domingo, 22 de abril de 2012

Texto individual final - 5º período Segurança no Trabalho – CE05A T43


O perigo está presente em todo o lugar, muitas vezes não o vemos e nem o percebemos. Para alguns, ele atrai à atenção e curiosidade de saber o que acontece quando se está diante do perigo, mas, para outros, o aviso do perigo os afastam de correrem quaisquer riscos. Todos os dias, corremos perigos que nem ao menos sabemos que existem, talvez seja melhor assim. Se soubéssemos de todos os riscos a nossa volta, não viveríamos seguros ou não viveríamos. Porque a vida nos proporciona situações em que devemos correr perigo, encarar a possibilidade de conseguir ou fracassar, de ganhar ou perder, quem sabe, até de perder a vida, para assim a valorizar. Seja como for, todos nós corremos riscos e aprendemos a conviver com o perigo.
Jessica Barbosa de Santana

Nas grandes cidades, há sempre uma possibilidade de um animal selvagem, mais precisamente um jacaré, estar escondido à espreita de um prédio, no escuro, vigiando os moradores. Ele, na verdade, está esperando por um morador grande o suficiente para abocanhar. Isto nos leva a concluir que o jacaré na verdade é muito presunçoso, já que ele espera por moradores grandes o bastante para seu apetite – ou para seu ego –, descontente em saciar-se dos primeiros humanos que encontra à frente, tanto nas ruas, como nos primeiros apartamentos.
Letícia Stephane de Jesus

A psicologia omissa
A todo instante, notícias assustadoras, de porte tanto internacional como regional, são lançados diariamente em diversos veículos de comunicação. E acompanhado desses, um forte sentimento de insegurança em relação a tudo que está a nossa volta.
Vários fatos ajudam a justificar tal sentimento, para não ir muito longe, podemos citar a história daquele conhecido que todos têm, muito embora ela não seja totalmente verdadeira.
A questão é que, por mais que o assunto em questão envolvida seja complexa em vários aspectos, deve ficar claro que devemos sim viver, ainda que muitos riscos esteja envolvidos nessa situação.
Filipe de Luca Hartje

Ultimamente as pessoas devem se cuidar mais, pois não sabem os perigos que podem encontrar. Em qualquer lugar coisas ruins podem acontecer, até mesmo nas casas dessas pessoas, nos condomínios. Por exemplo, um jacaré pode invadir o local e atacar os moradores – isso é uma coisa que ninguém imagina que poça acontecer. Isso mostra que todos devem tomar mais cuidado e que o perigo pode estar mais perto do que imaginamos.
Maria Claudia Pires Negrão

Lei do mundo animal
A falta de planejamento e controle no uso dos bens naturais vem causando um desequilíbrio no nosso planeta. Cada vez mais animais migram de seu habitat natural em busca de alimento. Isso representa um grande problema, tanto para a sociedade quanto para os animais, pois pessoas muitas vezes são atacadas ou os animais acabam se alimentando de forma que possa os causar mal. Como não podemos lutar contra o instinto de sobrevivência de todos os animais, nisso inclui-se, nós, humanos, devemos encontrar um equilíbrio: produzir bens para humanos, respeitando o espaço dos animais.
Anne Hellen Hoffmann

Atualmente, deve-se tomar muito cuidado em qualquer lugar, independente do momento, pois o perigo está à solta. Ele pode ser até um jacaré, esperar o momento certo para poder entrar no edifício, se esconder, apertar o botão do elevador e da campainha e engolir todas as pessoas que estão dentro do apartamento. Portanto, o perigo está mais perto do que você imagina. Todo cuidado é pouco. Olhe para os lados!
Juliane Akari

Essa tirinha pode ter várias interpretações. Um ponto de vista seria a violência, cada vez mais presente na nossa sociedade. O animal representa um bandido, sendo assim representado porque o jacaré é um predador no seu habitat e transmite a ideia de crueldade. O ambiente ainda ajuda para a construção do contexto com a noite, o animal se esconder, esperar e atacar no momento certo fazendo uma analogia da sobrevivência na selva e no meio urbano.
Alberto Purkote

The Alligator
Ele estará sempre atento para quando você aparecer e quando menos esperar ele irá atacar, ninguém sabe ao certo como ele faz, muitos irão desaparecer. Ao se deparar com esta situação, qual seria a sua reação? Eu já tive a minha.
Andressa Sueli Trindade

O Jacaré da Meia Noite
A pacata vida de George está prestes a mudar. De mudança para Califórnia a estudo, vai morar num estranho, porém amigável condomínio.
Quando, com o tempo, nota a ausência permanente de alguns de seus vizinhos. O encontro de George com uma estranha cigana vestida de vermelho o levanta curiosas questões.
Terror, suspense e sangue! Ao abrir a porta, cuidado! O comedor está a espreita e irá te atacar sem piedade!
Eduardo Ramos Sampaio

A tirinha abre a nossa mente para uma questão muito polêmica, que é o desequilíbrio ambiental. Nela vemos um jacaré invadindo um prédio e comendo os moradores, mas o que realmente mostra é que com o desequilíbrio ambiental os animais estão procurando outras fontes de alimento e mudando seus costumes.
Larissa Milena Pinto

 A estória mostra uma representação figurada do "mal" que avança pela escuridão apunhalando suas vítimas. Nós seres humanos somos muito vulneráveis a "ataques" psicológicos, ou seja, temos uma mente fraca, e é nesse sentido que o mal pode ser extremamente perigoso para a nossa saúde. A depressão (representada pelo jacaré) pode criar feridas profundas e de difícil cicatrização.
Denis Delgado Kikumoto Gracia.

Só se conhece as sensações da dor e do sofrimento ao vivenciá-las. Se colocar no lugar do outro nunca foi o suficiente para o mais irracional dos seres, justo o que se diz racional. Um dia você mata para fazer bolsas e sapatos, no outro dia é assassinado para servir de alimento ao descendente da sua própria vítima. A justiça só acontecerá quando o homem proteger o ambiente e o seu planeta, consequentemente a sua própria existência.
Camile Casado Vasconcellos

“Morrer de fome, no sentido figurado, me fez matar por fome, no sentido literal. Essa é a lei que rege o mundo animal.” – Mariana Theobald
O mundo selvagem não é regido pelas mesmas leis que o mundo civilizado, o que deve ser obvio para todos nós; mas, em determinados assuntos, uma linha tenue separa os dois mundos.
No mundo animal, a falta de comida faz com que os animais saiam do seu habitat natural para procurar alimento. Mas, no mundo dos homens também é comum “matar por fome”: fome de poder, fome de sucesso, fome de crescer na vida, ...
A linha que separa os dois mundos, nesse caso, é o tipo de fome que leva animais racionais e irracionais a matar.
(Sara de Matos)

A história em quadrinhos retrata um jacaré que invade apartamentos para comer pessoas. Os seres humanos é que costumam devorar outros animais em seu habitat, desta forma a história mostra essa situação com certa ironia. De certa forma uma reflexão de como seria se os animais fizessem o mesmo.
Amanda Vital de Campos de Freitas

Crocolight

Com a evolução da tecnologia, ao decorrer dos anos, em todo o mundo, o centro urbano expandiu-se, o que era área rural, hoje é região metropolitana, ou mesmo região urbanizada.
Ao passo que essa evolução é deveras benéfica à grande parte, senão toda a população, é prejudicial aos seres que residem nas florestas, matas, ou qualquer aglomerado verde que ainda exista. Este avanço, porém, não é somente tecnológico, é um avanço territorial em simultâneo, conforme a cidade cresce e invade as matas, desmatando-as para suas próprias necessidades (usando suas madeiras , frutos  e flores , por assim dizer), os seres irracionais que ali vivem , passam a sentir-se acuados , afinal , estão invadindo o seu território, e instintivamente procuram se defender.  Atualmente, essa “defesa” é feita de outra forma, através da readaptação à sua nova realidade de vida, uma vida nas cidades. Essa situação tende a piorar, se a própria população não se conscientizar, de que o planeta, e tudo que há nele, não pertence somente a nós.
PS: o titulo faria mais sentido com a ilustração feita pela colega Manuella Godoy.
Heloize Fernanda Durek

Não posso crer no que vi!
Um jacaré bateu em minha porta? (SIM)
Eu abri!
E morri! FIM
(Maria Izabel)

O desmatamento e a ocupação do habitat natural dos animais, tem feito com que estes tenham que se deslocar das matas para a cidade em busca de alimento. Dessa forma, de alguns anos para cá tornou-se possível o encontro de espécies em locais nunca registrados anteriormente. Essa interação do homem com a natureza pode ser perigosa, resultando, muitas vezes, em acidentes, pois o animal faminto age somente com o instinto predador.
(Cibelli Maiara Toniolo)

UMA REALIDADE PARALELA
Enquanto isso, em um universo paralelo, os seres humanos são seres não pensantes e os animais são seres inteligentes.
O ser humano invade o habitat natural do jacaré (prédio) e é atacado por este. A raça humana é uma raça ameaçada de extinção. Os jacarés estão dominando o globo terrestre.
Filmes de terror têm como cenário lojas de bolsas e carteiras de coro e Crocodilo Dundee é o pior de todos os vilões.
A maior potência mundial não é a América, mas sim a Austrália.
(Andressa Raffler)

Nossas casas, ou pelo menos a maioria delas, estão equipadas com sistemas de segurança ineficientes. Portão já é uma coisa muito ultrapassada, apesar de não muito pouco tempo atrás a ausência dele ser algo comum. Não menos inúteis são trincos de porta, por haverem tantos métodos de burlá-los sem o uso da chave original. Esse caos na segurança, devia nos lembrar que o agente causador dos assaltos que assolam a população é nossa política de segurança pública, que sofre de falta de policiais e viaturas, colocando em risco a integridade das pessoas.
(Vinícius Henrique Sezanosky Pinto)

Devido a um certo interesse dos seres humanos pelas riquezas contidas na natureza, os animais acabam se envolvendo em nossa sociedade.
Em alguns casos, o homem invade o habitat natural do animal, forçando-o a, pelo instinto, migrar para a civilização em busca de alimento para sua própria sobrevivência. Por isso, devemos preservar o nosso meio ambiente, para que no futuro não tenhamos problemas tanto na obtenção de subsídios naturais quanto na acomodação da nossa fauna e flora.
Ou salvamos o mundo, ou salvamos o mundo! Simples.
(Jonathan Kuznik Rodrigues)

CROCOLIGHT
O ser humano tem caráter destruidor, explora recursos naturais e domina outras espécies.  Essa extração exagerada dos bens naturais inclui os territórios, habitat de muitos seres vivos atualmente sendo ou já completamente assolados. Alguns desses animais por conseguintemente conseguem se adaptar ao urbanismo, entretanto os que não realizam essa proeza vão se extinguindo devido a vários fatores (tráfico de animais, poluição, etc).
O equilíbrio ecológico depende diretamente da interação dos seres vivos entre si e com o ambiente, com as intervenções humanas acabam faltando predadores e assim surgem as pragas. Pombas, corvos e até esquilos são exemplos comuns em grandes cidades. Com o crescimento civil pode(e deveria, em grande escala) ocorrer que animais menos inofensivos se reproduzam em exagero e se adaptem as cidades tornando-se pragas e transformando o ser humano em uma presa, como nos quadrinhos de Laerte é um jacaré.
((Manuella de Godoy e Silva))

Os seres humanos estão se desenvolvendo tanto que, não estão medindo esforços para isso. E quem sofre com esse desenvolvimento é o mundo animal. A tirinha representa como nós seres humanos estamos agredindo a natureza. Para isso, e com isso, os animais estão tendo que adequar o seu habitat e o seu dia a dia as ações humanas, o que traz uma serie de problemas a sua sobrevivência. Seria nosso dever defender e zelar pela saúde do mundo animal. Mas como isso não ocorre, o mundo animal esta sentindo diretamente os efeitos disso. Na tirinha o jacaré invade e ataca o mundo animal-racional dos seres humanos. Essa invasão representa como não gostaríamos de ter nosso cotidiano alterado por seres de fora. Imagine os animais, em seu habitat natural, alterando o seu modo natural de viver, por influencia dos seres humanos, ou mais, sendo atacados por seres humanos. Triste e Real. Enquanto não mudarmos o nosso pensamento, e entender que os animais são parte importante e necessária, iremos, cada vez mais, perder essa riqueza natural que nos cerca.
((Willian Rodrigues de Souza))

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