Na aula de português
do dia 05 de dezembro foi debatido e decidido que deveria ser levado em prática
o experimento de ficarmos 24 horas sem usar meios de interação do meio-dia do
dia 14 de dezembro (sexta-feira) até meio dia do dia 15 de dezembro (sábado).
Eu não costumo ficar mais de 6 horas por semana usando redes sociais, por isso
até o dia 13 de dezembro de 2012 (quinta-feira) eu não tinha uma conta no
Facebook, nesse dia eu decidi fazer a conta na rede social por ser muito
importante para eu me comunicar com todos, discutir datas de entrega de
trabalhos com a turma, tirar e esclarecer dúvidas com meus amigos, entre outros
O problema é que
quando eu fui realizar esse experimento eu tinha acabado de fazer a conta, e eu
acabei me esquecendo do meu objetivo, comecei a adicionar meus amigos e
compartilhar fotos, quando foi discutido sobre a questão na aula que eu me
lembrei da minha falha no experimento.
Conclusão: o
experimento mostrou como era a vida anos atrás quando não existiam redes
sociais e as pessoas conversavam apenas fisicamente ou com o celular, eu sou
facilmente capaz de ficar 24 horas sem utilizar nenhuma rede social, sempre
gostei de ficar assistindo televisão e ouvindo música no computador, ou apenas
sozinho refletindo sobre a vida, tendo um tempo só pra mim, porém acho que é de
suma importância se comunicar com amigos, familiares e conhecidos da forma que
for mais fácil para todos, o que é o caso das redes sociais, acho que é
importante ficar sozinho às vezes, para pensar na vida, refletir, entre outros,
mas acho importante as pessoas se socializarem do jeito que for mais fácil para
elas, sem exagerar no tempo em que fica online, então acho que o experimento
foi bom, porém não acho que mudou a minha vida nem para melhor e nem para pior.
Paulo Victor Wuaden
Amarante
No dia 07/12/12, sexta-feira, o professor Diório
propôs à turma um desafio, que consistia em “se desligar do mundo”; os que
aceitaram, tinham que ficar sem se comunicar com outras pessoas usando
mensagens de qualquer tipo, podendo comunicar-se somente pessoalmente com a
pessoa ou, em casos emergênciais, atender ao telefone. A “experiência” teve
inicio às 12 horas do dia 07/12 e teve seu termino previsto para as 12 horas do
dia 08/12, sábado.
Para muitos o desafio foi extremamente tentador, já
que este tipo de comunicação já é comum em nossa cultura.
Essa experiência, para mim, passou despercebida, já
que eu não vi tanta diferença na minha vida, pois já estou acostumado a
refletir sobre as coisas. Alem disso, tenho outros meios de me ocupar, como ler
livros ou desenhar.
Yan Faesser
Logo no primeiro encontro da M51 com o mestre
Diório foi proposto um experimento empírico, onde os alunos deveriam ficar 24
horas sem conectividade, somente mantendo contato físico com outros. O experimento
foi marcado com início as 12 horas de sexta-feira (07/12) e término as 12 horas
do dia seguinte.
Então, pouco antes do meio-dia, me despedi das
pessoas com quem sempre converso, e dei início ao experimento. Nas primeiras
duas horas não foi nada diferente dos dias comuns, não costumo usar o celular
em lugares públicos, então nada de diferente. Ao chegar em casa fiz alguma
coisa pra comer, e fui andas pelo terreno, como faço em dias secos. Comi
algumas uvas e fui conversar com meu avô. Fazia bastante tempo q não ouvia
tantas histórias… Ah as histórias do meu avô, histórias de tempos que se foram,
como eu gosto de ouvi-las. Já era perto das seis, minha mãe chegou em casa e
fomos montar o pinheirinho de natal. Depois disso tomei um banho e fui pensar.
Com o tempo adormeci. No dia seguinte foi quando mais senti falta da
conectividade, ficar esperando o ônibus ‘sozinha’ onde eu moro não é agradável.
O tempo restante passei em sala de aula, até que o experimento teve seu fim.
Não foi muito diferente de um dia comum, mas teve
suas vantagens. Muitas vezes acabo preferindo o computador às histórias que eu
tanto gosto de ouvir. Mas sempre costumo parar em alguns momentos para
refletir, pensar sobre o que está acontecendo, o que deixou de acontecer, como
as seria se lá no passado tivesse acontecido uma única coisa diferente do que
foi. Mesmo não sendo muito ligada á redes sociais e não falando muito por
SMS’s, senti falta de companhia em momentos de real solidão, A experiência foi
positiva, e pelos comentários em sala pude perceber que pouca gente realmente
aproveitou.
Renata Marielli Coradin
Meu professor de português propôs a todos os membros da minha turma que ficássemos sem utilizar redes sociais ou mensagens de texto para nos comunicarmos com outras pessoas por 24 horas. Nunca havia pensado em fazer isso até então. Não era obrigatória a participação, mas decidi participar mesmo assim.
Ele começou e eu me perguntava como a solidão seria
para mim. Fiquei no meu quarto algumas horas, deitado. Então comecei a
pensar em todos os acontecimentos que haviam ocorrido na minha vida no ano de
2012, e em como eu havia chegado aonde cheguei. Comecei a enxergar a solidão de
uma forma mais positiva. Também lembrei da raiva que passei devido a longa
greve dos servidores da U.T.F.P.R. Depois de toda essa reflexão recordei que
tinha que fazer o ‘’upload’’ do relatório sobre as dimensões de uma chapa de
alumínio, mas tudo terminou bem. Naquele dia fui dormir mais cedo, pois no
seguinte haveria aula. O mais curioso de tudo é que durante o experimento
pensei carinhosamente ‘’Obrigado Diório’’.
No sábado nem tive chance de me ‘’conectar’’, pois
eu saí de casa bem cedo , e cheguei á tarde. No meio do experimento tive que
contatar a Maysa sobre a minha participação no trote da turma de mecânica.
Fiquei aliviado quando soube que ela estava confirmada.
Gustavo Ferraresi Gottschild
No dia 05/12/12 foi proposto um experimento nomeado “sócio-interacionista”, onde a cobaia ou participante, como o professor denominou, deveria ficar sem interagir de forma “não física”, conversar via internet ou mensagens de texto e etc. , apenas conversar pessoalmente com a pessoa ou por telefone. O experimento iniciou as 12h do dia
14/12/12 e teve seu termino as 12h de 15/12/12.
O experimento foi algo realmente bom, tive mais
tempo para fazer minhas coisas como ler , “tocar” guitarra e escutar muita
música . Dividi o relatório em quatro partes:
14/12/12
Primeiras 6 horas: Reservei esse tempo para “tocar”
guitarra e escutar musica (principalmente Slayer, Kreator e Pantera ,e
fui a casa da minha avó para tomar café);
Primeiras 12 horas: Após “tocar” guitarra e ir a
casa de minha avó, fui ler especificamente O Universo Numa Casca de Noz
(e ainda estou lendo) e fiquei um tempo com meu irmão de um ano e meio de idade
,eu chamo ele de “batatinha” ou “batata” ,o porque disso é porque a primeira
palavra dele foi “batata” ;
15/12/12
Ultimas 12 horas: Estava em Aula.
16/12/12
Continuei com o experimento, pois gostei de tirar
um tempo só para mim e achei muito benéfico.
Icaro Gregori Zopelaro Oliveira
Em um experimento proposto pelo professor Diório,
foi realizado a seguinte pesquisa: ficar vinte e quatro horas sem interação
social virtualmente. Essa conectividade que liga as pessoas hoje em dia tem
privado elas de um momento solitário para reflexão, “pensar na vida”.
A pesquisa foi desempenhada justamente por esse
propósito, ter um momento consigo mesmo para refletir. Minha tentativa foi
fracassada. Começando as 12h00min a experiência, recebi muitas mensagens, mas
consegui suportar a tentação de respondê-las. Mais tarde depois de já estar em
casa ainda na sexta-feira, meus amigos estavam combinando de sair e me
chamaram, mas exatamente pelo meio de comunicação que minha pessoa não podia
responder por 24 horas. Infelizmente fui obrigado a responder, ao não conseguir
segurar tal tentação.
Afinal a pesquisa mostrou que realmente somos
muitos ligados as novas tecnologias, o que nos permite “nunca” ficarmos
sozinho, mas que às vezes é bom termos um tempo apenas para nós mesmos e
refletir sobre nossas vidas.
Pedro Fabiano de Mello Arraes
Logo na primeira semana de aula na UTFPR, a turma
de calouros M51 foi apresentada a um experimento empírico pelo nosso novo
professor de português, Diório. O experimento consistia em passar 24 horas sem
interações via internet, sms e afins.
O experimento começou na sexta-feira ás 12 horas, e teria fim sábado também ás 12 horas. O professor deixou claro que não éramos obrigados a fazer a experiência. Mas eu resolvi tentar.
O experimento começou na sexta-feira ás 12 horas, e teria fim sábado também ás 12 horas. O professor deixou claro que não éramos obrigados a fazer a experiência. Mas eu resolvi tentar.
Quando sai da UTFPR, na sexta-feira, já era quase
uma hora da tarde. Sendo assim, ao chegar em casa aproveitei o tempo livre para
adiantar algumas tarefas e simplesmente ficar sem fazer nada. Porém essa parte
de ficar sem fazer nada foi realmente entediante. E foi esse tédio que me fez
pensar em acessar o facebook. Mas confesso que não foi difícil resistir, afinal
eu não sou um usuário tão assíduo assim. Depois dessa pequena tentação passei o
restante da sexta-feira pensando e refletindo um pouco sobre diversos assuntos.
Considero as doze últimas horas, passadas no sábado
pela manhã, como as mais fáceis, já que uma parte do tempo eu estava dormindo e
a outra parte eu estava na UTFPR tendo aula.
Sendo assim, consegui concluir a experiência sem
grandes problemas, considerando-a benéfica já que ela me proporcionou um tempo
de solidão, usado para reflexão.
Eduardo Moraes Quirino
No dia 05/12 foi iniciado em sala de aula a fase de
coleta de dados de um experimento socio-interacionista, elaborado pelo
professor Diório (UTFPR). Apenas nos informando do objeto de estudo (solidão),
a fim de evitar possíveis influências nas respostas dadas pelos participantes,
foi pedido para que, voluntariamente, os alunos ficassem 24 horas sem interagir
digitalmente com outras pessoas, salvo casos de extrema necessidade, até a
semana seguinte, quando seria discutida em sala experiência em ter participado
e, posteriormente, dada a ordem de redigir um relatório sobre a experiência.
A minha experiência em participar foi neutra, não
apresentando grandes vantagens ou desvantagens. Isenta de grandes desvantagens
porque: como a minha interação virtual com outras pessoas é relativamente
supérflua, sendo necessário um maior período de tempo do que 24 horas para a
afetar significadamente a minha saúde mental, eu pude me ocupar com outras
atividades como a música ou questões escolares e substituir sem grandes
dificuldades o tempo antes destinado a interação virtual. Isento de grandes
vantagens porque: qualquer atividade que eu tenha feito em decorrência do experimento
não era diferente de outra que fizesse antes.
Em resumo, por mais que a experiência tivesse uma
ideia interessante, o impacto que ela causou em mim foi quase nulo, apenas
transformando um dia normal entro tipo de dia normal, com atividades que eu desempenharia
em outras situações por desejo próprio.
Giuseppe Tinti Tomio
Na última semana, o renomado professor Diório
desafiou a turma M51 e 52 a realizarem uma tarefa um tanto quanto curiosa,
propondo-nos uma experiência que, talvez, mudaria a percepção de muitas pessoas
em relação a conectividade e solidão.
Tudo corria normalmente nas primeiras horas de
"isolamento", como a minha mãe nunca exige que eu a comunique quando
eu chego em casa, liguei o meu videogame e consegui alguns troféis que estavam
faltando em alguns jogos. Gastei umas três horas fazendo isso, e logo enjoei.
Foi nessa hora que eu percebi o quanto o tédio é eliminado quando falamos com
outras pessoas através da internet, e o quanto ele se ofusca sem ela. A única
alternativa que eu achei foi me jogar no sofá e dormir por algumas horas. Já
era noite quando acordei, com fome. Minha mãe ainda não tinha chego em casa,
então, tive que preparar algo por si só. Eu sempre procuro coisas diferentes
para degustar na web, mas se eu a utilizasse, tenho certeza que não resistiria,
então, tive que me virar um bife, pão, tomate, maionese e ricota. Ficou bom.
No outro dia, já no fim do experimento, observei o
quanto a sociedade é dependente de qualquer tipo de comunicação, seja para
abafar os seus momentos de tédio, ou para simples tarefas, como procurar o que
comer nos momentos de fome. Felizmente, não presenciei nenhum momento cercado
da "falsa urgência", mencionada em uma das primeiras aulas de
dezembro. Logo, a experiência não me deu pontos positivos nem negativos,
contribuindo para a minha sanidade.
Arthur B. Kapp
Há algumas aulas de Língua Portuguesa, o Mestre
Diório, propôs aos alunos que ficassem sem meios de contato, senão telefone, ou
pessoalmente por 24 horas. O objetivo disso era ver o quão o mundo atual
“exige” certa urgência, já que estamos a todo o tempo conectados, e como não
ficamos sozinhos, no verdadeiro sentido da palavra. Eu mesma acabei esquecendo
o momento em que começava (12h de sexta-feira, 07/12/2012), e continuei a
interagir com colegas, via mensagem de texto. Até que em dado momento, comecei
a repassar os compromissos que eu tinha durante o dia e lembrei-me da proposta.
A princípio, foi algo fácil, pois gosto bastante da
ideia de ficar sozinha, ouvir meus pensamentos, analisar situações pelas quais
passamos diariamente, observar pessoas ou lugares, ou até mesmo “esvaziar” a
mente para, apenas, relaxar. Porém, passadas 7 horas de êxito, acabei
esquecendo e, ao chegar em casa, automaticamente liguei o computador, e peguei
meu celular para falar com quem estivesse disposto a conversar. Falei,
inclusive, com pessoas que teoricamente deveriam estar tentando concluir a
proposta, mas que, como eu fracassaram.
Os momentos pelos quais passei sozinha me fizeram
refletir muito mais, tendo melhores resultados em estudo, leitura, conversas, e
até mesmo enquanto jogava videogame. Mas, sou adepta a ficar sozinha há certo
tempo, porém geralmente não passa de uma ou duas horas. Em momento algum senti
real necessidade de correr atrás de redes sociais, mandar sms, até porque,
sinto-me controlada e vigiada estando a todo tempo falando, interagindo. Mas
minha rotina falou mais alto, tirando-me assim, dessa experiência.
Jessica Andrielle Johnke
No dia 05/12/2012, o professor de professor de português
da Universidade Tecnológica Federal do Paraná Diório, passou uma experiência
não obrigatória para a nossa turma realizar, ficar durante 24 horas sem
interagir com outras pessoas através da internet ou do celular.
Assim no dia combinado, sexta-feira14/12/2012, ao
meio-dia, deixei de lado o computador e o celular e fui fazer outras, como
assistir televisão, ouvir música e jogar video game. Durante as 24 horas não
senti necessidade de utilizar as redes sociais nem mensagens de textos, mas
assim que concluíram as 24 horas retornei as minhas atividades normais.
Não tive dificuldade para realizar o experimento e
acho que ele não alterou minha vida, nem positivamente nem negativamente. É um
experimento que eu conseguiria realizar novamente com facilidade, porém não
conseguiria realizá-lo durante muito mais tempo, pois assim como todos os
adolescentes de hoje estou acostumado a ficar muito tempo utilizando o
computador e não sem utilizá-lo.
Pedro Martins Lachowski
Em uma aula na UTFPR um professor apresentou uma
proposta, explicando como, a partir do empirismo, teve uma certa ideia sobre o
modo de vida que se leva atualmente. Sua ideia é a de que ninguém esta
completamente só, e que esta falta de solidão é, de fato, um problema,
proporcionando menos tempo de reflexão a quem esta em interação quase total,
através de meios virtuais.
Com esta ideia ele propôs que a sala inteira
ficasse, vinte e quatro horas, privada de conversar ou interagir de algum modo
com outras pessoas remotamente. Aceitei tal experiência e sexta-feira, ao meio
dia soube que ficaria um dia inteiro sem poder usar qualquer rede social ou
enviar mensagens pelo meu telefone celular. Segui a experiência tranquilamente,
na realidade só lembrei que participava desta experiência por volta das 18horas
de sexta-feira, mas como não participo de nenhuma rede social não senti falta
desta interação. Porém neste “tempo livre” pensei se não deveria mesmo sentir
falta disso.
Yago Magalhães.
A experiência em si no início parecia ser uma total
loucura, pois no meu pensamento seria fácil ficar sem conversar pela (NET ). Claro
já fiquei muitas vezes sem entrar na internet por vários dias, mas porque eu
tinha tomado essa decisão, mas quando você vê essa situação como uma obrigação
isso se torna difícil.
As primeiras horas: tudo parecia legal, bacana,
enquanto fazia minhas tarefas e não sentia falta de conversar com alguém, até
então tudo ocorria bem mais bateu aquela vontade de entrar no Facebook e
foi quando resolvi olhar o abençoado do horário, e percebi que as horas não
haviam passado e assim começaram as tentações de atualizar as redes sociais, e
isso ocorreu ate horário de chegada da minha querida mãe onde pude conversar
com alguém, e tirar aquela angustia do meu peito,ali ficamos até depois
do jantar, que por sinal tava maravilhoso!!!.
Tudo isso aconteceu até 21:30 horas(nove e
meia da noite),depois desse ocorrido meus pais foram descansar em seu devido
aposento eu novamente fiquei parcialmente sozinho, mas como estava cansado
liguei meu som e ali dormi ,e só acordei no outro dia.
Esta experiência fez com que eu pensa-se mais na
vida, foi uma experiência bem legal.
Grato ao professor Diório por nos
proporcionar essa experiência, espero que mais pessoas posam realizar e
aprovar esta experiência.
Antonio Maurício Araujo Bueno.
Se alguém me perguntasse o quão importante é a
internet para mim, a resposta com certeza seria diferente após o experimento
instruído pelo mestre Diório. O experimento era bem simples, consistia em
passar 24 horas sem o uso de redes sociais, SMS, e-mail e afins. Antes da
realização do experimento, eu considerava a internet de tamanha importância na
minha rotina, que não acreditava que seria possível passar um dia distante
deste luxo super valorizado.
A realização do experimento poderia ter se mostrado
mais difícil se eu não tivesse passado grande parte do dia fora de casa e,
consequentemente, longe dos dispositivos de interação virtual, mas isso não
muda o fato de que nas três ou quatro horas que eu estava disponível para
acessá-los, resisti facilmente lendo um livro e escutando música. É
interessante dizer que, após o término do experimento, passei pelo menos outras
quatro horas longe dos dispositivos de interação.
Após a conclusão do experimento, posso concluir que
conseguiria me afastar tranquilamente de internet, mensagem e afins por uma
semana, quem sabe até um mês.
Giovanni Schiavinatto Capellari
Realizando um trabalho proposto pelo professor que deveríamos
ficar sem internet durante 24 horas após que começava logo após a saída do
campus na sexta feira, até meio dia de sábado, quando fui pra casa não tive
muitas dificuldades em ficar desligado do mundo,fiz coisas que não tinha hábito
de fazer sempre como dormir, pensar sobre a vida, arrumar o quarto e ligar para
os amigos, pois geralmente conversava com mensagens.
Após essa experiência de ficar sem internet e
nenhum meio de comunicação social através de celulares, computadores e qualquer
outro aparelho. Pude sentir as diferenças que isso causa em nossa vida, pois
sem os aparelhos damos mais atenção as pessoas em que estamos conversando no
momento e não tanto a coisas que acontecem distante de nós.
Thiago Schinda Bubniak
Realizamos uma experiência que propunha o seguinte,
os alunos teriam que passar 24 horas sem se comunicar por internet, mensagem,
entrar no facebook e começava sexta-feira ao meio dia.
A experiência no meu ponto de vista foi bom para
que pudéssemos nos relacionar não por meio de uma comunicação não presencial
mas uma forma de comunicar que faz crescer nossa relação com as pessoas além de
beneficiar nosso ambiente social.
Sexta-feira após o meio dia eu saí da UTFPR e
fui pra casa de tarde não entrei em nenhuma rede social não mandei mensagem e
isso traz realmente uma sensação estranha é nesse ponto que sentimos o quanto
somos dependentes de uma coisa que não vai nos fazer muito bem.
Concluo que perdemos muito tempo com coisas banais,
podíamos usar desse tempo para passar mais tempo com nossos amigos, fazer
exercícios, sair pra dançar, ter momentos para pensar, pra se avaliar etc. se
não mudarmos levaremos tudo como um grande estresse sem aproveitar muito as
coisas boas.
Ewerton Matheus de Araujo
Através de uma experiência realizada em sala de
aula no qual fui desafiado há permanecer 24 horas sem nenhum contato com outras
pessoas através da internet ou outros meios de comunicação, pude perceber como
esses meios estão incrustados em nossas vidas a ponto de determinar se temos ou
não a escolha de ficarmos sozinhos, seja para refletir sobre assuntos
importantes ou insignificantes.
Apesar desta constatação não houve para mim maiores
dificuldades em realizar o experimento, o qual o considerei muito interessante,
pois em minha opinião nada pode substituir essa relação face a face com o
individuo.
Mas, Voltando a falar sobre os meios de comunicação
notei através de relatos dos meus colegas de classe que os meios de comunicação
em geral têm um “poder” muito maior do que eu pensava, e que algumas pessoas
inclusive tiveram enormes dificuldades em realizar a atividade,anteriormente
citada como algo elementar.
Desta “abstinência” de comunicações conclui-se que
foi uma atividade muito engrandecedora, pois percebi que nem sempre ficar
sozinho é algo ruim ou inaceitável e que existe a chamada solidão positiva.
Apesar da palavra solidão-tantas vezes tida como algo indesejável, é uma
experiência realmente necessária para que a mente relaxe e fuja do estresse
cotidiano, uma vez que também precisamos de um tempo para nós, afastando-se em
um canto para se refugiar das emoções do dia-a-dia.
Matheus Rigoni Filardo Farias Batista
Ficar sozinho é aparentemente um termo vago. Quando
alguém nos pergunta se ficamos sozinhos em algum momento do dia, prontamente
respondemos que sim. Foi essa pergunta tão casual que nosso professor de Língua
Portuguesa nos fez durante a aula. A resposta seria a de sempre, se ele não
tivesse aprofundado a questão e mais do que isso, nos dado a “missão” de
passarmos vinte horas sem nenhuma conectividade.
Marcada a hora para iniciarmos a experiência, tudo
parecia tranquilamente distante e o monstro da falta de informação instantânea
não passava de algo quase imperceptível. Porém, quando o meio-dia da
sexta-feira na qual todos iniciaríamos nossas vinte e quatro horas sem
interações virtuais chegou, o monstro da distância virtual resolveu
assombrar-me. Mil questões dos mais variados assuntos surgiam em minha cabeça e
eu resolvi procrastinar a missão, afinal, eram questões aparentemente vitais.
Escolhi o domingo (justamente o dia em que passo
mais tempo em redes sociais e trocando mensagens) para realizar a experiência.
Larguei o computador e o celular relutantemente às onze horas e cinquenta e
nove minutos de sábado e me deitei em minha cama. Como sempre, deitar não foi
sinônimo de dormir. A insônia –minha fiel companheira– me acompanhou por toda
aquela noite, assim como as reflexões mais absurdas que já haviam passado pela
minha cabeça.
Pela primeira vez, percebi o quanto viver em busca
da aprovação alheia nos faz esquecer a nossa própria opinião sobre quem somos.
Vivemos em uma rotina doentia e viciosa de conceitos formados e conversas
contidas em uma simples atualização de “status”. O contato físico já não é
necessário, ninguém precisa de um abraço para se sentir próximo de quem está do
outro lado da tela. Porém, por incrível que pareça, somos também mais sozinhos
que nunca. Apenas não estamos assim. Vivemos tão cercados de informações e
pessoas com as quais nunca teremos uma intimidade profunda, que não percebemos
o quão longe estamos da realidade em si. E quando percebemos, reclamamos da
falsidade alheia e colocamos culpa na ilusão por todos os relacionamentos – de
amizade ou amor – que não deram certo. Mas claro, fazemos isso em alguma rede
social para que todos vejam e concordem com nossa opinião.
Foi durante essas vinte e quatro horas (que agora
parecem tão poucas) que eu encontrei a razão pela qual tantas coisas deram e
não deram certo na minha vida. A conectividade constante com o mundo lá fora me
fez conhecer milhões de pessoas incríveis, porém, faltava um mundo a ser
descoberto: o mundo aqui de dentro. O mundo que necessitava de pessoas para
colonizá-lo e desejava ter seus sonhos regados pelo afeto físico, pelos abraços
reais e por pessoas e conversas que fossem além do superficial.
É uma pena não ter tido mais tempo nesse mundo tão
incrível, mas ao menos, agora sei o caminho até lá: basta aquietar a
necessidade do mundo exterior e virtual e perceber que a “vida real” não está
apenas fora do conto de fadas, mas também está fora dos computadores e
celulares, que nos ocultaram o prazer de ouvir a voz rouca de sono de alguém do
outro lado da linha nos desejando boa noite (ao invés de simplesmente enviar
uma mensagem de texto) e nos fizeram esquecer o quanto poder ter seus momentos
longe de tudo, nos aproxima de nós mesmos.
Gabriela Saidel Pereira
No dia cinco de dezembro o professor explicou sobre o tema solidão para que cada aluno se quisesse, fizesse a experiência de permanecer vinte e quatro horas sem nenhum tipo de comunicação, que não fosse conversas “cara a cara” ou ligações importantes.
A experiência começou no dia sete ao
meio dia e iria acabar no dia oito ao meio dia, os alunos não deveriam
entrar nos sites de relacionamento, no you tube, mandar mensagens e outros
meios de comunicação que não fossem por fala.
Para mim essa experiência foi fácil de
realizar, então permaneci as vinte e quatro horas sem nenhum tipo de
comunicação que fosse “cara a cara” ou ligações importantes, alguma parte
destas vinte e quatro horas eu ficava pensando na vida, em o que eu já havia
feito para estar aqui hoje, em o que os outros fizeram por mim.
Acredito que essa experiência foi algo bom para
mim, assim eu percebi que devo agradecer tudo o que já aconteceu comigo pois
cada ação tem uma reação.
Marco Antonio Mayer
Com o aumento dos meios de interação social, são
raros os momentos que desfrutamos da solidão. Baseado nisso, foi proposto uma
experiência: por um período de 24 horas, de sexta (dia 7) para sábado (dia 8),
abrir mão do uso de Facebook, SMS e qualquer outro dispositivo de interação
virtual, tendo como objetivo criar um momento de solidão no nosso dia. A
experiência acabou sendo aceita e realizada por praticamente todos os
estudantes.
Realizei tranquilamente o experimento proposto.
Grande parte do sucesso deve-se ao fato de que, das 07h30min às 17h30min, o meu
ser fica proibido de interagir virtualmente devido a um fator chamado aula
(UTFPR pela manhã, e a tarde aula de inglês). A única dificuldade foi o período
entre às 17h30min e a hora do meu descanso noturno periódico (popularmente
chamado de “hora de dormir”). Porém, durante esse tempo, minha atenção foi
dirigida para a realização de um relatório para a aula de Instrumentos de
Medição, que junto com o tempo utilizado para a higienização corporal e o
jantar, consumiram esse período inteiro.
Desse experimento conclui-se que, apesar da
interação virtual tornar-se parte da nossa vida diária, ela não é estritamente
necessária. Além disso, ela nos priva de um bem de benefícios únicos para a
reflexão e aprendizado, o bem objetivado nesse sábio experimento, a solidão.
Vinícius Hideki Inoue
Quase tão assustador como a possibilidade de morte
é para alguns, é a proposta de 24 horas sem interações virtuais ou via
mensagens de texto por celular. Isso porque a sociedade no geral super valoriza
sua ''vida virtual'' e a torna parte de sua própria sobrevivência. Aceitando a
sugestão do professor, fiquei 24 horas off-line, longe de redes sociais e de
meu celular. Quando conto as pessoas isso, elas ficam perplexas e me perguntam
quase que 100% das vezes ‘’Como você conseguiu?’’. Na verdade, não foi tão
difícil assim me ausentar da vida online. Ocupei-me com os estudos e quase nem
notei a ausência da internet no meu dia. Entretanto pude perceber que muitos
dos meus colegas sentiram dificuldades e alguns até não conseguiram. Isso nos
mostra o vício criado nas relações virtuais. Precisamos estar o tempo todo
mostrando ao mundo o que estamos fazendo e pensando. Criou-se essa necessidade
enorme de se expressar a cada segundo e esperar ansiosamente a aprovação dos
outros, com ‘’curtidas’’ e comentários. Mas se pensarmos bem não precisamos de
nada disso, pelo menos não com tanta intensidade. É importante sim termos
nossos momentos a sós, para pensarmos e refletirmos sobre a nossa vida e sobre
nós mesmos. Sendo assim uma das piores consequências dessa vida virtual
acelerada e constante é que acabamos por conhecer todos a nossa volta muito
bem, mas deixamos de conhecer a nós mesmos, já que não há mais tempo para isso.
Desta maneira esta experiência evocou em mim a urgência de administrar
melhor o meu tempo, tomando sempre o cuidado de que terei uma parte do dia só
minha.
Ana Paula Maia Dal Moro
Na quarta-feira, dia 05/12/12, o professor de português da universidade tecnológica federal do Paraná (UTFPR), Diório,propôs à uma de suas turmas,uma proposta muito interessante à respeito de uma experiência que estaria sendo feita por ele: ficar pelo menos 24 horas sem interações virtuais com outras pessoas,independente se fosse por computador,jogos,celular ou qualquer outro meio eletrônico.O horário combinado foi entre às 12 horas da sexta-feira com término às 12 horas do sábado.No início,eu não iria participar da experiência e resolvi adiá-la para pensar se faria parte ou não.Sábado,por volta das 3 horas da tarde,em Curitiba,começou a chover muito forte e com muito vento,portanto eu não tinha o que fazer fora de casa,então desisti de vez da experiência,até que por volta das 5 horas da tarde,caíram todas as redes de internet,televisão e telefone de minha casa,e logo depois,a luz.Então fui forçado a participar do experimento,permaneci nessa situação até às 13 horas do domingo totalizando assim 20 horas sem interações virtuais.Por mais que estivesse relutante com a experiência em um primeiro momento,achei muito interessante,pois eu nunca havia parado por tanto tempo apenas para pensar,refletir,sem intervenções externas.Gostaria de fazer a experiência mais uma vez,totalizando as 24 horas,pois acho que todos devíamos ter um momento só nosso,o que é muito difícil nos dias de hoje,onde 1 dia sem essas interações,já deixa você desatualizado do que está acontecendo,em certos assuntos.
Gabriel Muxfeldt Siqueira
No dia 5 de dezembro, o professor Diorio propôs
para os alunos da turma m51, técnico em mecânica da UTFPR, para participar de
uma experiência, a qual deveríamos ficar 24h horas sem conectividade, internet,
sms, redes sociais, ligações e etc.
Foi marcado para começarmos, o experimento, no dia
7 de dezembro as 12 horas, porem devido entrega de trabalhos só comecei no dia
seguinte dia seguinte as 14 horas. Ao começar já encontrei duas dificuldades da
experiência, a primeira foi que com a falta de conectividade não pude
compartilhar as fotos que tirei durante o trote que participei algumas horas
antes, a segunda foi que fiquei 3 horas viajando, de carro, e quase me perdi
pois não podia me comunicar com os amigos que estavam me esperando.
Após chegar no destino da viagem e conversar com alguns
amigos durante algumas horas percebi que eu estava muito mais centrado na
conversa do que meus amigos que estavam usando celulares e computadores. Nas
próximas horas apenas escutei musica, conversei e dormi mas depois de um tempo
me bateu um vazio e refleti sobre tudo, a vida, coisas que dize e fiz, algo que
foi muito positivo, pois esclareci algumas ideias que passavam na minha mente.
Depois de todas essas 24 horas não conectado
conclui que as vezes é bom se manter offline e esclarecer algumas ideias, porem
isso te deixa sem informações que deixam algumas coisas mais difíceis de serem
executadas.
Lucas Hermogenes Gebauer
Em dias normais, as coisas que eu geralmente faço
são: estudar, assistir alguma coisa, ler, e conversar online, apesar deste
ultimo não ser algo tão importante para mim como as outras listadas. Mesmo com
meu "facebook" aberto, eu quase não o confiro, e ele fica lá, apenas
para ocasiões em que alguém me chame para conversar.
No dia em questão, das 12h00min às 13h30min, eu
estava dentro de ônibus, portanto eu apenas estava lendo como sempre. E então
até as 17h00min eu assisti alguns filmes e seriados, então a comunicação
virtual não me fez nenhuma falta. Deste momento até às 20h30min eu fiquei
estudando, e houve uma pausa no meio para a janta, usualmente quando eu tenho
que estudar, eu pego o material necessário para não haver interrupções, e
estudo ouvindo musica, e conversando, com exceção da conversa, fiz até aí tudo
normalmente. A partir deste horário, até a hora em que durmo apenas assisti, e
na ultima hora entes de dormir, li mais um pouco.
No dia seguinte, da minha casa até a universidade,
apenas li, e então daí até o final da experiência, eu passei em sala, portanto
não usei nenhum meio de comunicação virtual.
Como minhas atitudes diárias, e as que eu tive nos
dias do experimento foram extremamente parecidas, e como não costumo jogar
nenhum jogo online, não vi nenhum resultado significativo para mim, porem eu
creio que para pessoas que se interessem mais por jogos online, ou que gostem
de conversar virtualmente, deve ter havido uma dificuldade a mais.
Outra observação que acho interessante fazer aqui,
é que se eu possuísse apenas alguns livros, e alguma coisa para escutar musica,
poderia ficar muito tempo sem falar com absolutamente ninguém. E também, ficar
sozinho é uma das coisas que gosto.
Fabio Eduardo Martins
No dia 07/12/2012, o mestre Diório nos deu uma
missão um tanto quanto curiosa: ficar 24 horas sem interatividade virtual. De
primeiro momento achei estranho, mas depois da breve explicação que ele nos deu
sobre o experimento, fiquei curioso e decidi cumprir essa missão.
Parei pra pensar e percebi que já tinha feito algo
assim há um tempo e descobri que não sou um daqueles que não vivem nenhum
minuto sem rede social ou algo do gênero. Para mim foi apenas mais um dia, fiz
o que sempre faço todos os dias esperando que em algum momento eu fosse cair na
tentação de ligar o computador só por alguns ‘minutinhos’. Mas não, não me
senti um completo solitário por isso, e então fui ler um livro, malhei um
pouco, toquei bateria, ouvi música, ou seja, vida normal faltando um pequeno
detalhe que passou despercebido.
Acredito que para muitos foi péssimo, mas para mim,
foi mais um dia qualquer onde, mais uma vez, percebi que as coisas boas da vida
não estão numa tela de computador, e sim que a vida é muito mais do que apenas
interações virtuais.
Álex Willian Bülow
Em minha primeira aula de português, meu novo
professor Diório, que mal conheço e já me despeço, propôs um experimento para
nós as “cobaias”, eu digo, para os alunos (palavras de Diório). Seriam 24 horas
sem internet e sem SMS, resumindo, sem nenhuma interatividade que não fosse
física. Segundo o professor o experimento seria para tirar conclusões sobre
como nós, alunos, iríamos reagir e nos sentir, e o que a solidão (a falta de
ter o que fazer) traria de bom ou ruim para nós.
Eu pensei, “vai ser fácil, as únicas pessoas que eu
mais me comunico são os meus pais e eu só ligo pra eles, e o Facebook para mim
é só um a forma de saber o que esta acontecendo na vida das pessoas sem falar
com elas e afinal 24horas não faz mal a ninguém...”. Passou a semana e eu nem
estava preocupada com isso até sexta quando começou de verdade.
Justo nestas 24 horas meus pais decidiram não
atender minhas ligações, justo nessas horas meus amigos que nunca me mandam
mensagem resolveram me mandar e justo nessas horas eu tinha uma grande
possibilidade de ser marcada em algumas fotos não muito favoráveis, nas fotos
do trote, sim, tudo justo nestas 24horas. Mesmo eu não sendo louca por pelo
“mundo online”, nunca em um “dia” (12 horas de um e 12 de outro) eu fiquei
pensando tanto em como eu precisava entrar na internet.
Pra preencher o meu tempo fiz todas as lições
possíveis e ainda fiz outras que nem existiam, vi vários programas na TV e no
final a única coisa que me restou no fim foi dormir, dormi a tarde inteira.
Quando acordei sem sono e nada para fazer acabei encontrando o tédio, a
solidão e em resultado disso o refletir.
A solidão me fez perceber que muitas vezes ficamos
tão ligados ao mundo virtual que esquecemos que existe um mundo de verdade ao
redor de nós, acabamos desvalorizando relacionamentos reais e esquecendo o que
é mais importante para nós. Com esta experiência pretendo fazer as mesmas
coisas de antes, mas vou priorizar o real em meus relacionamentos em vez do
virtual.
Raquel Romão Freire
O dia 7 de dezembro foi um dia um pouco doloroso
para alguns alunos do curso de Mecânica da Universidade Tecnológica.
Nesse dia, o professor Diório nos deu uma tarefa, não obrigatória, mas
sim uma tarefa saudável. Foi proposta uma atividade em que os alunos tinham que
ficar 24 horas sem nenhum tipo de comunicação virtual, como por exemplo alguma
rede social, mensagens ou telefonemas. Bom, não sei exatamente como descrever
essa sensação, pois ao mesmo tempo em que essa atividade foi boa, ela também
foi torturante. Como nesse mesmo dia haviam algumas tarefas, a maior parte do
tempo passei fazendo-as. Porém, quando terminei meus afazeres, veio a incrível
pergunta: “o que as pessoas estão compartilhando no facebook? Será que
aconteceu algo de importante?”
Um enorme desejo me veio à cabeça. Será que devo
quebrar essa corrente? Será que posso resistir? Enfim, para me distrair um
pouco e não me deixar levar pelo vício, fui achar alguma coisa interessante
para fazer e nessa busca, encontrei um livro na minha estante. O Menino de
Pijama Listrado. Comecei a lê-lo, logo me deixei levar pelo incrível assunto do
livro.
Após um tempo, cansei de ler e logo fui tomar um
banho... depois disso, minha mãe me chama para jantar, uma coisa que eu nunca
mais tinha feito em família, pois como estava conectado ao computador, minha
mãe me chamava para jantar e eu nunca ia na hora. Sempre jantava sozinho e com
a comida fria. Esse dia foi diferente, jantamos todos juntos, como uma família
de verdade.
Na hora de dormir, fui cedo. Não estava tão
fascinado pelo jogo do computador e foi mais fácil ir dormir na hora certa. No
outro dia, acordei cedo e fui para o colégio.
A conclusão que cheguei nesse experimento foi que a
maioria das pessoas não sabem mais o incrível valor da vida, algumas não
reconhecem mais o tão importante é a vida em grupo, mão sabem como é bom
conversar cara a cara e não sabem o como é bom dormir. Essa atividade foi muito
construtiva e adoraria faze-la novamente.
Guilherme Benitez Frehse
Este texto é referente à aula de Língua Portuguesa
do dia 05/12/12, na qual nos foi proposto que participássemos de uma atividade
extraclasse, denominada: Experimento Sócio Interacionista. Essa atividade
consistiu em os alunos, ficarem 24h sem qualquer ligação no com alguns meios de
comunicação. A atividade ocorreu no 07/12/12, o horário proposto era 12h de
sexta até 12h de sábado. O professor nos propôs esta tarefa para que ele
pudesse coletar dados, e também para que nós tivéssemos um tempo a sós, o que
atualmente raramente acontece, e o maior culpado disso são os meios de
telecomunicações, que simplesmente não no deixam passar um tempo solitários,
principalmente esses dois meios de comunicação muito difundidos atualmente:
smartphones e computadores.
Essa experiência nos deu um tempo para refletirmos
sobre nossas vidas, pois é o que normalmente fazemos quando estamos solitários,
e também nos forçou a conversamos “fisicamente” com pessoas que necessitássemos
falar, o que infelizmente, hoje em dia acontece com menos frequência, mas por
outro lado confesso que me senti um pouco desatualizado, pois o computador e o
smartphone são os lugares nos quais eu fico por dentro do que está acontecendo
no mundo, apesar de existirem: jornais televisivos, jornais impressos, entre
outras fontes de informações.
Após concluir a experiência notei que este período
a sós é altamente importante para nosso desenvolvimento psicológico , e
aconselho todos do mundo a fazerem o mesmo. Acho que podemos conciliar um tempo
a sós e não deixarmos de usar os meios de comunicação.
Gabriel Duarte Morato
Já na minha primeira semana de aula, o professor de
língua portuguesa me convoca há ficar 24 horas sem nenhuma interação que não
seja física, para um experimento que o professor queria realizar e nos usar
como “ajudantes”. Até o momento eu só sabia que o objetivo da experiência era
avaliar como nos comportaríamos num momento de solidão, em que estaríamos
desligados de todos os meios de comunicação que não fossem físicos.
Mas, o experimento não deu muito certo comigo, pois
o professor estipulou um horário: das 12 horas de sexta-feira até 12 horas de
sábado. Como eu não entendi direito o experimento pensei que poderia entrar no
Facebook somente para ver o que os outros haviam postado, e se havia algo de
importante, mas depois descobri que não poderia nem ver, porque é uma interação
indireta. Então logo já fui “desclassificado”, mas mesmo assim continuei o
experimento, e consegui ficar até o fim sem interação digital.
Mas não me senti tão diferente, pois mesmo entrando
vários dias seguidos, já fiquei, também, vários dias sem entrar em rede social
e outros meios de interação não física, tendo várias vezes momentos de solidão,
que descobri depois ser chamada solidão boa, que era o objetivo do professor.
Heitor Augusto P. Cavalli
Solidão, algo que de tempos em tempos vem sumindo
com o avanço tecnológico, e dificultando aquele tempo necessário para refletir
ou ter noção do que acontece a sua volta. Digo necessário, pois não consigo
ficar muito tempo sem. Não vejo como algo ruim ou entediante, depende apenas da
maneira como é tratada, ouvindo música, por exemplo, eu consigo tanto refletir
quanto me motivar para o que vier!
A experiência em si não foi muito diferente do meu
dia-a-dia, pois quase sempre faço isso sem perceber, apesar da mesma ter seus
lados bons e ruins. O lado ruim é que a solidão é algo que tento evitar, pois
não quero arranjar outros problemas nessa área.
Assim como outras experiências que tive, essa
também teve seu lado bom, pois só assim, eu percebi que solidão só existe
quando não há contado físico ou pessoal, aparelhos tecnológicos servem apenas
para afastar as pessoas de uma forma um tanto quanto indireta, mostrando ser
alguém quem não é. Não discordo da tecnologia, apenas aprendi que deve ter um
uso profissional ou algo parecido. A vida que devo viver não fica na internet.
Joshua Garib Prandel
Atualmente, com o desenvolvimento das tecnologias
de comunicação é quase impossível não estar conectado com todos o tempo todo.
Os jovens e adolescentes de hoje em dia, em sua maioria, não tem um tempo só
para eles. As pessoas deveria ter um momento para refletir, ler ou apenas
ficar sozinho. O nome científico para isto é solidão positiva e já foi provado
que ela é muito importante para o desenvolvimento humano.
A experiência proposta pelo professor Diório de os
alunos que quiserem, ficarem 24 horas sem interagir através de redes sociais,
em minha opinião, foi bem interessante. Embora não tivesse quase mudado minha
rotina, acho que os outros alunos devem ter experimentado algo diferente.
Digo que o experimento não teve muita interferência
em minha vida, pois eu não costumava interagir frequentemente através de redes
sociais. Normalmente eu ocupava-me com outras coisas, na qual as principais
eram ler e escutar música. Antes de o professor propor a solidão positiva ela
já fazia parte da minha vida. Ter um tempo para ficar sozinho e refletir ou ler
é algo que para mim se tornou indispensável e é nisso que me sinto diferente
dos outros adolescentes que nem sabem o que é a solidão positiva.
Daniel Luis Cieslinski
Muitas vezes em nossa era, onde a tecnologia e a
interação virtual é muito maior que o contato físico, é difícil pensarmos em
algum momento em que não estejamos sozinhos, sempre tem alguma forma de
conversação,debate ou trocas de informações presentes em celulares,
computadores, e entre outras tecnologias.
No dia 07 de dezembro nosso professor de português,
propôs uma atividade interessante, no qual teríamos que ficar 24 horas sem
qualquer tipo de interatividade virtual, e em algum momento ficaríamos sem “nada”
para fazer e, sozinhos, poderíamos refletir ou fazer qualquer outra atividade
que não exigisse um contato virtual. Foi um ensaio feito com toda a sala mas
nem todos conseguiram completar todas as 24 horas, foi algo interessante que
permitiu-nos uma experiência diferente, algo nunca vivenciado por muitos
jovens.
LUCAS FELIPE DIAS ANTONIO
A experiência realizada no dia 07 até o dia 08 de
dezembro foi uma experiência muito lenta e dolorosa. A atividade consistia em
ficar 24 horas sem utilizar aparelhos que permitissem uma comunicação digital
entre outras pessoas. Antes de começar o exercício eu estava achando que seria
algo bem fácil e tranquilo, mas nada aconteceu como planejado.
Na primeira horas eu comecei a achar o exercício
muito básico e até mesmo divertido, porém, após 3 horas a vontade de mexer
naquele mouse brilhoso e elegante ou naquela tela riscada de meu celular
começaram a me dominar. O vício subiu à minha cabeça e minhas mãos começavam a
ir atrás de meus aparelhos, porém, me controlei o máximo possível e consegui
manter minhas mãos e pensamentos distantes dos mesmos. Quando eu me lembrava
que não podia me conectar às redes sociais ou aos jogos online eu apenas olhava
para o relógio de minha casa para ver se o tempo passava mais rápido, entretanto
o efeito foi ao contrário. Segundos pareceram horas e horas pareciam meses foi
ai então que tive uma ideia genial, dormir.
Após ter pensado em dormir corri para minha cama e
simplesmente o tempo voou, oque pareciam ser 5 minutos de cochilo se tornaram
em 11 horas de sono. Então, a lição mais importante nessa atividade analisada
por mim foi que a comunicação com a tecnologia da atualidade simplesmente se
torna uma necessidade nada saudável que acaba tornando seu usuário em um
escravo.
André Luiz Yukio Harada
André Luiz Yukio Harada
No dia 6 de dezembro de 2012, eu, o mero aluno Eduardo S. de Souza, fui solicitado pelo mestre da língua portuguesa, Diório, para participar de uma experiência, junto de todo o resto da turma. A mesma tinha como objetivo criar algum momento de solidão TOTAL durante o dia, desativando, pelo período de 24 horas, redes sociais, mensagens de texto e etc. Com muita boa vontade, aceitei e resolvi, ao menos, tentar.
No início do período de um dia, ao 12h00 do dia 7,
eu tranquilamente realizei as solicitações e comecei o experimento. Contudo,
logo o primeiro problema já surgia: uma semana atrás eu fui solicitado para
representar a sala, e com isso, vinha as responsabilidades. A minha cara colega
Gabriela Saidel tinha alguns pontos de interrogação em sua cabeça, logo, a sua
primeira opção, foi pedir ajuda ao representante de sua sala. Eu, como um bom
amigo, tive que atender as solicitações da mesma e (quase) coloquei o teste em
risco, mas por dúvidas, eu dei continuidade. Segui para casa, como de rotina, e
almocei. Após isto, já umas 13h30, um vazio bateu em minha mente. Rapidamente,
eu resolvi procurar qualquer outro meio para ocupá-la, andei até o meu quarto e
encontrei meus instrumentos musicais. Comecei a praticar por duas horas e,
quando meus dedos já estavam cansados, guardei-os. Como não era de meu costume
acordar cedo, peguei meus fones de ouvido junto de meu celular e coloquei
música para relaxar e tirar um cochilo, mas o outro problema já surge: não
consegui dormir e, instantaneamente, a ficha de tudo o que tinha acontecido no
último mês tinha caído. Foi tudo muito rápido, a UTFPR, notícias boas, notícias
péssimas, coisas que eu fiz e não devia ter feito, coisas que eu não fiz e
devia ter feito, entre outras.. Não consegui controlar e sentei para refletir
sobre essas coisas, o resultado não foi muito bom, mas consegui aguentar mais
cerca de 1h30.
Já era 18h00 quando meus pais chegaram em casa,
logo, o tempo de eu ficar sozinho tinha acabado. No mesmo dia, as 21h30, eu
tinha marcado de ir a um festival de rock, vulgo Matanza FEST, com meu irmão e
alguns amigos meus. Tudo correu bem, menos o fato de que eu não pude ligar pra
eles para encontrá-los no local, Sociedade Abranches, e perdi 30 minutos de
música. Tirei várias fotos e, acho que o ponto mais dolorido da experiência foi
esse, não pude compartilhar com nenhuma pessoa, já que eu sou um fã árduo da
banda de rock/blues carioca Matanza.
O dia acabou bem, com dores no meu corpo, mas bem.
Apesar de eu ter sido o último a ter mostrado as fotos que tirei nas redes
sociais, no dia seguinte eu consegui contar do mesmo jeito, o que mostra que o
'falso senso de urgência', mencionado pelo mestre na sala de aula na última
segunda-feira, é real. A conclusão foi que eu, como pessoa, não dependo das
coisas que tive que abrir mão, e o ensaio me mostrou que eu não posso mais
deixar as coisas que aconteceram se acumularem dentro de minha cabeça, sem
serem 'processadas' pelo meu lindo, e quase destruído pelo Diório, cérebro.
EDUARDO SIRICHUK DE SOUZA
No dia 05/12/12 foi proposto pelo professor de
Língua Portuguesa uma experiência, na qual, nos teríamos de ficar 24hs
“off-line”, ou seja, não se comunicar com qualquer pessoa virtualmente, falar
apenas fisicamente. A experiência teve seu inicio às 12h do dia 14/12/12(sexta-feira)
e termino às 12hs do dia 15/12/12(sábado).
Esse experimento não teve muito impacto no meu
dia-a-dia, pois prefiro conversar, interagir, fisicamente com as pessoas. A
parte mais difícil do experimento foi não poder jogar online.
Portanto não percebi nenhuma mudança positiva nem
negativa.
Henrique Gustavo Pissaia
Interessante como ler os textos dos meus colegas de turma me fez me sentir mais próxima deles do que em todas as últimas três semanas de aula. Mais interessante ainda é a percepção de quão diferente somos e os resultados variados que uma mesma experiência causou em nós. Aos meus colegas de turma: parabéns pelos textos encantadores! Para o nosso professor: obrigada pela chance de vivenciar essa experiência.
ResponderExcluirMuito bons os textos. Ser um cobaia,digo,participante...realmente muda a maneira de pensarmos sobre os meios que usamos para se comunicar nos dias atuais.
ResponderExcluirA diversificação de opiniões quanto a positividade da experiência é propícia para refletir, é muito legal compartilhar o seu ponto de vista e conseguir entender o das outras pessoas!
ResponderExcluirfoi ótima a participação nesse experimento, que me fez refletir sobre os meio de comunicação.
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