as equipes de investigações correrem atrás de seu próprio rabo (expressão comumente utilizada para dizer que não havia outro meio de investigar, ou que estavam correndo atrás de seu próprio rabo mesmo).
Na cena do misterioso incidente — a palavra “misterioso”, neste caso, não tem sentido algum, apenas para escrever aleatoriamente, como por exemplo, sobre as trufas em monografia de Direito Extraconjugal do Relacionamento de Mongos da Ordem Kabalística Rosacruciana dos Alpes Escandinavos —, enquanto fazia tereré e realizava tarefas que ninguém gostava de fazer, o estagiário do inspetor da investigação procurava algo que poderia estar perdido dentro do aspirador local da cena e acidentalmente encontrou a digital (ou semidigital) de um ser que não se assemelhava a nenhum ser inanimado, ele existia sim e era vivo, ou talvez quase vivo! Ele poderia ser um zumbi ou quase uma múmia, mas a verdade é que não se parecia com um humano. “Opa! A digital de um crocodilo bissexual que adora ambos os sexos, embora isso seja redundante ou talvez não, pois não se entende a bissexualidade de crocodilos que gostam de comer pessoas”, pensou ironicamente o estagiário — na verdade estagiários não pensam, eles apenas vegetam por um tempo para fingir pensar —. Uma suposta digital que não era de nenhum ser humano, nem de um sapo, nem de uma borboleta, nem de uma girafa e nem mesmo de um suíno do Himalaia, gerou enorme repercussão na mídia mundial, mobilizando todas as nações do planeta, principalmente cuba, que possuía entre outras coisas, vários grupos simpatizantes de OVNIs, fantasmas e outras pessoas como Fred, Scooby-Doo, Velma e Daphne. Salsicha não participou, pois estava tendo casos com outras criaturas envolvidas ao esotérico.
Enquanto isso, a equipe de investigação se debatia para sobrar alguma esperança no mundo moderno que estava sendo devastado pela tristeza de não conseguir solucionar o caso. Pensando em descontrair um pouco todo o pessoal que trabalhava no caso dos tais desaparecimentos malignos, o lamentável estagiário decidiu farofar com todo o processo investigatório que já estava num estado deprimente, e fez uma piadinha infame. As conseqüências dessa atitude, não seriam conhecidas, pois ninguém liga para o destino trágico
do estagiário, mas direi que a punição enfadonha foi sua imediata demissão (na verdade não se demite ninguém por uma piada, a não ser que você faça uma piada sobre a mãe do chefe ou se você é apenas um estagiário).
“Você está DE-MITIDO!”, disse Roberto Justus. Caso fosse um estagiário normal teria ficado feliz com a frase, mas era uma pessoa muito sentimental, e ficou absurdamente abalado, inconsolável, depravado, revoltado, barbarizado.
Triste, deprimido e cabisbaixo, o estagiário ao sair de um bar às 18h20min, resolveu ir a um lugar mais caloroso, como uma sauna, onde relaxou após receber a notícia e saiu de lá por volta das 23h40min. Indo em direção a uma igreja, quando o relógio soou às 03h00min da madrugada, se deparou com um crocodilo e ficaria empolgado e quicando pelos cantos por ver
essa cena, se não fosse pelo fato de vê-lo traficando drogas ilícitas, como: cocaína, maconha e
o CD do Restart, que gerou uma dancinha maníaca, motivo para a exaltação de ânimos entre o
réptil e seus clientes — pois imparcialmente falando, Restart é inconveniente e... deselegante—. Escondido atrás de um carro, o estagiário se deslocou para outra posição com o intuito de conseguir um ângulo melhor da cena, porém o veículo acabou sendo riscado acidentalmente, pois algum traquinas, aprontando peripécias, havia espalhado maldosamente
cera pelo chão visando pregar uma peça em algum desavisado. Ao ver novamente o crocodilo,
os maconheiros que estavam experimentando o CD do Restart, dançando e usando outras drogas mais leves que o CD, tinham desaparecido. Apenas sapatos, sandálias e gorros da Jamaica estavam jogados no chão, e enquanto isso o crocodilo se encontrava num estado obeso, perdendo volume rapidamente.
Ao ver tal cena, o agora, ex-estagiário, lembrou do caso dos 41 condôminos desaparecidos, e associando uma coisa com a outra, resolveu fazer justiça com suas próprias mãos, porém, ao atacar o réptil, também foi devorado (lembrem-se que o animal era bissexual e relativamente pervertido, pois já havia dado um trato nas 41 pessoas e não perdeu a oportunidade, ingerindo o lamentável também) e nunca mais se teve notícias de casos relacionados a pessoas desaparecendo misteriosamente e de um réptil com dupla opção sexual.
Agora tenho de finalizar, pois o pouco de Cannabis que eu tinha acabou.
((Muryel))

Memória RAM
Eis que me pego pensando na complexa e mirabolante vida que penso para o futuro num dia cansativo, após três longas e chatas aulas de eletrônica com o Cana-Brava. É claro que com a minha mente fechada não consegui viajar nem um pouco sobre o assunto e fiquei muito longe daquilo que deveriam chamar de liberdade. Liberdade não é apenas poder ir para o Estação quando bem entender e tomar um sorvete. Liberdade não é poder assistir novelas enquanto se faz tricô. Por mais que tenhamos uma falsa impressão de felicidade, este não é o caminho que devemos tomar para alcançar a liberdade. E esta é outra cultura que devemos erradicar: a ideia de que temos que viver para ser felizes. Felicidade para você pode ser “tomar um sorvete” ou “se masturbar”. Felicidade para você pode ser algo que lhe pareça fazer sentir bem. Mas isso não é bom. Não devemos viver para ser felizes. Podemos tomar todos os sorvetes do mundo, mas ainda sentiremos um vazio por dentro, e iremos querer “preencher” este vazio tentando ser felizes. A felicidade é algo destrutivo. E tendo essa felicidade as pessoas pensam que têm a liberdade. Mas a liberdade está muito longe disso. Liberdade é viver sem ser influenciado por nada nem ninguém. Ainda estou tentando alcançar a minha própria liberdade. Tenham em mente que uma vez que se coloca um pé na liberdade, não tem mais volta. Você será livre o resto da vida e terá alcançado o objetivo da vida. Tendo alcançado isso, pode-se considerar uma pessoa acordada, e por mais que seja bom ficar acordado, nunca tente acordar alguém, pois ela pode não gostar. E quando chego em casa encontro alguns “testemunhas de Jeová”, e esqueci absolutamente de tudo que estava pensando. O pouco raciocínio que desenvolvi se perdeu na longa e exaustiva fala dos caros irmãos com uma bíblia na mão. Eu não lembro nem o que almocei hoje. Aliás, não lembro nem o motivo pela qual estava escrevendo esse texto.
((Raul))

O tweet escrito retrata um lado da história realmente muito improvável, tendo em vista que a pessoa dissertou sobre um sentimento de inveja de um animal. Apesar do rumo da história em quadrinhos também não fazer muito sentido se colocada no dia-a-dia de uma sociedade, a frase não tem nenhum cabimento. Já é muito difícil saber sobre emoções e sentimentos de um ser humano, já foram até estudadas com as mais diversas experiências, estas incluindo bebês e até macacos, então tendo isso em vista, os atos de um crocodilo referentes a estimulações do cérebro para emoções e sentimentos como o de inveja torna-se remota, quase impossível de se descobrir sem estudos e realmente impossíveis de se adivinhar.
(Carmine Peixoto)

Psicopatas disfarçados
Graciosos e simpáticos; frios e manipuladores. Os psicopatas não se importam de passar por cima de tudo e de todos para alcançar seus objetivos. Egocêntricos e narcisistas, eles não sentem remorso, muito menos culpa. Se algo ou alguém ameaça seus planos, tornam-se agressivos. São mestres em inverter o jogo, colocando-se no papel de vítimas. E estão sempre conscientes de todos os seus atos, pois, diferentemente do que ocorre em outras doenças mentais, os psicopatas não entram em delírio. Parecem viver num mundo paralelo, com próprias ideias e planos. Mesmo que não falem muito, são muito observadores, reparam e pensam em tudo. São falsos amigos, gostam de recolher informações alheias mas nunca falam de si mesmos e se sentem incomodados e desconfortáveis com perguntas pessoais. Nunca se sabe do que são capazes; podem ir ao limite de criar desavenças, manipular relações, enganar e aproveitar-se de tudo o que puderem. Ou então irem mais longe, espionar, invadir, roubar, qualquer coisa que cause o mal à alguem e o benefício a si mesmos. Não vivem em lugares isolados e esquisitos, nada como cavernas e prédios abandonados. São nossos colegas, alguém do trabalho, um vizinho, um parente. Alguém que tem a tendência psicológica para tal comportamento, simplesmente estão presentes na sociedade. Cabe aos outros reconhecê-los, e principalmente, usar com ponderação a confiança. Esta, depositada nas pessoas erradas, pode causar grandes decepções.
(Renata Gnatta Borges)

Em grandes cidades, o crescimento populacional está sendo muito maior do que nos ultimos anos, sendo assim, casa são construidas onde normalmente seria o habitat natural de muitas espécies de animais, com essa invasão desordenada, esses animais ficam sem opção de moradia, então acabam invadindo as casas dos humanos, que "prenderam" os animais em cercados de cimento, com essa invasão, não só os humanos se sentem acuados, como os animais também, e com esse medo, animais acabam por atacar os humanos, e em muitas vezes matam os seres viventes da casa. Com a morte de muitas pessoas, elas começam a se armar e passam a caçar esses animais que la habitavam livremente antes da invasão dos humanos. A caça comaça a se tornar predativa, e algumas espécies de animais começão e ser
extintas, causando desordem ambiental, porque quando uma espécie é extinta, logo sua presa para de ser morta, e ocasiona um volume muito grande de uma mesma espécie.
(((Carlos Eduardo Johnke)))

Texto individual final - 5º período Segurança no Trabalho – CE05A T43


O perigo está presente em todo o lugar, muitas vezes não o vemos e nem o percebemos. Para alguns, ele atrai à atenção e curiosidade de saber o que acontece quando se está diante do perigo, mas, para outros, o aviso do perigo os afastam de correrem quaisquer riscos. Todos os dias, corremos perigos que nem ao menos sabemos que existem, talvez seja melhor assim. Se soubéssemos de todos os riscos a nossa volta, não viveríamos seguros ou não viveríamos. Porque a vida nos proporciona situações em que devemos correr perigo, encarar a possibilidade de conseguir ou fracassar, de ganhar ou perder, quem sabe, até de perder a vida, para assim a valorizar. Seja como for, todos nós corremos riscos e aprendemos a conviver com o perigo.
Jessica Barbosa de Santana

Nas grandes cidades, há sempre uma possibilidade de um animal selvagem, mais precisamente um jacaré, estar escondido à espreita de um prédio, no escuro, vigiando os moradores. Ele, na verdade, está esperando por um morador grande o suficiente para abocanhar. Isto nos leva a concluir que o jacaré na verdade é muito presunçoso, já que ele espera por moradores grandes o bastante para seu apetite – ou para seu ego –, descontente em saciar-se dos primeiros humanos que encontra à frente, tanto nas ruas, como nos primeiros apartamentos.
Letícia Stephane de Jesus

A psicologia omissa
A todo instante, notícias assustadoras, de porte tanto internacional como regional, são lançados diariamente em diversos veículos de comunicação. E acompanhado desses, um forte sentimento de insegurança em relação a tudo que está a nossa volta.
Vários fatos ajudam a justificar tal sentimento, para não ir muito longe, podemos citar a história daquele conhecido que todos têm, muito embora ela não seja totalmente verdadeira.
A questão é que, por mais que o assunto em questão envolvida seja complexa em vários aspectos, deve ficar claro que devemos sim viver, ainda que muitos riscos esteja envolvidos nessa situação.
Filipe de Luca Hartje

Ultimamente as pessoas devem se cuidar mais, pois não sabem os perigos que podem encontrar. Em qualquer lugar coisas ruins podem acontecer, até mesmo nas casas dessas pessoas, nos condomínios. Por exemplo, um jacaré pode invadir o local e atacar os moradores – isso é uma coisa que ninguém imagina que poça acontecer. Isso mostra que todos devem tomar mais cuidado e que o perigo pode estar mais perto do que imaginamos.
Maria Claudia Pires Negrão

Lei do mundo animal
A falta de planejamento e controle no uso dos bens naturais vem causando um desequilíbrio no nosso planeta. Cada vez mais animais migram de seu habitat natural em busca de alimento. Isso representa um grande problema, tanto para a sociedade quanto para os animais, pois pessoas muitas vezes são atacadas ou os animais acabam se alimentando de forma que possa os causar mal. Como não podemos lutar contra o instinto de sobrevivência de todos os animais, nisso inclui-se, nós, humanos, devemos encontrar um equilíbrio: produzir bens para humanos, respeitando o espaço dos animais.
Anne Hellen Hoffmann

Atualmente, deve-se tomar muito cuidado em qualquer lugar, independente do momento, pois o perigo está à solta. Ele pode ser até um jacaré, esperar o momento certo para poder entrar no edifício, se esconder, apertar o botão do elevador e da campainha e engolir todas as pessoas que estão dentro do apartamento. Portanto, o perigo está mais perto do que você imagina. Todo cuidado é pouco. Olhe para os lados!
Juliane Akari

Essa tirinha pode ter várias interpretações. Um ponto de vista seria a violência, cada vez mais presente na nossa sociedade. O animal representa um bandido, sendo assim representado porque o jacaré é um predador no seu habitat e transmite a ideia de crueldade. O ambiente ainda ajuda para a construção do contexto com a noite, o animal se esconder, esperar e atacar no momento certo fazendo uma analogia da sobrevivência na selva e no meio urbano.
Alberto Purkote

The Alligator
Ele estará sempre atento para quando você aparecer e quando menos esperar ele irá atacar, ninguém sabe ao certo como ele faz, muitos irão desaparecer. Ao se deparar com esta situação, qual seria a sua reação? Eu já tive a minha.
Andressa Sueli Trindade

O Jacaré da Meia Noite
A pacata vida de George está prestes a mudar. De mudança para Califórnia a estudo, vai morar num estranho, porém amigável condomínio.
Quando, com o tempo, nota a ausência permanente de alguns de seus vizinhos. O encontro de George com uma estranha cigana vestida de vermelho o levanta curiosas questões.
Terror, suspense e sangue! Ao abrir a porta, cuidado! O comedor está a espreita e irá te atacar sem piedade!
Eduardo Ramos Sampaio

A tirinha abre a nossa mente para uma questão muito polêmica, que é o desequilíbrio ambiental. Nela vemos um jacaré invadindo um prédio e comendo os moradores, mas o que realmente mostra é que com o desequilíbrio ambiental os animais estão procurando outras fontes de alimento e mudando seus costumes.
Larissa Milena Pinto

 A estória mostra uma representação figurada do "mal" que avança pela escuridão apunhalando suas vítimas. Nós seres humanos somos muito vulneráveis a "ataques" psicológicos, ou seja, temos uma mente fraca, e é nesse sentido que o mal pode ser extremamente perigoso para a nossa saúde. A depressão (representada pelo jacaré) pode criar feridas profundas e de difícil cicatrização.
Denis Delgado Kikumoto Gracia.

Só se conhece as sensações da dor e do sofrimento ao vivenciá-las. Se colocar no lugar do outro nunca foi o suficiente para o mais irracional dos seres, justo o que se diz racional. Um dia você mata para fazer bolsas e sapatos, no outro dia é assassinado para servir de alimento ao descendente da sua própria vítima. A justiça só acontecerá quando o homem proteger o ambiente e o seu planeta, consequentemente a sua própria existência.
Camile Casado Vasconcellos

“Morrer de fome, no sentido figurado, me fez matar por fome, no sentido literal. Essa é a lei que rege o mundo animal.” – Mariana Theobald
O mundo selvagem não é regido pelas mesmas leis que o mundo civilizado, o que deve ser obvio para todos nós; mas, em determinados assuntos, uma linha tenue separa os dois mundos.
No mundo animal, a falta de comida faz com que os animais saiam do seu habitat natural para procurar alimento. Mas, no mundo dos homens também é comum “matar por fome”: fome de poder, fome de sucesso, fome de crescer na vida, ...
A linha que separa os dois mundos, nesse caso, é o tipo de fome que leva animais racionais e irracionais a matar.
(Sara de Matos)

A história em quadrinhos retrata um jacaré que invade apartamentos para comer pessoas. Os seres humanos é que costumam devorar outros animais em seu habitat, desta forma a história mostra essa situação com certa ironia. De certa forma uma reflexão de como seria se os animais fizessem o mesmo.
Amanda Vital de Campos de Freitas

Crocolight

Com a evolução da tecnologia, ao decorrer dos anos, em todo o mundo, o centro urbano expandiu-se, o que era área rural, hoje é região metropolitana, ou mesmo região urbanizada.
Ao passo que essa evolução é deveras benéfica à grande parte, senão toda a população, é prejudicial aos seres que residem nas florestas, matas, ou qualquer aglomerado verde que ainda exista. Este avanço, porém, não é somente tecnológico, é um avanço territorial em simultâneo, conforme a cidade cresce e invade as matas, desmatando-as para suas próprias necessidades (usando suas madeiras , frutos  e flores , por assim dizer), os seres irracionais que ali vivem , passam a sentir-se acuados , afinal , estão invadindo o seu território, e instintivamente procuram se defender.  Atualmente, essa “defesa” é feita de outra forma, através da readaptação à sua nova realidade de vida, uma vida nas cidades. Essa situação tende a piorar, se a própria população não se conscientizar, de que o planeta, e tudo que há nele, não pertence somente a nós.
PS: o titulo faria mais sentido com a ilustração feita pela colega Manuella Godoy.
Heloize Fernanda Durek

Não posso crer no que vi!
Um jacaré bateu em minha porta? (SIM)
Eu abri!
E morri! FIM
(Maria Izabel)

O desmatamento e a ocupação do habitat natural dos animais, tem feito com que estes tenham que se deslocar das matas para a cidade em busca de alimento. Dessa forma, de alguns anos para cá tornou-se possível o encontro de espécies em locais nunca registrados anteriormente. Essa interação do homem com a natureza pode ser perigosa, resultando, muitas vezes, em acidentes, pois o animal faminto age somente com o instinto predador.
(Cibelli Maiara Toniolo)

UMA REALIDADE PARALELA
Enquanto isso, em um universo paralelo, os seres humanos são seres não pensantes e os animais são seres inteligentes.
O ser humano invade o habitat natural do jacaré (prédio) e é atacado por este. A raça humana é uma raça ameaçada de extinção. Os jacarés estão dominando o globo terrestre.
Filmes de terror têm como cenário lojas de bolsas e carteiras de coro e Crocodilo Dundee é o pior de todos os vilões.
A maior potência mundial não é a América, mas sim a Austrália.
(Andressa Raffler)

Nossas casas, ou pelo menos a maioria delas, estão equipadas com sistemas de segurança ineficientes. Portão já é uma coisa muito ultrapassada, apesar de não muito pouco tempo atrás a ausência dele ser algo comum. Não menos inúteis são trincos de porta, por haverem tantos métodos de burlá-los sem o uso da chave original. Esse caos na segurança, devia nos lembrar que o agente causador dos assaltos que assolam a população é nossa política de segurança pública, que sofre de falta de policiais e viaturas, colocando em risco a integridade das pessoas.
(Vinícius Henrique Sezanosky Pinto)

Devido a um certo interesse dos seres humanos pelas riquezas contidas na natureza, os animais acabam se envolvendo em nossa sociedade.
Em alguns casos, o homem invade o habitat natural do animal, forçando-o a, pelo instinto, migrar para a civilização em busca de alimento para sua própria sobrevivência. Por isso, devemos preservar o nosso meio ambiente, para que no futuro não tenhamos problemas tanto na obtenção de subsídios naturais quanto na acomodação da nossa fauna e flora.
Ou salvamos o mundo, ou salvamos o mundo! Simples.
(Jonathan Kuznik Rodrigues)

CROCOLIGHT
O ser humano tem caráter destruidor, explora recursos naturais e domina outras espécies.  Essa extração exagerada dos bens naturais inclui os territórios, habitat de muitos seres vivos atualmente sendo ou já completamente assolados. Alguns desses animais por conseguintemente conseguem se adaptar ao urbanismo, entretanto os que não realizam essa proeza vão se extinguindo devido a vários fatores (tráfico de animais, poluição, etc).
O equilíbrio ecológico depende diretamente da interação dos seres vivos entre si e com o ambiente, com as intervenções humanas acabam faltando predadores e assim surgem as pragas. Pombas, corvos e até esquilos são exemplos comuns em grandes cidades. Com o crescimento civil pode(e deveria, em grande escala) ocorrer que animais menos inofensivos se reproduzam em exagero e se adaptem as cidades tornando-se pragas e transformando o ser humano em uma presa, como nos quadrinhos de Laerte é um jacaré.
((Manuella de Godoy e Silva))

Os seres humanos estão se desenvolvendo tanto que, não estão medindo esforços para isso. E quem sofre com esse desenvolvimento é o mundo animal. A tirinha representa como nós seres humanos estamos agredindo a natureza. Para isso, e com isso, os animais estão tendo que adequar o seu habitat e o seu dia a dia as ações humanas, o que traz uma serie de problemas a sua sobrevivência. Seria nosso dever defender e zelar pela saúde do mundo animal. Mas como isso não ocorre, o mundo animal esta sentindo diretamente os efeitos disso. Na tirinha o jacaré invade e ataca o mundo animal-racional dos seres humanos. Essa invasão representa como não gostaríamos de ter nosso cotidiano alterado por seres de fora. Imagine os animais, em seu habitat natural, alterando o seu modo natural de viver, por influencia dos seres humanos, ou mais, sendo atacados por seres humanos. Triste e Real. Enquanto não mudarmos o nosso pensamento, e entender que os animais são parte importante e necessária, iremos, cada vez mais, perder essa riqueza natural que nos cerca.
((Willian Rodrigues de Souza))