terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Experimento Socio-interacionista - Técnico em Mecânica – T51 – 6º período


Solidão Positiva
O intuito de provar um pouco da “solidão positiva”,que muitos psicanalistas descrevem como um momento de reflexão,um tempo só para pensar,foi comprovado com 24 horas off-line.
Ficar sem internet e mensagens no celular não é um bicho de sete cabeças para mim. Não senti nenhuma falta.Tenho sempre o costume de refletir sobre meu dia durante o trajeto de ônibus até em casa.As perguntas que mais vieram a minha mente foram “como?Por quê?” .A primeira coisa que veio a minha cabeça é “qual o meu destino?”,o que irei fazer da minha vida e como que eu irei aplicar tudo o que eu aprendi na escola.Como tudo que está a nossa volta consegue se manter em equilíbrio.Em um segundo momento comecei a olhar para o mundo ao meu redor,como que as coisas funcionam.Pensei também na comodidade do povo brasileiro.
Eu tentarei fazer esse experimento mais vezes,para tentar se desconectar um pouco e aproveitar melhor o meu tempo livre.
Régis Vinícius de Mello

Um dia após o outro
Comecei o experimento assim como o combinado e me mantive firme até dormir. O objetivo de ficar off-line não foi tão difícil de se manter, já que fico o dia inteiro fora praticamente. Costumo chegar em casa tarde da noite e já cansado, não tenho tempo para coisas supérfluas, tais como ficar perdendo tempo no facebook ou tuitando resumo de obras. Minha disciplina não foi tentada nem um pouco durante esse período. Porém, ao acordar com o despertador do celular notei que havia uma mensagem. Estava eu em baixo estado de consciência, acabado de ter meu tranquilo sono restaurador trucidado por um aparato barulhento chamado despertador, quem me lembrava mais do experimento. Li a mensagem, e só quando já estava no CEFET lembrei do que o professor havia dito na sala de aula. Depois pensei: “Ah, é o Diório mesmo, não vai fazer mal nenhum não ter cumprido com a meta”. Passei o resto do dia trocando mensagens com meus amigos pensando que falhado uma vez não adiantaria mais continuar off-line.
Raul Yukio Harada

Relatorio 24 horas off line
Sexta-feira 07/12/12.
12:00-13:00: Primeira hora sem a conectividade, sem problemas, almoço com os amigos no restaurante universitário da UTFPR.
13:00-15:30: Sem nenhum problema quanto a falta de conectividade, por estar em horário de aula.
15:30-15:50: Intervalo, me encontrei com alguns amigos na arquibancada da quadra externa e lá conversamos até a hora de ir novamente para a aula.
15:50-17:30: Aulas e novamente, com a cabeça ocupada, não houve problemas quanto a falta de celular.
17:30-18:30: Ida de ônibus do centro até a academia Chute Boxe Sniper no bairro Vila Oficinas, ouvindo musica, mas sem mandar mensagens, nesse meio tempo senti a falta de conversar com alguém ou de mandar sms, mas ouvindo musica, passou rápido.
18:30-19:00: Inscrição e pesagem para a luta e programação das lutas.
19:00-20:00: Preparação (aquecimentos, alongamentos e concentração) para a luta e expectativa para o inicio da minha assistindo outras lutas
20:00-21:00: Entre esses horários entrei no ring, inicio um combate de Muay Thai em 3 rounds de 5 minutos, venci por pontos em decisão unanime dos juízes, ao fim do combate recebi a medalha e ao fim do GP fui comemorar e dizer aos amigos via SMS e Facebook, quebrando assim o proposito da pesquisa.
Kelvyn Gomes dos Santos Servo

Tempo para pensar
Ficar sem internet ou contato com outras pessoas por meio da tecnologia não é uma novidade para mim, faço isso com frequência inconscientemente, vezes por não ter créditos ou por não ter vontade mesmo.
Mas de toda forma ficar sem o contato com eletrônicos é uma coisa boa, traz apenas vantagens, além de ser um vicio para alguns, você tem um tempo para pensar e reflectir sobre a vida, como é o propósito do tema.
Nesse tempo que eu fiquei sem contato com a internet ou pessoas virtualmente eu sai, assisti televisão, joguei video game, foi bem tranquilo, realizei a experiência sem muito esforço.
A idéia do professor Diório veio com uma boa intenção, é algo a se pensar o fato de ficar sem conectividade por um tempo, se deparando apenas consigo mesmo e mais nada ou ninguém, colocar as ideias em ordem, dar um tempo para você e sua cabeça, gostei de participar, realizaria ele novamente com certeza, mesmo que sem querer.
Yohan de Mello Uhdre

21/12/2012 e a Comunicação Virtual
Descubra a relação de um experimento simples com o fim do mundo
O experimento, que consistia em estar por 24h desconectado do mundo virtual, não foi realizado por mim de tal maneira a alcançar seu alvo, mas consegui concluir algumas coisas. Desde o início, às 18h00, até as 23h00 do mesmo dia, quando eu dormi, não tive quaisquer problemas relacionados ao experimento. Ao acordar acreditei que continuaria a ser fácil cumprir o “pacto”. Porém, às 9h00 recebi uma mensagem de um amigo, pensei em não abrir, me contive por algum tempo, mas sabia que a mensagem estava relacionada com o final de semana e tive que olha-la e responde-la. Como haviam sido apenas três mensagens, pensei que continuar o experimento a partir daquele ponto não seria problema. Até ás 13h00 não havia me conectado com o mundo virtual, porém, recebi uma mensagem de outra pessoa, quando eu ia abri-la, meu amigo retirou com força o celular da minha mão e só me devolveu após longos 10 minutos. Com o aparelho em mãos, abri e respondi a mensagem rapidamente sem que o meu amigo se desse conta. Depois deste episódio desisti de vez do experimento e aprendi que a desconectividade é algo difícil de ser alcançado, mesmo sendo apenas 24h, e que o dia em que as companhias de telecomunicação falharem por um longo período “o bicho pega” e o mundo acaba.
Leonardo Moura de Abreu

Desplugados
Esse mês foi feito um experimento pelo professor Diório, de Linha Portuguesa 6 no Câmpus UTFPR Curitiba, com os alunos do Ensino Médio Técnico. O Estudo teve por objetivo mostrar a dificuldade que os jovens da “nova geração” apresentam ao ficarem desplugados, com a intenção de se manterem solitários e pensarem na vida. Seria um tempo para si.
O experimento consistiu em os alunos, aqueles que pudessem e que gostariam de participar, ficarem um dia inteiro sem acesso à internet, redes sociais, jogos online e mensagens de celular, salve os casos com extrema necessidade, por exemplo trabalho.
A experiência que tive foi muito boa, pois pude ver que tenho tempo para pensar e refletir sobre eu mesma e o mundo, e que tenho feito isso também. Porém devo confessar que fracassei. Embora fosse de uma necessidade, fiz de forma incorreta. No dia seguinte, passando-se 19 horas invictas, enviei uma mensagem SMS à minha amiga perguntando qual era a sala da aula. No momento em que mandava o torpedo, lembrei-me da promessa e tentei cancelar. Passado 1 minuto recebi a resposta. Incrível como realmente funciona essa tecnologia, pois o sinal era fraco e cancelei enquanto dizia enviando.
O que pude perceber é que é difícil de se desprender dos costumes e do conforto que os aparatos tecnológicos de comunicação e expressão em massa nos oferecem. E que nos sentimos muito sozinhos se não conseguimos acesso a isso. Desde pequenos fomos acostumados a ver a solidão como algo ruim, depressivo e incompreensível. Contudo, dizem especialistas, há a solidão boa, que nos faz pensar, refletir e ter um tempo de privacidade com nós mesmos, conhecer nossa mente e corpo, e refletir sobre os atos e a moral.
Pode-se resumir os resultados em algumas palavras: impossível ficar desconectado, difícil ficar sozinho, complicado demais refletir, boa experiência e proveitosos resultados.
Fernanda Splett

Sem conexões
Após uma semana sem conectividade, tive algumas experiências com a chamada “Solidão Positiva”, conhecida por trazer benefícios ao indivíduo que a experimenta, ajudando-o a ter maior clareza na hora de tomar decisões, aprendemos a conviver melhor conoscos mesmos e com os  outros que estão ao nosso redor.
Apesar de já ter momentos nos quais fico apenas junto de meus pensamentos, isso se evidenciou neste tempo em que me distanciei das redes sociais e de formas rápidas de comunicação, como e-mails e mensagens via celular. Neste período, minha produtividade aumentou bastante, minha atenção ficou melhor e pude redescobrir minha criatividade para ocupar o tempo no qual costumava desperdiçar frente à tela do computador sem fazer absolutamente nada de muito produtivo.
Também consegui refletir muito sobre diferentes assuntos, que normalmente deixo de lado por considerar sem importância. Solucionei problemas, ganhei alguns dilemas e impasses, além de ter um aprendizado maior sobre mim mesmo. Acredito que esta tenha sido a maior vantagem, pois além de simplesmente me redescobrir, conheci melhor meus defeitos e medos, e encontrei meios de superá-los.
Por fim, pude concluir o quanto é bom ter um momento consigo mesmo, mas sem deixar de viver em sociedade. Mas se souber como utilizar desta solidão, consegue-se organizar muitas coisa em sua mente e em sua vida.
Esta experiência acrescentou muito em minha vida e a repetiria sem problema algum, e aconselho à todos que tirem um tempo para si mesmos para se conhecer melhor.
William dos Santos Peddinghaus

Status: Ausente.
Nossa geração cresceu cercada pelos avanços implacáveis da tecnologia, e para nós, jovens, parece quase impossível se manter desligado do mundo virtual.  No experimento realizado pelo professor Diório e seus alunos, pode-se perceber que nosso impulso de se conectar é espontâneo, automático. Não sabemos ficar nem mesmo 24 horas sem utilizarmos as famigeradas redes sociais ou até mesmo das mensagens de texto com planos que nos encantam pela facilidade de acesso. Afinal, nos dias atuais, temos acesso ao mundo, na palma de nossas mãos e com apenas um toque, que acabamos nos tornando escravos dos meios de comunicação.
Eu, particularmente, não participei do experimento, mas por intermédio dos depoimentos dos meus colegas pude observar que muitas vezes o objetivo foi quebrado por desatenção ou apenas pela força do habito. Vivemos tão ligados à ideia de estarmos sempre tão próximos da informação, que quando nos mantemos afastados, essa situação acaba nos perturbando.
Existe, é claro, o lado bom da experiência. Manter-se desconectado nos abre um horizonte repleto de diversas oportunidades de entretenimento e um certo desprendimento com a rotina. Mas, por outro lado, hoje em dia é muito complicado nos mantermos “ausentes”, afinal, estar desligado do mundo virtual ou até mesmo sem comunicação fácil, é praticamente impossível na agitação cotidiana.
Stela Maziero Gazabine

Desconectados? Talvez.
A necessidade excessiva dos meios de comunicação por parte da população mundial, sobre tudo a internet, vem se tornando um sério problema para a sociedade, uma vez que a vida passa ser algo essencialmente digital, e o convívio entre as pessoas, característica presente desde os primórdios da humanidade, vai sendo colocado em segundo plano.
Tendo em vista que esse problema assola, em sua grande maioria, a população mais jovem (isto devido ao forte avanço tecnológico-informático nesta última década), foi-nos proposto, turma T51, sexto período, UTFPR, para que pudéssemos refletir sobre essa vida digital, um experimento. Esse consistia em deixarmos de utilizar os meios de comunicação internet e celular (este exclusivamente em situações de mensagens de texto), durante um dia inteiro, com horários determinados, para que pudéssemos descobrir a diferença que isto faria, ou não, em nosso dia. O período de tempo selecionado foi do dia 6 de dezembro, às 18hs, ao dia 7 de dezembro, também às 18hs, totalizando assim as vinte e quatro horas.
A participação da turma no experimento não foi totalizada em 100%, porém a grande maioria participou e o concluiu de forma satisfatória, incluindo nesta lista eu, Evandro Santiago. Os resultados por mim obtidos não foram diferentes dos esperados. A internet, ou celular, não são instrumentos de extrema necessidade para mim. Já vivi, algumas vezes, situações nas quais estive completamente desligado de qualquer meio de comunicação, inclusive televisão e telefone. Aqui, o único problema visível, com o grande número de informações que percorrem estes meios, é que foi um tempo no qual estive completamente desinformado sobre qualquer acontecimento do mundo ao redor. Não digo que internet não é algo importante para mim, pelo contrário, utilizo e muito, sendo em redes sociais ou sites de informações. A não dificuldade em concluir o experimento pode residir exatamente nisso, o fato de já ter realizado isso antes, e em períodos de tempo consideravelmente maiores. Talvez, resultados mais expressivos pudessem ter sido obtidos se tivéssemos mais tempo.
Durante o tempo livre que tive, pude aproveitar para ler um pouco mais, ou ainda, pude sair e ir a lugares onde não teria ido se tivesse acesso à internet, que, porém, visito com muita frequência, por isso não senti grande diferença. Acredito que a experiência foi inteiramente válida, pois, para mim pode não ter feito muito efeito, entretanto, em outras pessoas, esse efeito pode ser sentido. Essa necessidade de reservar algum tempo para si mesmo, de estar sozinho, e utilizar esse tempo para realizar algum tipo de atividade diferente, seja lendo, pensando, ou até mesmo dormindo é extremamente necessária para o melhor desenvolvimento do ser humano como pessoa racional. Repetiria, com certeza, o experimento.
Evandro Lima Santiago

Um dia offline
Como o objetivo do trabalho (entendido por mim) era passar 24 horas sem conexão nenhuma com internet, sms e afins, após um breve momento de reflexão, percebi que, no meu caso, o experimento praticamente não produziria resultados muito significativos, já que das 24 horas do experimento, 10 horas seriam dormindo, 6 horas seriam na Universidade, sobrando assim, 8 horas no dia, distribuídas praticamente em 3 ou 4 horas de leitura (1 hora dentro de ônibus e 2 ou 3 horas em casa), 2 ou 3 horas ouvindo poadcasts ou música ou mais tempo com leitura ou um filme ou na internet mesmo (o que é um período muito pequeno).
Gustavo Motonori Tsuboi
   
Conectados?
O orientador pensou no experimento de “se desconectar” após refletir sobre como a dita atual geração está em um permanente estado de “não-solidão”, pois encontra-se continuamente conectada (através de protocolos HTML, SMS, etc..) com seus amigos, conhecidos, e muitas outras pessoas. O autor deste textículo (veja bem, textículo com “x”) não pôde cumprir com a proposta de se manter desconectado, entretanto, já experimentou o que significaria estar continuamente conectado e diz que: Nunca estivemos mais solitários.
O que inicialmente foi concebido como um sistema de comunicação voltado para o profissional (mensagens de texto instantâneas via internet) tomou proporções absurdas, ao ponto de se tornar boa parte do contato entre as pessoas. Por mais que estejamos conectados com os outros são tantas pessoas em um intervalo curto de tempo e tamanha overdose de informação fazendo com que a mente humana não consiga lidar com tudo isso como deveria, acabando por interpretar errado e manter o nível da conversa tão supérfluo quanto a conexão existente entre os interlocutores. Seria como tentar compreender a emoção de um “Eu te amo” enviado por SMS do mesmo jeito que compreenderia se este fosse dito ao vivo, da mesma maneira que quem enviara tal mensagem talvez não tivesse a dito ao vivo. Ou seja, a maioria das conexões mantidas pela tecnologia estão limitadas a caracteres, resultando em interpretações erradas e superficialidade. Inclusive, a conexão com as outras pessoas se tornou tão superficial que acabamos sem conseguir compartilhar de verdade nossas emoções mais profundas, somente mensagens de texto. Mas se estamos tão sozinhos, onde estão os benefícios da reflexão pessoal? Os mais conectados podem já nem conseguir tempo para tal, já que estão minimamente ligados com pessoas demais o tempo todo, implicando em não ter um instante nem para si próprios. Há informação inútil demais e não conseguimos lidar com ela. Há pessoas demais e não sabemos nem quem importa mais para nós. É uma geração tão conectada com o supérfluo a ponto de ter se desconectado do que é realmente importante, onde estão todos juntamente sozinhos e talvez sem nem ter tempo para refletir e perceber: “Meu Deus, o que estou fazendo da minha vida?”
Luiz Eduardo Narahara Perotti

Na velocidade da comunicação
Tendo em vista a forte dependência social que a sociedade moderna no geral tem das redes sociais, o professor Diório propôs o seguinte desafio à nossa turma: passar 24 horas sem utilizar qualquer meio de comunicação via internet ou celular.
Particularmente, não participei do experimento, e presumo que tampouco conseguiria terminá-lo com sucesso, assim como a grande parte dos meus colegas de sala. As conclusões que podemos tirar do experimento desse seleto grupo de pessoas da sala pode também ser usadas para definir a sociedade atual como um todo: não sabemos mais viver sem estar conectados a todos a todo momento. Podemos claramente perceber isso, por exemplo, na indústria de informação e comunicação. Produtos que oferecem maior conectividade, que despejam informações fáceis e rápidas, muitas vezes inúteis e desnecessárias, são os que mais vendem. Essa interação excessiva nos torna ávidos à pertencer ao todo, muitas vezes deixando a singularidade própria pessoa de lado, ou seja, temos tempo demais para os outros e nossas atividades inúteis, e pouco tempo para nós mesmos. Não que a interação social com as pessoas não seja importante, bem pelo contrário, mas ela está danificada e perdendo seu sentido. Dificilmente paramos pra ter uma boa conversa frente a frente com uma pessoa, pois é muito mais fácil conversar na frente de um computador ou celular.
Estamos sujeitos a um ritmo implacável, mal temos tempo de organizar nossos próprios pensamentos, fazer nossas vontades verdadeiras e definir nossa prioridades pessoais, pois todo esse choque de informações e interações supérfluas com as pessoas nos obriga a estar o tempo todo com a mente em movimento de forma a satisfazer esse fluxo, dando pouco importância ao que provavelmente deveria ser muito importante: a satisfação obtida única e exclusivamente por meios próprios.
William Souza

Loucuras de um dia sem internet
A comunicação sempre foi algo muito importante para todas as pessoas, pois age sobre questões pessoais como sociais. Assim com a evolução das tecnologias como o computador e o desenvolvimento da internet, as pessoas acabaram por estar amplamente conectadas umas com as outras, como, através de redes sociais. Logo, a partir de 2000, essa geração de indivíduos que estava por vir estaria em uma época, onde não há “solidão”, pois esses ficam tão conectados uns com os outros, pelos seus celulares, tablets, notebooks e outros eletrônicos, que acabam por ficar sem um próprio espaço para si. E é por isso que foi feita a proposta, pelo professor Diório, de ficar um período pré-definido de um dia selecionado sem usar a internet ou se conectar através de mensagens.
Assim foi iniciada a experiência no dia 6 de Dezembro às 18h até às 18h do dia seguinte. Para mim está experiência foi indiferente, pois praticamente todo o período da experiência não tinha permanecido em casa. Na hora em que começou, estava na aula de francês que durou até as 20h, após, fui para casa onde cheguei e já fui dormir, no dia seguinte de manhã, fui para o meu estágio onde não tive nenhum contato com internet ou mensagens e após o estágio estive na UTFPR, sendo que também não tive nenhum contato com internet,acabando a aula 17h30 e indo para minha casa onde terminou o tempo da experiência com total êxito,de ficar 24h sem utilizar nenhum meio de comunicação social.
Mas para mim esta experiência proposta acabou sendo indiferente, porque ficar sem internet não chega a ser um sacrifício, pois na maior parte do tempo prefiro fazer outras coisas sem que esteja na internet, como, ver filme, séries, escutar músicas. Deste modo, acabou sendo algo que não me afetou na minha vida.
Luiz Fernando Cauduro Jr.

Um dia off-line
Na minha experiência de ficar 24h totalmente off-line foi um tanto que interessante. Durante essa experiência eu percebi a diferença no tempo, pois ele não passava, e mesmo tendo avisado a todos que estaria totalmente off-line das 18h de quinta-feira dia seis de Dezembro até o mesmo horário do dia seguinte eu continuava a olhar para o meu celular como se estivesse esperando uma mensagem que sabia que não ia vir até às 18h do dia seguinte. Mas esse tempo de 24h foi produtivo, pois deu para pensar um pouco sobre a vida e descobri que, como adoro frio, vou querer morre o móis perto possível de um dois pólos, acho que isso seria bastante legal. Mas com o tempo a gente começa a pensar demais que acaba pensando coisas que ao são nada legais, como arruinar a vida de alguém ou matar alguém que você detesta, ai a criatividade rola solta, mas cheguei a um ponto onde ao queria mais pensar nisso e acabei indo escutar musica para passar o tempo. Essas 24h foram as mais lentas que eu já tive, mas consegui cumprir essa meta e sobrevivi.
Thiago Kenhiti Yoshida

Um dia para refletir
A experiência de ficar um dia sem qualquer tipo de conexão foi bastante interessante e satisfatória, embora o tinha tenha sido bastante tedioso senti que havia me tornado mais produtivo e que, querendo ou não, acabei pensando na vida, refletindo dos assuntos mais cotidianos aos mais absurdos e inimagináveis, acabei fazendo todo tipo de tarefa que estava atrasada ou que ainda seria entregue.
No final a experiência foi extremamente positiva, tirei ótimas conclusões das reflexões que tive e notei que é possível diminuir a conectividade e que isso seria bastante produtivo.
Lucas Olivoto Cardoso

O Advento do Mundo Virtual
Nascida e criada em meio aos enormes avanços tecnológicos alcançados nas últimas décadas, a nova geração de crianças e adolescentes se encontra imersa em um mundo virtual, intangível, que demonstra uma influência cada vez maior na formação de uma pessoa.
Esse mundo virtual como qualquer outro apresenta seus pontos positivos e negativos. Enquanto ele possibilita a troca e o debate intenso de informações em seus domínios, ele “rouba” sorrateiramente um tempo que poderia ser aplicado no real, no debate boca a boca, num momento de reflexão.
Muitos dos jovens de hoje não sabem o que é ter um momento de reflexão, um momento apenas para si mesmo. Imersos nesse advento tecnológico que consome cada vez mais o tempo das pessoas, parar apenas para pensar é cada vez mais mais raro e quando se tem esse pequeno momento, não é suficiente.
O experimento vem justamente para causar esse momento de pausa, de pensamento, através da privação da utilização de qualquer meio de comunicação virtual, valorizando o contato interpessoal.
Eu, particularmente, escolhi por não participar do desafio, pois realmente dependo desse grande mundo virtual para trabalhar, para interagir, para buscar informações. Mas não é por isso que deixo de ter meus momentos de reflexão. Eles são vários e muitas vezes duradouros. Ao elaborar esse texto já tenho meu próprio momento de reflexão. Ao ouvir música no ônibus em meu eterno e diário deslocamento pela cidade tenho esses momentos. Mesmo que não sejam tão grandes, são de suma importância para mim, pois são neles em que analiso e decido pelo meu presente. Quem nunca parou para pensar na vida naqueles minutos antes de adormecer? Todos temos esse tempo, mas não são todos que sabem aproveitá-lo da maneira correta.
Portanto, é inegável a existência de inúmeros desses momentos de reflexão no dia a dia de uma pessoa. Mesmo com a ocupação cada vez maior do nosso tempo com essa “vida virtual”, é indispensável o aproveitamento dos raros momentos de contemplação do presente, seja lendo ou seja nos minutos contados de banho.
Luís Guilherme Moreira da Silva

Um futuro conectado
A interatividade virtual é algo que está presente na vida de muitas pessoas, principalmente na atual geração, que já nasceram nesse meio. Por isso, muitos não têm um tempo para si só, não tem um tempo para refletir sobre as coisas da vida. Por isso a ideia de ficar sem interagir virtualmente com ninguém por 24h, seja pela internet ou por outros meios que não sejam cara-a-cara, parece impossível para alguns.
Decidi não participar desse experimento pois já tenho esse hábito, talvez por achar que não tenho tanta necessidade de sempre estar se comunicando com alguém. Porém, vejo que muitas pessoas tem essa necessidade, por isso, para elas esse experimento seria bem mais difícil e importante.
Acredito que tornar isso um hábito torna o dia mais produtivo e satisfatório, mas para nossa geração isso é algo difícil e se tonará ainda mais difícil para nossas futuras gerações, pois a cada dia que passa surge mais e mais formas de estar todo o dia conectado com outros, mesmo que estejam longe.
Guilherme Chulis

Um dia off-line
O experimento consistia em ficar 24 horas sem se comunicar com pessoas de forma virtual. O objetivo era provar que a solidão pode ser positiva, desde que de forma controlada, e não em excesso.
Não foi um período totalmente positivo nem totalmente negativo. Desse período foi possível perceber que a solidão não é algo negativo, pode até ser bom ter um período para pensar sobre a vida.
Com isso, provou-se que a solidão pode realmente ser positiva, mesmo que atualmente não seja algo muito fácil “estar sozinho”, é bom reservar um tempo para isso.
Guilherme Toni do Nascimento

O Mal do Século
Na minha experiência de abstinência da conectividade, eu não senti muita diferença, pois não sou usuário da internet 3G.  A solidão pode ser positiva, desde que seja moderada se você pensar na vida e refletir sobre a filosofia, por exemplo, a de Platão.
Gosto muito de pensar com meus cachorros, porque quanto mais eu conheço as pessoas, mais eu gosto deles, porque possuem um amor do cão, pois me amam pra cachorro. Além disso acho que o facebook aliena as pessoas e faz elas ficarem bitoladas no mundo virtual, tenso assim uma falsa sensação de companhia.
Minha conclusão é que pode ajudar pessoas com dependência virtual que não conseguem sair do mundo irreal, que pode trazer perigos como a pedofilia . É melhor um amigo na vida do que 5000 no facebook.
Daniel Siqueira Garcia
P.S.: Muitas pessoas podem ter lido esse texto e ter achado que é uma gozação, mas é a minha verdadeira opinião.

5/12/12 era uma quarta feira de sol escaldante, estava na sala de aula depois do intervalo esperando por meu novo professor de português quando Diório entra na sala. Como qualquer professor novo ele se apresenta, e logo informa a turma que será substituído apos as três primeiras semanas. Com tão pouco tempo ele faz uma proposta para seus novos alunos, um experimento de 24 horas de duração, no qual esses alunos deveriam permanecer desconectados. As regras eram simples aqueles que aceitassem participar deveriam ficar sem acesso a internet e a comunicações via mensagens de texto, após isso todos da turma deveriam escrever um texto baseado na sua experiência ou na discussão feita em sala aula, o período determinado foi das 18 horas do dia 6/12/12 até as18 horas do dia 7/12/12. O professor demonstrou uma expectativa de que tivéssemos momentos sozinhos de reflexão durante esse período, e gostaria de saber onde nossa mente nos levaria, pelo menos foi o que ele nos disse.
Eu fui um dos que aceitaram fazer parte do experimento, não vi grande dificuldade na tarefa de permanecer desconectado já que não tenho nenhum perfil em redes sociais e não sou aficionado por internet. Pensei que a experiência não ia dar em nada, mas no mesmo dia quando voltava para casa estava pensando em que levou Diório a fazer o tal experimento com seus alunos. Supus algumas coisas como, que ele esperasse que o experimento falha-se para provar que a conexão é algo que esta na natureza dos jovens e que não tem como permanecerem desconectados, entre outras mas nada muito conclusivo pois como disse era um professor novo para mim e não o conhecia para tirar conclusões.  Dentro das 24 horas de experimento acabei voltando a pensar no objetivo do professor mas logo parei porque vi que não chegaria a lugar algum, e comecei a pensar em como seriam os resultados dos meus colegas quantos acabariam falhando e as razões possíveis para essas falhas. Consegui concluir o experimento sem nenhuma dificuldade.
Na semana seguinte apos a discussão em sala vi que algumas de minhas suposições estavam corretas e muitas outras erradas. Diório não mostrou aspiração para resultados além do que havia comentado anteriormente, ele nos trousse uma pequena pesquisa a respeito de que ter um momento sozinho para refletir ou relaxar é algo benéfico. Apesar de não comprovar que o professor tinha uma segunda intenção com o experimento minhas outras reflexões não estavam de todo erradas, aconteceram falhas por pua distração pelo fato da conectividade ser algo natural hoje, mas elas foram poucas em relação a o que imaginei. Para mim a experiência não teve um grande resultado, o que eu consegui constatar com ela foi uma característica minha a qual já conhecia que é se perguntar o porque das coisas quando me são impostas.
Erik S. M. Blois

Há algum tempo atrás, parei para pensar sobre a minha “falta de tempo”. Concluí, então, que na realidade não me faltava tempo, mas sim autodisciplina. Computador, televisão, videogame e afins, tomavam grande parte dos meus dias. Decidi, então, diminuir o tempo gasto com essas coisas e aproveitar de forma mais produtiva o tempo que sobrava. Isso foi muito bom! E, desde que comecei a me “desconectar” um pouco mais, por assim dizer, descobri o valor de coisas simples, mas preciosas – como escrever uma carta, por exemplo. Vivemos num mundo onde tudo é tão rápido e tão simples, que muitas coisas acabam perdendo seu valor, sem que percebamos. Tocar violão, ler um livro, escrever, ler a bíblia ou simplesmente pensar na vida, foram simples atividades que com o passar dos dias se tornaram hábitos. Ao participar de um experimento do professor Diório, no qual me comprometi a ficar 24 horas sem internet, não tive muitos problemas. Foram 24 horas tranqüilas, nas quais eu fiz minhas atividades cotidianas e também tive, como em quase todos os dias, o meu tempo. Estudei, li a bíblia, comecei um novo livro, escrevi no meu diário e, sim, ainda sobrou tempo! Foi um dia bem produtivo.
Na correria do dia-a-dia, praticamente “voamos”. Entretanto, é importante ter um tempo para si. E quando entendi isso, a correria não parou, afinal, crescemos e as responsabilidades crescem junto. Mas uma coisa, digo, com certeza: a maturidade para enfrentar essas responsabilidades aumentou. Portanto, para mim, o experimento foi bom e reforçou a idéia de que é, sim, muito importante ter um tempo para si mesmo.
Juliane Lima

O dia sem conexão
O uso da tecnologia está interferindo com a vida cotidiana e a aprendizagem de nós estudantes. Somos uma geração que aprende a se comunicar online desde cedo e tem acesso a diferentes meios de informação. Habilidades estão sendo construídas. Estamos diante de um novo século, com novo formato de receber e transmitir informação. Sendo assim, o medo de ficar incontactável às vezes até prejudica a vida pessoal e profissional.  A dependência do celular, do computador, da Internet é  cada vez mais crescente. Então, fomos questionados pelo professor Diório para o seguinte desafio: “Passar 24 horas off-line”, nada de computador, internet ou mensagens SMS.
Às vezes, passo até 3 dias sem entrar na internet, logo, consegui realizar o experimento. Não foi difícil. Como eu estudo de manhã, à tarde e à noite, ou seja, saio de casa bem cedo e volto bem tarde, não tenho disposição nem vontade para me conectar ao Facebook, Twitter ou outras redes sociais. O único tempo disponível que tive, fora o tempo para dormir, foi gasto escutando músicas, assistindo séries ou lendo. O experimento foi válido e achei muito interessante, porém não causou nenhuma grande mudança nos meus hábitos, pois não sou alienada à tecnologia ou conectividade. Porém, tenho certeza que este experimento foi curioso para algumas pessoas, pois puderam sentir o quanto “dependentes” estão da tecnologia e das redes sociais.
Fico assustada com a velocidade que tudo muda. Parece que estamos em um vendaval. Quando pensamos que conseguimos aprender algo, aquilo já está antiquado. Atualmente, as crianças nos assustam, pois não são mais crianças, mas sim, pequenos adultos muito sábios. Afinal, apesar de sermos livres, também somos reféns das novas tecnologias. Realmente, não há mais aquela amizade do passado, em que se tinha uma comunicação física e presencial. Hoje é tudo diferente. Devemos procurar nos ocupar com outras atividades para não vivenciar esse uso exagerado das comunicações e da tecnologia.
Luana Camila Pavelski

Offline
Na ultima quinta-feira, 06 de dezembro de 2012, as 18 horas, me desconectei da internet e mensagens no celular. Conforme proposto no experimento, porém antes de fazer tal coisa, avisei parte dos meus contatos que estaria ausente por 24 horas. Para não causar tanto alvoroço, porém as 18:42 recebi uma mensagem. Isso me angustiou, porém fui forte resisti a tentação.
Logo antes de dormir, 00:00, como de costume atualizo meu e-mail e o facebook, porém naquela noite não fiz desta maneira. Como estava sem sonho, peguei um livro que estava lendo a mais de um mês e tinha parado por “falta de tempo”. Estou lendo ele até hoje, mas agora tenho tempo. Ao final das 24 horas contava os segundos para atualizar meu facebook e responder a mensagem do dia anterior.
Tive como conclusão, que passar mais que uma hora por dia no facebook, é perda de tempo. Mas as mensagens pelo celular, são algo impossível de não utilizar, não praticas, rápidas e fáceis. Sem eles fico sozinho, mesmo estando cercado de pessoas.
Angelo Gastaldi

Um comentário:

  1. Pequeno comenário: seis são fádamãe... não se pode mais dormir em aulas chatas em paz que já tem nego passando pasta de dente na cara XD. Enfim, posso dizer que depois dessa experiência (coisa de louco) comecei a pensar mais no objetivo da proposta. Pensar um pouco nas coisas, sobre o que é viver (não, eu não fumei maconha)(também não vou me suicidar, já que acham que japoneses têm alto potencial suicida). Mas enfim, lembrei de meus sonhos de criança, e muitas outras coisas...

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