terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Experimento Socio-interacionista - Técnico em Eletrônica – M11 – 3º período


Um vício: Internet
Quando o Prof. Diório propôs ficarmos 24 horas sem internet ou celular, achei que seria fácil. Na segunda-feira de manhã fui para a aula na Sede Ecoville da UTFPR. A partir das 12h, fiquei sem mandar mensagens ou telefonar. Ao chegar em casa, senti que não tinha nada o que fazer, pois todas as tardes e noites eu acesso a internet. Por isso, não vi outra solução a não ser dormir. Acordei no fim da tarde e ainda tinha aquela sensação de tédio, embora eu possua vários livros e também televisão a cabo. Consegui aguentar até às 23h, quando abri o computador e entrei no facebook. Pensei em compensar as horas restantes do experimento no outro dia, porém não consegui.
A internet é um vício enorme para mim, assim como refrigerante. Quando pequena, eu já jogava no computador e até acessava a internet sozinha, e fui acostumada a beber refrigerante também muito nova. Acho que é por isso que é tão difícil largar desses vícios, nem que seja por um dia.
Mariana Bittencourt Junghans

Chance para a solidão
Durante a aula de português, o Professor Diório nos propôs um desafio interessante, consistia em ficarmos “off” por um período de tempo de 24 horas, ou seja, nos desligarmos completamente de redes sociais, de mensagens de texto, e-mails, e qualquer outro meio de comunicação que não fosse pessoalmente ou por chamadas de telefone.
Confesso que achei uma tarefa super difícil, pois sou muito ligada a esses meios de comunicação, principalmente a Internet, que utilizo diariamente, só de pensar em ficar um dia sem conexão já me senti angustiada, e o resultado não poderia ter sido outro: ao entrar em uma rede social para conversar sobre um assunto importante com uma colega, não aguentei e fiquei por lá mesmo, me senti totalmente dependente e compulsiva.
Mas apesar de ter jogado todo o experimento por água abaixo em menos de 12 horas, achei o experimento muito interessante, pelo fato de sermos tão dependentes de uma coisa que nem se ouvia falar a alguns anos atrás, e momentos como os de solidão estão se tornando cada vez mais raros, acredito que tentarei dar mais chances para esses momentos, pois eles nos fazem refletir, ler um bom livro, ouvir uma boa música, enfim, o experimento é muito incentivador e nos faz refletir sobre vários aspectos das nossas vidas.
Thays Evelim de Souza Mendes

SEG 12:00|Indo para o Terminal| – Começa o experimento e término da aula.
SEG 12:10|Terminal Campo Comprido| – Pego o onibus de volta para casa.
SEG 12:20|Onibus Capão Raso/C. Comprido| – Mulher sem sobrancelha senta do meu lado.
SEG 12:40|Onibus Capão Raso/C. Comprido| – Mulher sem sobrancelha sai do onibus.
SEG 13:30|Portão da casa| – Chego na porta da minha casa.
SEG 13:35|Cozinha| – Curry e arroz de almoço, estava bom.
SEG 13:50|Indo para o quarto| – Início do isolamento.
SEG 13:52|Quarto| – Meu quarto está bagunçado.
SEG 14:30|Quarto| – Meu quarto está limpo (ou quase).
SEG 14:48|Laptop| – Tetris: 46451.
SEG 14:50|Cozinha| – Pudim na geladeira descoberto.
SEG 15:00|Cozinha| – Pudim da geladeira consumido.
SEG 15:20|Após aproveitar um delicioso, apetitoso, sublime; pudim.| – Sono.
SEG 18:43|Cama| – Gritos e batidas na porta do meu quarto “MEU PUDIM SEU #@!*&”.
SEG 18:45|Cama| – Gritos e batidas volta para o quarto dela.
SEG 18:46|Cama| – Gritos e batidas aumenta o volume do computador dela no máximo.
SEG 19:00|Cama| – Resolvo levantar, fome.
SEG 19:10|Quarto| – Minha irmã me convida para jantar com muita gentileza e afeto:
            –  “COMIDA!! SEU #@!*&”
SEG 19:11|Cozinha| – Peixe, arroz e sopa. Estava bom.
SEG 19:15|Sala de Estar| – Sessão Xbox
SEG 21:30|Banheiro| – Tomar Banho
SEG 22:00|Cama| – Dormir
TER 06:00|Cama| – Despertador toca, *Snooze*.
TER 06:10|Cama| – Despertador toca, vou acordar no próximo *Snooze*.
TER 06:20|Cama| – Despertador toca, mais dez minutos *Snooze*.
TER 06:30|Cama| – Despertador toca, Levanto.
TER 06:40|Cozinha| – Café da manhã, pão e ovo.
TER 07:10|Carro| – Meu pai me leva até a instituição.
TER 07:35|Na porta da UTFPR|  – Estou atrasado.
TER 07:36|Correndo| – Dirijo-me à sala A-107.
TER 07:37|A-107| – Não reconheço as pessoas. Sala errada.
TER 07:38|Subindo rampa infinita| – Indo para sala 207(ou era 208?) bloco E.
TER 07:40|Decendo rampa infinita| – Hoje não tem história.
TER 07:43|Andando randomicamente| – Achei a sala(Obs: Hoje tem matemática na B-205).
TER 07:44|B-205| – não tem carteiras sobrando.
TER 07:45|A-206| – Adquirindo uma cadeira e uma mesa.
TER 08:20|B-205| – Término da primeira aula de matemática.
TER 09:10|Trocando salas| – Término da segunda aula de matemática e início da primeira aula de A.C.
TER 10:00|UTFPR| – Intervalo.
TER 10:20|Q-20X| – Início da segunda aula de A.C.
TER 11:10|Q-20(e algo)| – Inicio da terceira aula de A.C.
TER 12:00|Indo embora| – Término da aula e do experimento.
Alexandre Chu

Solidão
Apesar de não ter participado da experiência de ficar sem Internet no dia programado, eu tenho os meus momentos em que estou sozinho, seja para reflexão ou qualquer outro motivo. O experimento foi realizado com base em uma teoria geral de que os adolescentes de hoje em dia não sabem o que é solidão, que para mim é um grande engano que algumas pessoas podem cometer. A diferença entre os momentos de solidão das pessoas que não nasceram nessa era tecnológica e dos adolescentes que nasceram é de que os momentos daqueles eram longos, chegando a ser uma tarde inteira sozinho ou até um dia, porém quando se encontravam com os amigos ficavam juntos  o equivalente ao período em que ficava sozinho, já na atualidade, com Internet, celular e outros meios de comunicação, nós temos com certeza muito menos tempo solitários, em torno de alguns minutos, porém são periódicos, fazendo com que haja um pico de solidão e outro de interação e comunicação.
Há outro fator que influencia muito na experiência que é a formação e a educação vinda dos pais. Quem está habituado a conviver desde cedo com o computador pode gerar tendências a ser uma pessoa com menos momentos de solidão. Já no meu caso, eu não podia ficar no computador até atingir uma certa idade, sendo essa tal idade estipulada pelos pais de acordo com o meu conhecimento sobre as funções de um computador, isso fez com que eu soubesse que há sempre um momento em que vou estar sozinho pra pensar na vida.
Davi W. Tokikawa

Silêncio
Uma conclusão sobre o experimento realizado
A solidão, o silêncio. Hoje elementos tão escassos da atribulada vida em sociedade, outrora cotidianos e até mesmo repudiados, agora nos fazem falta. Os momentos em que estamos sozinhos, de reflexão, até mesmo paz, não são mais tão frequentes quanto poderiam ser, resultado de uma rotina caótica e avanços nas comunicações. Com os avanços tecnológicos vieram praticidade e simplicidade, mas com um porem, a necessidade de manter-se conectado a esses avanços a maior parte do tempo e a dependência desses recursos. Interatividade, conectividade e facilidade de comunicação nos mantém ocupados e sempre em contato com outras pessoas, nos privando de solidão.
Durante o experimento pude perceber o quanto somos afetados, principalmente, pelos aparelhos eletrônicos; já que durante esse período me desafiei a não utilizar estes aparelhos, a menos que fosse realmente necessário. Percebi claramente o quanto somos dependentes desses objetos, mesmo para tarefas simples. Todas nossas ações são de algum modo influenciadas pela tecnologia, principalmente a maneira como nos comunicamos, que cada vez mais deixa de ser pessoal e passa a ser feita de maneira virtual. Até mesmo este trabalho está sendo entregue digitalmente.   
Natan Schieck Reginaldo

Solidão?
No dia 10 de dezembro de 2012, a partir do meio dia fiquei 24 horas fiquei sem entrar na internet e sem alguns tipos de meio de comunicação e socialização (e-mail, jogar online, facebook e entre outros), podendo apenas usar telefone e se comunicar pessoalmente com as pessoas. Isso foi devido ao experimento que o professor Diório nos propôs a realizar, devido ao fato da geração atual ser muito conectada e não possuir momentos de solidão benéficos e para refletir.
Eu não sou muito chegado nessas coisas de facebook, twitter e todos esses outros sites propósitos parecidos, porém gosto muito de jogar jogos online (em consoles, portáteis e computadores) e assistir vídeos no youtube relacionados a jogos e tecnologia. Então para não acontecer nada de errado a primeira coisa que eu fiz ao chegar em casa foi desligar a wireless no meu computador. Essa estratégia funcionou muito bem, pois por umas oito horas eu me esqueci do experimento e fui tentar jogar online, porém não conseguia me conectar, fiquei tentando até me ocorrer essa frase na minha cabeça: aquela porcaria de experimento do professor.
Apesar de tudo o meu dia ocorreu normalmente, sem quase nenhuma diferença. Eu joguei um RPG no Wii (Fire Emblem), Assassin’s Creed no PS3, Hitman Blood Money no PC, assisti Star Wars, comi muito sorvete. Em nenhum momento me senti sozinho, pois tudo aconteceu igual.
Achei a ideia muito interessante, porém achei um dia muito pouco para tirar conclusões. Em minha opinião o experimento teria sido mais difícil para eu completar se tivesse ocorrido no Sábado ou Domingo, dias em que estou mais conectado na internet.
Em certo ponto eu não gostei dessa atividade não é nem pelo fato de não poder usar internet, mais sim pelo fato que a nossa geração já esta ligada com esse tipo de ferramenta e não poder usa-la mesmo ela estando no nosso lado parece um pouco forçado, somente pelo motivo de ficar sozinho. Ficar sozinho forçado para pensar, em minha opinião não é muito necessário, pois pelo menos para mim já existem momentos do dia-a-dia em que você fica “filósofo” e começa a pensar em coisas da vida ou aleatórias mesmo estando sozinho, com os amigos, jogando, lavando a louca, dirigindo, e outras situações.
Traduzindo o que escrevi acima, a ideia da atividade foi interessante, mais desnecessária, pois acho que já existem momentos de pensar em nossas vidas, mesmo quando não nos damos conta.
Gabriel Botogoske

Solidão Positiva
Minha participação no experimento sócio interacionista não teve muitos problemas, não sou daqueles que não consegue passar mais de meia hora sem mandar torpedos ou mensagens. O que acabou por tornar o dia um pouco menos rotineiro foi o não poder jogar online, que é algo que eu faço diariamente.
Com o tempo que eu gastaria em minhas jogatinas livre, aproveitei para praticar atividades que deixava de fazer a certo tempo, como ler um livro, assistir a alguns filmes, cochilar um pouco. Cochilar, em especial, foi muito bom, acordar cedo na segunda-feira (particularmente mais cedo que nos outros dias da semana, pois tenho aulas na sede Ecoville, que fica bem mais longe de casa) logo após de ter dormido e acordado tarde no domingo, havia me deixado um pouco sonolento.
Além disso, foi logo depois de acordar do cochilo que tive meu momento de solidão positiva, que era o objetivo do experimento. É pessoalmente muito positivo ter um tempo para po algumas ideias em seu lugar e refletir um pouco sobre o dia. Acontece algo muito parecido com isso quando eu estou indo pra UT pela manhã. No percurso eu filosofo e planejo um pouco do meu dia.   
Por fim, não achei muito complicado passar 24h totalmente desconectado dos meios de comunicação e da internet. Na verdade, foi muito interessante, sendo que em outros dias da mesma semana, inconscientemente repeti o experimento, tomando um pouco mais do meu tempo pra ler e ficar sozinho pensando.
Matheus Taborda Carneiro

Solidão, por quê não?
Ficar sozinho. Parece tão simples, e para alguns de fato realmente é, mas esses são a minoria nos dias de hoje. É essa tal de internet, com suas diversas redes sociais, jogos multiplayer e interatividade por todos os lados, que tirou nossa privacidade. E o pior é que nos rendemos a isso por vontade própria, mesmo que algumas vezes não percebamos. Afinal, é muito melhor estar se comunicando o tempo inteiro, não é? Pode-se pensar melhor...
 E foi visando isso que o professor Diório resolveu fazer um experimento, deixando nós, a “Geração Internet”, desconectados por 24 horas, para termos um momento conosco mesmos, pensando na vida ou até mesmo em nada, livrando e limpando a mente de todo o resto.
 Tal tarefa não se mostrou complicada para mim, já que frequentemente tiro esse tempo “longe” de tudo, que normalmente se realiza quando vou cozinhar, uma atividade terapêutica para mim. Mas olhando para alguns colegas vi o quão importante é essa “solidão programada”. Alguns deles (dos que participaram) se sentiram perdidos sem suas atividades interativas.
 Com o experimento é possível perceber que essa solidão permite-nos conhecer melhor nós mesmos, e nos enxergamos como melhor amigo de confiança, sem a influência de coisas e pessoas que muitas vezes podem ser supérfluas.
Waleska Lins

Solidão
 Diferente de alguns dias que basicamente fiquei o dia todo em frente à tela do computador, na tarde do dia 10 de dezembro de 2012, dia combinado para realização do experimento, esse dia rendeu mais, diferente do esperado.
Por um dia inteiro, consegui para surpresa minha, ficar desconectado. Procurei focar um pouco mais nos estudos. Adiantei algumas tarefas , esclareci algumas duvidas , olhei novamente a matéria passada no dia e, além disso, procurei informações sobre alguns trabalhos que serão apresentados daqui a dois meses.
Infelizmente, minha expectativa de ficar sem utilizar o computador para fins de entretenimento não foi correspondida. Fiquei algum tempo jogando PlantsvsZombies e depois resolvi ir na casa de minha avó.
Durante esse experimento pude tirar algumas conclusões. Percebi que as pessoas perdem bastante tempo na frente do computador. Um tempo desnecessário que podia ser usado para coisas mais interessantes e importantes, como no caso, para os estudos. Obviamente que estar conectado tem seus benefícios, ler notícias, se comunicar com as pessoas, jogar jogos online entre outras situações.
O experimento, afinal, foi bem interessante, mostrou o quanto eu estou viciado nesse meio e me fez refletir que a solidão, como as pessoas pensam ser tão dolorosa, às vezes pode fazer muito bem.
Giovanni Muraro
                   
Solidão, pode nos fazer bem?
Nos dias de hoje, quase nunca temos um momento de solidão, pois estamos sempre conectados à grande rede. Isso foi dito pelo nosso Professor Diório, em sala, ao apresentar sua ótima ideia a nós, alunos. Confesso que no começo fiquei um pouco receoso, mas me acostumei com a ideia de se “desligar” do mundo cibernético. Aceitei o desafio de ficar um dia sem se comunicar pela rede.
No começo foi difícil, pois se desapegar de algo muito presente no nosso dia a dia é difícil. Mas logo depois percebi que isso poderia ser ótimo. Passei a me comunicar mais com as pessoas próximas a mim, além de pensar mais na vida. Escutei músicas, assisti seriados, li um livro, enfim, fiz coisas que geralmente não faço enquanto estou conectado. Foi uma ótima experiência, agradeço ao Diório por isso. Consegui sentir a solidão, creio que este experimento alcançou seu objetivo.
Chego a conclusão que, a solidão positiva (termo científico que se refere a este tipo de experiência) pode ser muito benéfica, desde que seja controlada. Existem inclusive alguns livros sobre este assunto, os quais pretenderei ler. Enfim, a solidão positiva deve ser testada e aplicada, desde que nos traga benefícios.
Orlando Wozniak de Lima Nogueira

Falta de Tempo Para Pensar
Relação entre o tempo de utilização de equipamentos tecnológicos com o tempo de solidão
Atualmente, os novos equipamentos existentes no mercado fornecem às pessoas muitas coisas para elas fazerem, entre essas coisas: jogarem jogos online e off-line ou usarem redes sociais. Esses equipamentos podem fazer isso praticamente em qualquer lugar e a qualquer hora. Devido à facilidade e ao entretenimento que esses aparelhos dão em nossas vidas, algumas pessoas acabam por ficar quase o dia inteiro, além do tempo estudando ou trabalhando, com a mente ocupada, porque ou ficam na internet, com outras pessoas através de redes sociais e outros serviços na internet, ou porque ficam simplesmente se entretendo sozinhas com os aparelhos, assim ficando sem um tempo próprio para pensar em sua vida, ou seja, sem um momento de solidão.
No experimento proposto pelo professor Diório, onde cada aluno foi “desafiado” (fazia o experimento quem quisesse) á ficarem 24 horas sem entrar na internet, tive facilidade em passar às 24 horas, porque a única coisa que complicou um pouco foi a vontade de entrar no facebook e you tube, para ver as atualizações diárias, além da vontade de jogar online, mas não foi nada muito difícil de superar e, apesar de tudo, eu tinha jogos off-line para passar o dia.
Portanto, acredito que esse experimento teria mais efeito se, ao invés de ficar somente sem internet, ficássemos sem os computadores, sem os consoles, sem os celulares (com exceção de ligações e algumas mensagens, é claro); porque as pessoas, sem poderem usar esses aparelhos, não poderiam jogar jogos digitais e nem usar aplicativos pra passar o tempo, assim sentindo mais a solidão.
Adriano Ricardo de Abreu Gamba  

Solidão para pensar
O experimento científico proposto pelo professor Diório, que para muitos foi um desafio, quase não mudou minha segunda-feira. Ficar de 12h de segunda até 12h de terça sem comunicação por mensagens de texto, redes sociais, jogos on-line, e-mail e outros meios tecnológicos foi uma tarefa fácil. O objetivo desse “isolamento” era buscar momentos de solidão, mas uma solidão positiva, que nos faria pensar sobre a vida e termos nossa reflexão sobre tudo que acontece. A teoria que regia esse experimento era de que os adolescentes de hoje não conhecem a solidão, estando sempre conectados pelos meios de comunicação. O que, se prestar atenção no seu dia-a-dia, é verdade, uma vez que praticamente todos os adolescentes estão mexendo no celular, mandando mensagens e conversando em redes sociais, enquanto andam pelas ruas ou estão no ônibus.
Como já mencionado, meu dia não mudou muito. Eu já tinha meus momentos de solidão, pensando na vida e filosofando, tanto que já aconteceram várias vezes de eu colocar uma música para tocar no celular e, depois de um tempo, já havia passado essa e mais duas sem eu notar, já que o pensamento estava longe. A maior diferença na segunda-feira foi a troca do jogo multiplayer no computador pelo antigo Super-Nintendo que, diferente do meu PS2, ainda funciona perfeitamente. Não participo de redes sociais, e acredito que isso tenha influenciado nessa “pouca mudança” no dia, já que não preciso ficar “preocupado” em ver as atualizações de meus amigos.
Mesmo a experiência não me afetando muito, consegui chegar a algumas conclusões interessantes. Uma delas foi de que o ser humano é um ser social, ou seja, não há como nos alienarmos 100% do tempo (e isso também não seria saudável), mas os momentos de solidão são necessários para um autoconhecimento. Outra foi de que os meios de comunicação impuseram a necessidade de estar conectado, uma vez que antigamente isso não tinha essas proporções: enquanto nós buscamos esses momentos de solidão através desse experimento, os jovens da geração passada os tinham sem mesmo saber. Mesmo assim, acredito que, por mais dependente que a pessoa seja da comunicação, sempre haverá a hora do banho para pensar.
Igor Pardal Latini        

Solidão
Escolhi não participar da experiência, porém a ideia e a iniciativa para fazê-la são muito boas. Tive essa decisão, principalmente, por precisar estar disponível em todos os momentos do dia, a todos os horários.
Passar um dia completo estando ao máximo em solidão, buscando momentos de pensamento e reflexão internos (solidão positiva), era o objetivo do experimento, isso supondo que a geração mais nova não estivesse contextualizada e que não teria momentos de solidão. Porém a ‘’falta de solidão’’ na proposta pode não ser valida para todas as pessoas de nossa era, existem pessoas que até gostam de ficar sozinhas.
Eu não sou o tipo de pessoas que busca estar conectada e falando com alguém sempre que possível, não preciso gastar dinheiro para entrar na internet via celular e saber das ultimas novidades. Estou online muitas vezes, mas não é necessariamente para conversar, bater papo, a internet é um ótimo meio de transmissão de dados, o mais rápido até agora, e é por ela que se podem ter facilidades e alguns confortos que se cortados podem trazer alguns problemas. O principal é que não sou alguém completamente dependente dos meios de comunicação, gosto da solidão e de meus momentos sozinhos, seja lendo, pensando, comendo ou andando. É um tempo que podemos tirar para pensar no dia, no que está acontecendo nele ou no que vai acontecer, pensar no futuro, no passado, tomar decisões. São momentos que nunca devemos ignorar ou deixar de ter.
Rodrigo Knelsen Friesen       

Uma reflexão sobre o trabalho
A solidão. Um sentimento ou estado mental sempre complicado de ser entendido e que, cada vez mais, passa a ser evitado pela nossa sociedade. No sistema consumista de hoje, fica difícil pra pessoa até perceber que a solidão existe quem dirá senti-la de verdade. A juventude atual, por exemplo, cada vez mais conectada com tudo e todos, às vezes nem chega a notar a possibilidade de “ficar sozinho”. É por essa e outras razões, que acho de uma notável peculiaridade o trabalho passado pelo professor Diório aos alunos da turma M11: ficar 24h desconectado do mundo para que houvesse um momento em que ficaríamos sozinhos.
Bom, para começar, confesso que não foi de grande dificuldade completar as 24 horas sem me conectar com nada nem ninguém. Tentei viver normalmente sem pensar no trabalho passado, para que o “momento” previsto pudesse acontecer naturalmente. Tenho de relatar que gostei muito disso, tanto que, depois do primeiro “momento sozinho”, pareceu-me que minha mente tentava me forçar a ter outros daqueles momentos. Então, não importasse o que eu estava fazendo, de repente parava e ficava pensando em coisas como família, escola, futuro ou na vida em geral.
Posso concluir que o experimento (ou trabalho) foi algo bem positivo, eu até repetiria a experiência, mesmo achando que o meu vício em tecnologia poderia atrapalhar um pouco. Durante o desenvolvimento desse trabalho, pude perceber quão boa é a solidão (se controlada), notei que um tempo sozinho pode te deixar mais calmo, além de te fazer refletir sobre coisas que às vezes você nunca pensaria, e, finalmente, isso me fez ponderar sobre o tempo considerado “saudável” para a utilização de mídias sociais e tecnologias como a internet e o telefone celular.
Arthur Dantas Pacheco dos Santos Lima

Nova Perspectiva
O desafio proposto na aula de português 3 (ficar 24h sem utilizar meios virtuais para a comunicação) trouxe uma nova perspectiva a respeito da solidão, além da percepção sobre a dependência desses meios virtuais no dia-a-dia.
Acredito que a solidão possa existir sem a obrigação de ter que se desligar dos meios de comunições e redes sociais, pois muitas pessoas têm parte do seu tempo reservado para ficarem sozinhas, pensarem em si e sobre a vida, e às vezes, isso acontece quando menos esperamos. Este momento para reflexão é essencial, uma vez que o diferencial do homem é o ato de pensar. Porém, esse momento de solidão é bom também para justamente deixar a ‘’mente livre’’, deixar as preocupações um pouco de lado e relaxar.
Além disso, a experiência provou o quanto somos dependentes da tecnologia para a comunicação e interação, e provou também que muitas coisas que fazemos são banais ou desnecessárias, e assim, temos várias outras formas de aproveitarmos melhor o nosso tempo. Não precisamos extinguir os meios virtuais de nossas vida, já que vivemos em um mundo com um fluxo constante de informações, contudo, é preciso ter consciência de como usamos nosso tempo, para evitar exageros e reservar um tempo pra ficarmos sozinhos, afinal, todos precisam de um tempo só pra si.
Lisa Y. Oda

Realmente não temos solidão?
O professor Diório de Português 03, propôs para os alunos um desafio, que no dia 10 de Dezembro de 2012, os alunos ficassem sem usar nenhuma forma de meio de comunicação em rede sociais ou via sms. O objetivo de tal experimento era para comprovar que os jovens da atualidade, tendo crescido num meio tecnológico não conhecem a solidão, que eles estão sempre em comunicação, e essa falta de solidão faz com que eles não pensem na vida, não tendo tempo de refletir sobre si.
A opinião dos alunos foi bem unânime com relação ao projeto, dizendo suas vantagens e não apontando pontos negativos.
Pessoalmente eu não participei do projeto, primeiramente por acreditar que apenas um dia assim não mudaria nada com relação ao "pensar na vida" que o professor propôs, pois,  naquele tempo em que eu estaria em alguma rede,eu  simplesmente procuraria outra distração.
Mas o maior ponto de não ter participado foi que eu acho um engano as pessoas acharem que os jovens não tem seu tempo de reflexão, não é por que simplesmente as pessoas tem um meio de comunicação mais fácil atualmente que elas estão 24 horas por dia nisso, as pessoas em si gostam de ficar sozinhas as vezes.
Por minha parte posso dizer que eu não fico toda hora mandando mensagem para alguém, eu tenho partes do dia do qual não estou me comunicando com ninguém.
Com certeza o tempo de solidão atual é muito menor com o dos jovens das gerações anteriores. Mas não é por que é menor que significa que ela não exista.
David Morris Samara

Solidão Positiva x Solidão "Forçada"
No dia 06/12/12, nosso professor de português, Diório, propôs uma atividade em que nós ficássemos 24 horas sem nenhum tipo de interação virtual com outras pessoas, com o objetivo de provocar uma certa solidão, afinal, somos a geração que fica conectada a todo o momento e não temos nosso tempo sozinhos.
Felizmente, ele decidiu deixar como optativa a escolha de fazer ou não. Eu fui um dos que escolhi por não participar, pois além de eu já possuir meus momentos para pensar, mesmo que não tão longos como as 24 horas, também vai contra um pensamento que eu tenho que é de deixar tudo fluir naturalmente, sem tentar criar situações, neste caso a solidão. Esse meu segundo motivo foi confirmado pelo próprio professor, quando deu um exemplo em sala de aula, quando relatou o exemplo de uma criança em uma festinha que fica parada em um canto sem brincar com ninguém e de repente chega um adulto tentando enturmar ela. Ninguém perguntou para a criança se ela realmente queria ficar sozinha tendo seu momento de solidão positiva.
Fica para pensar, esse dia inteiro foi realmente de solidão positiva, ou foi de solidão forçada? Creio que tudo precisa de um equilíbrio, comunicação constante pode ser ruim e o mesmo vale para a solidão, 24 horas são um longo período.
Everton Souza dos Santos Junior

Uma análise sobre solidão e existência
Penso que temos pavor em nos sentir sozinhos. Sem estar em constante contato com alguém, seja virtual ou pessoalmente. O fato é que meios de comunicação como celulares e internet facilitam muito em saciar essa sede de saber o que as pessoas fazem, onde estão, falar-lhes. Acaba tornando-se viciante essa conectividade. Tirando todo o nosso tempo de pensar, de reflexão acerca do que somos realmente, no nosso íntimo profundo, quando não há ninguém nos observando.
Neste momento de solidão em que me encontro, ouvindo conversas alheias das quais não participo, sem entendê-las, vejo as pessoas como seres transitando para lá e para cá, seguindo uma correnteza imaginária, mas imposta inconscientemente à massa geral. Elas estão aqui por algum motivo, tendo sonhos descartáveis, inúteis e objetivos de vida que não entendem; estudam para trabalhar, visando profissões rentáveis que proporcionem certa ostentação, para morrer. Sem saber. Sem compreender. Coisa alguma. Estão aqui porque devem estar e pensam viver. De que adianta nascer e perecer, tão anônimo quanto no primeiro dia de vida? Tão supérfluo para a história da humanidade, tão cheio de falsas certezas, de falsas convicções, implantadas por terceiros, que tomam como suas, sem razão alguma. Sem causar efeito ou algum legado? Que estou fazendo da minha vida, essa coisa que não aparenta ter sentido? Serei apenas mais um ser surgido ao acaso de condições favoráveis à existência, com o único propósito de perpetuar essa espécie tão egoísta e ignorante para que as próximas gerações façam o mesmo?
De que serve algo tão breve diante da morte iminente e eterna? Que levarei daqui afinal? Meus conhecimentos, avanços tecnológicos... Nada! E digo para que vão ao diabo as demais gerações, estarei desperdiçando minha existência para os próximos, que por sua vez desperdiçarão as suas para os outros próximos? Ainda que vivamos visando a evolução, a total ascensão do homem... Ainda assim! Que caos é esse que rege o Universo, que lota nossas mentes cheias de gavetas com papéis em branco, bagunçados e desconexos...
Impus-me, há um tempo considerável visto meus dezesseis anos, à ciência, a uma concepção aprofundada da existência, mesmo que fracassando incansavelmente, mesmo sem nunca chegar a lugar algum. E este foi mais um dia qualquer, de tentar entender o Universo, a mim mesma, a quem desprezo pela inteligência insuficiente para atingir meus propósitos. Valeria a pena viver, passando por esse imensurável caos, com ao menos um resquício de racionalidade. Ou pelo menos tentar, estar ciente de tudo, de que tudo é em vão.
Gabriela Fernanda Bundza

Online x Offline
Há cerca de duas semanas nos foi proposto, pelo professor de português, Diório, que participássemos de um experimento, o qual consistia em permanecer, durante um período de 24 horas, desconectados do mundo virtual; redes sociais, jogos online, mensagens de texto (SMS).
Aceitei a proposta sem pensar duas vezes, me pareceu que seria uma tarefa extremamente fácil de ser cumprida, afinal, quase todos os dias simplesmente “tiro” um tempo para escutar música e pensar. No entanto, isso não se mostrou completamente verdade, pois mesmo que eu tenha meus momentos em que fico “off-line”, dificilmente passo um dia sem jogar online. Então, em várias ocasiões durante esse período me deparei com a pergunta “O que fazer agora?”. Acabei passando a maior parte do tempo lendo e escutando música, duas das coisas de que mais gosto. Ah! E também fiz um bolo, na tentativa de gastar algum tempo, pois até mesmo ler e refletir sobre a vida, por tempo demais, enjoam. Basicamente assim correu meu dia, sem nenhuma adversidade além de não poder jogar online. Quanto às redes sociais e mensagens de texto, dou pouca importância a estes recursos, pois não vejo a razão em usá-los o tempo todo.
Esse experimento serviu para comprovar o que sempre acreditei ser o melhor, de que deve haver o equilíbrio entre o tempo de estar conectado ao mundo virtual e o tempo de refletir, ler, ter um momento reservado somente a você.
Fernando Argentino da Silva
                                
Trabalhando OFFLINE
Com o experimento realizado com o professor Diório sobre solidão e o uso de redes sociais, tirei conclusões simples mas interessantes, tendo concluído o experimento com sucesso.
As conclusões tiradas sobre o uso de vários meios de comunicação foram, primeiro: a internet vicia facilmente, mas com um experimento dessa natureza é fácil perceber ( para qualquer pessoa) qual sua necessidade de interagir com as coisas e seu nível de vicio. Segundo: dado o tempo recente ao qual comecei a "interagir na internet" pude constatar que quanto mais cedo se é colocado na vida de uma criança a internet ou um computador ou vídeo-game mais afeiçoado tal objeto fica da pessoa. Terceiro: considero internet totalmente desnecessário, uma fonte imensa de entretenimento fatigante.
Sobre a relação deste com a solidão, considero a opinião do professor incorreta sobre o fato de que esses influem na quantidade de tempo que as pessoas ficam sozinhas, pelo fato de que mesmo você estando conectado, você continua sozinho! Indiferente o meio de comunicação. Também as pessoas, principalmente os jovens, de hoje não são fadadas a necessitar de internet.
Não preciso de internet mas não abdico dela, mas sinceramente, uso pouco tempo demais para que esta faça o efeito que o experimento desejava demostrar, mas ainda considero mais egoístas e solitárias pessoas que fazem pleno uso dela.

Bruno Vitor Guimarães

Um dia normal
Fui desafiado a realizar uma experiência sobre a solidão: passar completas vinte e quatro horas sem redes sociais, internet ou se comunicar com outras pessoas por meio de objetos eletrônicos (como celulares).
Esse teste me pareceu difícil quando as regras foram ditas, mas parei para pensar e percebi que já tinha feito isso várias vezes, sem mesmo perceber. Por muitos motivos já fiquei sem esses meios de comunicação, como por exemplo, eu ter passado um dia inteiro estudando, ou até quando viajo para praia. O objetivo da experiência era que todos tivessem um tempo para pensar sobre suas vidas, ou refletir sobre alguma coisa, mas no meu caso, não aconteceu isso (se o desafio fosse de uma semana, a chance seria maior), mas achei interessante no aspecto de que cerca de quarenta pessoas fizeram isso juntas, num mesmo período de tempo.
Portanto, se me pedissem para que o teste fosse feito outra vez, eu aceitaria sem problemas, pois seria como um dia normal para mim e não sentiria dificuldades em concluir.
Andre Luiz Domingos

Ausência da Internet
O professor Diório, propôs  um experimento: ficar ausente da internet e mensagens de texto por um período de 24h, com o objetivo de refletir sobre nossa vida.
Hoje em dia somos cercados por aparelhos tecnológicos, o que possibilita estarmos conectado praticamente o dia inteiro.
A experiência começou as 12h no término da aula de segunda-feira (10/12/2012). Para mim não foi muito difícil de cumprir, pois a maior parte do dia não fico mandando mensagens ou em redes sócias. A única e grande diferença foi em questão aos jogos multiplayer, em que várias partes do dia senti vontade de acabar com a experiência e me divertir com meus amigos. Durante esse período, em alguns momentos eu parei para refletir, mas nada que eu já não fizesse normalmente, por exemplo: antes de dormir costumo pensar sobre o meu dia.
Este é um experimento valido e interessante, mas nada divertido de cumprir, serviu para mostrar o quanto somos ligados a internet, mas não senti que mudou ou melhorou nada, pois como eu disse já tenho esses momentos de solidão positiva.
Bruno G. Rocha

A perspectiva da solidão
Muitos de nós tratamos a solidão como se fosse algo terrível, como se ficar sozinho e isolado fosse um castigo e desprezo! Com o medo de não acompanhar a “moda” dos jovens e ficar sempre interagindo com a rede social, muitos jovens ficam praticamente 24h on-line, esquecendo de dar um tempo para si mesmo. Por isso, o nosso professor de português da UTFPR, resolveu fazer um experimento com a turma, que é ficar um dia, ou seja, 24 horas sem entrar nas redes sociais e nem mandar mensagens.
Para mim foi uma experiência muito interessante, pois é a primeira vez que tomo a consciência e me controlo para não usar as redes sociais, não digo que “mudou a minha vida”, mas consegui perceber a grande dependência e vício ao internet, que não somente eu, mas a maioria dos jovens se compromete. O mais legal, é que quando não usamos as redes sociais, parece que o dia fica mais longo e sobra mais tempo, tanto para pensar, quanto para fazer outras atividades, economizando o tempo que estaríamos fazendo “nada”.
Particularmente, acho que é uma ótima ideia controlarmos um pouco o nosso hábito de dia-a-dia e refletir um pouco na vida, na maioria das vezes conseguimos mais oportunidades de nós enriquecermos, tanto fisicamente, como espiritualmente!
Liang Wen Jui

O dia sonolento
O professor Diório lançou o desafio em que o aluno ficaria 24 horas offline, sem telefone, mensagens de texto por celular, emails e chats. Para quem trabalhava, era liberado apenas para esse fim, e de forma reduzida. Eu normalmente já passava as tardes sem muito contato com outros humanos, isolado, normalmente lendo ou usufruindo da tecnologia dos jogos digitais, então não fui nenhum grande choque essas 24 horas. Como o professor disse em aula, se ele continuasse a ser o mentor de nossas aulas, mais experimentos como esses seriam realizados, com maiores durações, e eu aceitaria a oportunidade de realiza-lo, e talvez concluí-lo, novamente.  Não aprendi muitas lições de vida, mas uma delas foi que não cansar muito a vista durante boa parte do dia à frente de um monitor melhora o sono. Sono foi outra coisa muito interessante de se observar, pois para mim ele é constante e ajudou a continuar a resistir à tentação de quebrar o experimento. Mesmo off-line, considerei que não seria legal eu realizar essa prática durante as horas do teste, optando por aproveitar mais a nossa ensolarada, quente e amigável cidade com os com outras pessoas, ou no conforto de meu travesseiro. O fato de segunda feira, dia em que iniciou o teste, possuir aula em outro campus, o do Ecoville, deixou ainda mais fácil, visto que pego quatro ônibus para ir e quatro para voltar, gastando um tempo considerável do dia.
Gostaria de parabenizar aqueles que conseguiram finalizar o experimento e compartilhar as experiências que obtiveram com ele. Não foi exatamente divertido pela falta de hábito, eu repetira tal feito apenas algumas vezes antes.
Otávio Augusto R. B. Silva

Solidão Positiva
Quando o professor Diório começou a falar sobre como os jovens de hoje não sabiam como era ficar sem comunicação, e sabendo que haveria um experimento a ser realizado, já comecei a ter uma ideia do que estava por vir. Um dia sem comunicação pela internet ou SMS, apenas sendo permitidas interações em pessoa, ou por ligações telefônicas.
À primeira vista, o experimento parecia ser extremamente fácil, tanto que cheguei a pensar em permanecer três dias off-line. Não consegui. Sou muito ligado ao “mundo da internet” em geral. Quando o prazo mínimo do experimento acabou, a primeira coisa que fiz foi checar as mensagens de texto que eu havia recebido no dia anterior.
Quanto à questão solidão, por mais que tenha sido difícil ficar algumas horas sem internet, creio que o experimento não teve tanto impacto quanto desejado pelo professor (pelo menos em mim). Quase todos os dias eu tiro algum tempo para fazer outra coisa que não seja jogar online ou ficar conversando no Facebook (por mais que a janela do navegador continue aberta). Por exemplo, antes de começar esse “relatório”, eu estava lendo um livro chamado “O Apanhador no Campo de Centeio”, escrito por J. D. Salinger. Ler, inclusive, foi exatamente o que eu fiz nessas 24 horas de “isolamento”. Também joguei um pouco no modo single-player, mas a atividade predominante foi ler.
A dificuldade que tive em me manter desconectado ocorreu porque eu nunca tinha ficado um período tão longo nessa situação. Geralmente quando eu dou uma pausa, eu ainda volto no mesmo dia para a web. A “solidão” existe, mas não dura tanto.
O experimento na verdade serviu como uma epifania para mim, me dando conta que ainda que eu tenha os meus momentos fora do computador, eu ainda dependo muito dele. Eu sei que esse não era o objetivo principal do experimento, mas eu já tenho a minha cota de solidão diária.
Rafael Bisol

Positivamente Offline
Na aula de português, o professor Diório nos propôs um desafio de acordo com algumas observações que ele fez em relação ao modo de vida das pessoas com a Internet. O desafio era ficar 24 horas sem contato com pessoas que não fosse físico, para que pudéssemos ter um momento de solidão, para poder pensar um pouco sobre tudo, pois haveria um momento em que estaríamos tão sozinhos que quando não tivéssemos nada para fazer, começaríamos a refletir. A experiência aconteceria das 12:00 horas de segunda-feira do dia 10 de Dezembro até as 12:00 horas de terça-feira do dia 11.
No primeiro momento, achei que seria fácil, uma vez que eu achava que eu não tinha tanto contato com pessoas se não fosse cara a cara. Somente achei, pois as ultimas horas custaram a passar.
Embora sobrasse muito mais tempo, muitas vezes não sabemos o que fazer com o tempo que nos sobra. Com isso, pôde-se perceber que perdemos muito tempo por nada, as vezes não temos nenhum portal de informação útil que nos cerca nos meios de contato não físicos, informações úteis essas que nos fazem ter uma formação como pessoas e uma opinião muito forte e com mais conteúdo.
O experimento demonstrou uma certa dependência minha dos meios de comunicação não verbais, como as redes sociais, por estas serem instrumentos que justamente ajudam na comunicação, que torna a interação com pessoas mais fácil. Estamos em um momento em que não temos tempo para pensar em nos mesmos. Não temos tempo para ficar sozinhos. Para pensar. E isso não é nossa culpa, pois já nascemos ou crescemos com esse modo de vida nos rodeando. E mesmo que muitas vezes tenhamos o nosso tempo de reflexão, ele é curto.
Apesar de conseguir completar o desafio, não tive um momento que pôde servir para eu ficar sozinho e me “desligar” de tudo para pensar, ter um momento de descoberta ou uma autoavaliação, a chamada Solidão Positiva, uma vez que eu não fiquei sozinho até a hora de dormir, estive com meus amigos o dia inteiro. O trabalho de não entrar em contato com pessoas em meios de comunicação não verbais, que é o modo de vida que nos cerca sempre graças a Internet, se tornou muito interessante, uma vez que pode-se perceber o vício que temos e a necessidade de combatê-los ou não.
Victor Palmerio Vieira

Minha opinião sobre a solidão.
Pode parecer estranho o professor Diório  sugerir para adolescentes, inseridos em um mundo socialmente tecnológico,  24 horas sem usar meios de comunicação como msn, facebook, twitter e entre outros, e ainda mais estranho se isso tiver o objetivo de proporcionar momentos de solidão.
Mas acho que ficar sozinho de vez em quando é muito bom e nos faz bem, pois é um momento para pensar sobre tudo ou nada, é uma oportunidade de organizar pensamentos e formar opinião própria, uma vez que você não terá a influência das pessoas em volta a respeito de você mesmo, você pode até mesmo ler e por alguns momentos entrar em uma história fora da sua realidade onde você pode ser muitas versões de si mesmo em todos os personagens do livro e sair um pouco da rotina de ser esse você que você é. E como toda essa tecnologia que está a nossa disposição não nos permite muito a solidão essa sugestão foi realmente interessante e eu diria até inovadora.
Eu já tenho bastante momentos em que escolho ficar sozinha, então não foi muito difícil para mim participar da proposta do professor Diório. Na verdade nessas 24 horas de abstinência fiquei quase o dia inteiro fora e não tive muita oportunidade de ficar sozinha, a não ser  nos momentos em que estava no ônibus. Contudo acho que foi uma boa oportunidade de mostrar para outras pessoas como pode ser bom ficar sozinho de vez em quando.
Fernanda B. Santos.

A Importância da Solidão Positiva
A prática do experimento foi indiferente para mim já que na segunda-feira tenho aula à tarde, não sou adepto de redes sociais e raramente jogo online. Basicamente, cheguei em casa depois da aula e fiquei jogando vídeo-game, meus pais chegarem e me tirarem a TV para ver novela,  logo fui ouvir música e estudar até estar tarde demais para ficar acordado. Minha rotina normal, exceto que assisto alguns filmes no computador e leio em dias com tardes maiores, ou seja, a solidão já é algo bem presente na minha vida.
Esse experimento, através dos dizeres do professor durante a aula, somente me fez consciente disso, o que me levou a pensar que a reflexão feita ao estar apenas consigo mesmo tem uma grande importância no auto-conhecimento e na capacidade de questionamento do mundo (me refiro a duvidar das próprias ideologias, conhecimentos e até da própria existência). E creio que isso deve fazer falta a maioria das pessoas, que acham que estar só é apenas um sinal de depressão, visto que o pensamento crítico é menos presente hoje. Portanto, mesmo que a sociedade dependa do relacionamento, não necessariamente precisa que seja o tempo todo, enfim todos devemos retirar algum tempo do dia para nós mesmos.
Daniel Benvenutti

Solidão Positiva
A solidão, normalmente entendida como algo ruim, prejudicial. Pode ser desejada em momentos de tristeza, mas também muito evitada em festas e comemorações.
Será mesmo que a solidão só tem o lado ruim?
Dessa maneira, com essa questão na cabeça, aceitei o desafio do professor, ficar um dia inteiro sem conectividade isenta da presença física com outras pessoas, incluindo messengers, redes sociais, mensagens de texto pelo celular e etc. Desse modo, talvez, provocando o momento de solidão discutido em sala de aula, que nós, geralmente, não conseguimos ter por causa da nossa cultura, que já nos impõe a conexão com as outras pessoas, mesmo não sendo fisicamente.
E então, começando o desafio, parecia tudo bem, quase esqueci que mensagens de celular estavam “proibidas”. Logo após o fim da aula, resolvemos ir ao cinema, passar um tempo juntos, já que ficaríamos um pouco distanciados(não tínhamos imaginado que o Skype era permitido). Terminava o filme, fomos todos para casa e, novamente, quase quebrei o trato, parei logo antes de clicar no atalho pro Facebook.
OK, estou em casa, sem conexão, sem jogos online, o que fazer? O que passou pela minha cabeça foi: assistir à pelo menos um filme que eu já tinha no computador, jogar algum dos muitos jogos que tenho parados aqui por causa do Battlefield, jogo online em que passo maior parte do tempo gasto no computador, ler as notícias na internet, com um pouco mais de atenção, sem nada me fazendo sair da página logo após a leitura do título. Creio que isso foi muito bom, mas eu não consegui provocar esse momento novamente desde o fim do desafio (o qual eu acabei furando meia hora antes do fim por ter esquecido que ainda não era 12:00) mas pretendo tentar mais algumas vezes durante as férias, pois considerei muito positivo o desafio.
E, antes de acabar o relatório do desafio, sim, tive o momento de solidão e acho que foi a melhor parte do desafio, passei esse tempo pensando sobre alguns projetos que deixei inacabados, pesquisando para tirar algumas dúvidas antigas e procurando circuitos interessantes para o projeto de Eletrônica 1.
Adil Coelho

Solidão
Semana passada, dia 10/12/2012 se iniciou o experimento sócio-interacionista proposto pelo professor Diório, onde se deveria ficar 24 horas sem utilizar meios de comunicação como mensagens de texto, redes sociais, e-mails, dentre outros. O principal objetivo desse teste era “forçar” um momento nessas 24 horas onde a pessoa se encontraria sem nada pra fazer e acabaria por passar um tempo sozinha pensando, passaria por um momento de solidão positiva.
Eu, como muitos outros colegas participei desse experimento sem muita dificuldade, se baseando no fato que normalmente eu não utilizo com tanta frequência tais meios para comunicação, nesse meio tempo pude perceber mais alterações nas pessoas ao meu redor do que em mim mesma. Aproveitei para ir ao cinema a tarde, treinei judô no período da noite e no dia seguinte tinha aula pela manhã, na minha vida eu não vi diferença pelo fato de já estar acostumada a passar momentos sozinhos, refletindo sobre meu dia, por exemplo.
Mas em uma situação no dia seguinte ao experimento pude perceber a dificuldade de algumas pessoas que estão acostumadas a ficar quase o dia inteiro conectado, em uma oportunidade especifica conversei com uma pessoa que participou também, só que diferentemente de mim sofreu muito ao ficar esse tempo desconectada, principalmente no que se fala de mensagens de texto, Facebook e afins. Pra mim o fato de ficar um dia não poderia ser muita coisa, mas para algumas pessoas é extremamente difícil, eu não acho algo ruim, por exemplo usar facebook, onde você se mantém conectado com pessoas que você provavelmente não conversaria diariamente, porém tudo tem limite, e muitas vezes usamos tais ferramentas de modo supérfluo, onde não se agrega nada nessas muitas horas “perdidas” em frente a uma tela.
Refletindo sobre as palavras do professor, de que a nossa geração nasceu nesse mundo é compreensível esse vicio, só que devemos buscar usar esse beneficio da tecnologia de uma maneira equilibrada. Na minha opinião se você utiliza pelo menos alguns minutos do seu dia para avaliar sua própria vida já vale de muito.
Erika Maria Capote Both

Saída do mundo virtual
Durante algum tempo estive longe da internet e do computador não porque quis, mas sim devido à problemas em relação a minha sáude deixei de ver minhas atualizações da internet. Devo dizer que várias vezes antes já havia feito este “teste”. Ficar sem usar tudo isso, confesso que acho que eu ficaria mais feliz e distraído caso simplesmente pudesse sair e ver outras coisas, sair da rotina diária de ficar jogando. Vejo como tudo acaba bem quando acho alguma atividade para realizar, minha família tenta me convencer a ler, mas isso é algo que não me atrai. Prefiro ver um filme, conversar com as minhas irmas ou para e meditar perante a natureza. Internet carrega muita coisa para distração e até mesmo alegria, mas prefiro usar a internet e em certos momentos ver o mundo real.
Erik Gemin Rodrigues

Solidão
Na experiência realizada pude ver que quando estava desconectado do mundo virtual, eu realmente não necessitei ou me desesperei porque estava sem aquelas interações virtuais, pois geralmente evito ter muito contato com redes sócias, principalmente porque sempre tenho a sensação de que as mensagens que mando não tem o mesmo sentimento de quando falo diretamente com a pessoa, por isso a única falta que senti foi realmente quando estava sozinho à noite, pois já a muito tempo que a internet faz parte da minha noite de sono, porem, mesmo sem ter usado meu computador, dormi melhor e mais cedo que os meus dias comuns e logo acordei um pouco mais disposto no dia seguinte.
Em relação ao tempo no qual passo pensando, geralmente são momentos adversos, às vezes no meu quarto sentado olhando para o teto ou quando estou almoçando, porem sempre estou pensando em como fazer as coisas cotidianas não serem sempre as mesmas, pensando em como fazer algo normal se torne diferente ou dar ênfase a algo que geralmente e desconsiderado, são coisas que ao longo dos dias vão se tornando cômicas lembranças que fazem esses momentos serem lembrados.
Portanto, considero a experiência feita pelo professor Diório sendo benéfica, pois além de que a disposição obtida por estar aproveitando melhor o grande tempo gasto e geralmente exaustivo, porém é importante lembrar que a internet é algo no qual as pessoas já se enraizaram, logo, muitos sentiriam dificuldade em se adaptar a um estilo de vida sem esses tipos de conectividade.
Giovani Muniz Andrioni

24 horas, será que dá mesmo?
Dizem que hoje em dia os jovens não têm mais a solidão, aquele momento para refletir sobre a própria vida ou para pensar sobre qual será o próximo passo. Mas será que isso é verdade?
A proposta feita pelo professor Eduardo Diorio foi uma boa oportunidade para que eu me afastasse um pouco de toda essa conectividade que hoje nos cerca em quase todos os momentos. No meu caso, meu dia-a-dia é bem equilibrado, pois há momentos em que estou na internet, mandando mensagens pelo celular ou jogando videogame, bem como há momentos em que tenho um tempo para mim mesmo, como quando começo a tocar algum instrumento e começo a (tentar) compor uma música.
Durante a maior parte do dia, segui à risca o desafio, pois queria ter certeza de que conseguiria ficar 24 horas inteiras sem me conectar a internet, e passar a ter mais tempo para pensar na vida. Saí com meus amigos, fomos no cinema, e passei grande parte do dia longe de um computador. Porém, ao final do primeiro dia, eis que surge a minha primeira falha: tive que responder uma mensagem de ninguém menos que a minha namorada, pois, como diria meu avô: “todo homem se curva diante de uma mulher”. No outro dia, não teve jeito: tive que responder mais mensagens dela, mesmo explicando algumas vezes que eu não poderia mandar mensagens por 24 horas, mas acredito que não tenha sido uma falha tão grande porque foi apenas mensagens com uma única pessoa cuja qual eu não poderia deixar de responder.
No geral, acho que segui muito bem a proposta, e nela, aprendi que muitas pessoas não conseguem, ou simplesmente não querem, ter um tempo para si mesmas, o que é muito importante para nossa mente. Futuramente, pretendo fazer essa experiência novamente, mas por enquanto, acho que vou responder as mensagens da minha namorada.
Hiago Wonsowicz Padilha

A Solidão
A proposta feita pelo professor Diório durante a aula de ficar 24 horas sem utilizar qualquer meio de comunicação como e-mails, rede sociais, mensagem de texto foi interessante e ao mesmo tempo intrigante, pois mostrou como estamos ligados a essa conectividade e as facilidades proporcionada por ela.    
Desisti do desafio em torno 8 horas por que tinha que falar com um amigo e não tinha como esperar. Acredito que conseguiria ficar 24 horas, porém é algo desnecessário. A solidão até um ponto é importante, e mesmo com toda essa conectividade continua tendo ela continua existindo. Todos nós ficamos pelo menos em um momento do dia sozinhos e nada mais e podemos pensar na vida. O que é de ficar intrigado é de como estamos conectados por meio da tecnologia, seja por mensagem texto, redes sociais e e-mails. Se desligar de tudo é praticamente impossível.    
Contudo, deu para tirar uma experiência positiva desse desafio. As vezes quando me sinto sozinho simplesmente começo a mandar mensagens de texto a alguém ou entrar em uma rede social, porém percebi que ter um momento para si mesmo é bom.       
Thiago S. Guimarães

9 comentários:

  1. "SEG 14:50|Cozinha| – Pudim na geladeira descoberto.
    SEG 15:00|Cozinha| – Pudim da geladeira consumido.
    SEG 15:20|Após aproveitar um delicioso, apetitoso, sublime; pudim.| – Sono.
    SEG 18:43|Cama| – Gritos e batidas na porta do meu quarto “MEU PUDIM SEU #@!*&”.
    SEG 18:45|Cama| – Gritos e batidas volta para o quarto dela.
    SEG 18:46|Cama| – Gritos e batidas aumenta o volume do computador dela no máximo.
    SEG 19:00|Cama| – Resolvo levantar, fome.
    SEG 19:10|Quarto| – Minha irmã me convida para jantar com muita gentileza e afeto:
    – “COMIDA!! SEU #@!*&”"

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK criativo e bem humorado, ótimo relatório do experimento!

    ResponderExcluir
  2. haha, eu me divirto com esses calouros... Sabe aquelas pessoas que dizem "quando pequena, eu...", e ainda são pequenas (tipo eu aqui, rapais novu di 12 anos).

    ResponderExcluir
  3. Os textos sobre o experimento demonstram, em sua maior parte, que nos comunicamos muito mais de forma virtual, deixando de lado o contato físico. Mas existem exceções, alguns dos textos mostram uma atitude indiferente quanto ao experimento.

    ResponderExcluir
  4. Parece que foi fácil para a maioria dos alunos concluir o experimento.... mas, pelo que eu li nos relatórios, seria muito mais difícil se não pudesse jogar no singleplayer (inclusive pra mim).

    ResponderExcluir
  5. Como foi dito no comentário acima, para muitos pareceu fácil, mas acredito que isso se deve, principalmente, ao fato do experimento ter tomado apenas um dia de nossas vidas. Afinal, interromper o contato virtual com outras pessoas por tão pouco tempo não é o suficiente para sentirmos o verdadeiro efeito de voltarmos alguns anos, quando não haviam redes sociais e mensagens de celular.

    ResponderExcluir
  6. Todos os alunos mostraram ótimos pontos de vista em relação ao experimento realizado. Exclusivamente nessa turma parece que não foi tão difícil os alunos ficarem sem internet por 24h, no qual era a proposta do experimento, afinal um dia somente sem internet não é suficiente para que alguém realmente sinta a solidão, pois muitas pessoas fazem isso já em seus cotidianos.

    ResponderExcluir
  7. Depois de fazer o experimento e de ler os comentários de colegas, acho que realmente devemos usar a internet e as sua facilidades com um pouco mais de consciência, e no lugar dele valorizar mais a nossa vida e aos momentos de reflexão! Que muitas vezes deixamos o tempo se passar sem se notarmos e em uma coisa banal.

    ResponderExcluir
  8. *inserir comentário super interessante, inteligente e criativo, a respeito dos textos produzidos a partir do tema proposto pelo maravilhoso; galante; inteligente; másculo; elegante; simpático; amigável; trabalhador(?), prof. Diório. Caso o comentário faça parte da nota* Obs.: Se o aluno Alexandre Chu não conseguir atingir a média uma maldição cairá sob o avaliador(Prof. Diório) incluindo hemorróidas e parkinson. =D

    ResponderExcluir
  9. Esse experimento foi uma boa iniciativa a respeito da solidão positiva porque fizeram praticamente todos os alunos da turma, até mesmo aqueles que acharam o experimento fácil e aqueles que não participaram; refletirem sobre a quantidade de tempo que passam na internet, a quantidade de tempo que se sentem sós e sobre o sentimento de solidão.

    ResponderExcluir