Um
vício: Internet
Quando o Prof. Diório propôs ficarmos
24 horas sem internet ou celular, achei que seria fácil. Na segunda-feira de
manhã fui para a aula na Sede Ecoville da UTFPR. A partir das 12h, fiquei sem
mandar mensagens ou telefonar. Ao chegar em casa, senti que não tinha nada o
que fazer, pois todas as tardes e noites eu acesso a internet. Por isso, não vi
outra solução a não ser dormir. Acordei no fim da tarde e ainda tinha aquela
sensação de tédio, embora eu possua vários livros e também televisão a cabo.
Consegui aguentar até às 23h, quando abri o computador e entrei no facebook.
Pensei em compensar as horas restantes do experimento no outro dia, porém não
consegui.
A internet é um vício enorme para mim,
assim como refrigerante. Quando pequena, eu já jogava no computador e até
acessava a internet sozinha, e fui acostumada a beber refrigerante também muito
nova. Acho que é por isso que é tão difícil largar desses vícios, nem que seja
por um dia.
Mariana Bittencourt Junghans
Chance para a solidão
Durante a aula de português, o
Professor Diório nos propôs um desafio interessante, consistia em ficarmos “off”
por um período de tempo de 24 horas, ou seja, nos desligarmos completamente de
redes sociais, de mensagens de texto, e-mails, e qualquer outro meio de
comunicação que não fosse pessoalmente ou por chamadas de telefone.
Confesso que achei uma tarefa super
difícil, pois sou muito ligada a esses meios de comunicação, principalmente a
Internet, que utilizo diariamente, só de pensar em ficar um dia sem conexão já
me senti angustiada, e o resultado não poderia ter sido outro: ao entrar em uma
rede social para conversar sobre um assunto importante com uma colega, não
aguentei e fiquei por lá mesmo, me senti totalmente dependente e compulsiva.
Mas apesar de ter jogado todo o
experimento por água abaixo em menos de 12 horas, achei o experimento muito
interessante, pelo fato de sermos tão dependentes de uma coisa que nem se ouvia
falar a alguns anos atrás, e momentos como os de solidão estão se tornando cada
vez mais raros, acredito que tentarei dar mais chances para esses momentos,
pois eles nos fazem refletir, ler um bom livro, ouvir uma boa música, enfim, o
experimento é muito incentivador e nos faz refletir sobre vários aspectos das
nossas vidas.
Thays Evelim de Souza Mendes
SEG 12:00|Indo para o Terminal| –
Começa o experimento e término da aula.
SEG 12:10|Terminal Campo Comprido| –
Pego o onibus de volta para casa.
SEG 12:20|Onibus Capão Raso/C.
Comprido| – Mulher sem sobrancelha senta do meu lado.
SEG 12:40|Onibus Capão Raso/C.
Comprido| – Mulher sem sobrancelha sai do onibus.
SEG 13:30|Portão da casa| – Chego na
porta da minha casa.
SEG 13:35|Cozinha| – Curry e arroz de
almoço, estava bom.
SEG 13:50|Indo para o quarto| – Início
do isolamento.
SEG 13:52|Quarto| – Meu quarto está
bagunçado.
SEG 14:30|Quarto| – Meu quarto está
limpo (ou quase).
SEG 14:48|Laptop| – Tetris: 46451.
SEG 14:50|Cozinha| – Pudim na geladeira
descoberto.
SEG 15:00|Cozinha| – Pudim da geladeira
consumido.
SEG 15:20|Após aproveitar um delicioso,
apetitoso, sublime; pudim.| – Sono.
SEG 18:43|Cama| – Gritos e batidas na
porta do meu quarto “MEU PUDIM SEU #@!*&”.
SEG 18:45|Cama| – Gritos e batidas
volta para o quarto dela.
SEG 18:46|Cama| – Gritos e batidas
aumenta o volume do computador dela no máximo.
SEG 19:00|Cama| – Resolvo levantar,
fome.
SEG 19:10|Quarto| – Minha irmã me
convida para jantar com muita gentileza e afeto:
–
“COMIDA!! SEU #@!*&”
SEG 19:11|Cozinha| – Peixe, arroz e
sopa. Estava bom.
SEG 19:15|Sala de Estar| – Sessão Xbox
SEG 21:30|Banheiro| – Tomar Banho
SEG 22:00|Cama| – Dormir
TER 06:00|Cama| – Despertador toca,
*Snooze*.
TER 06:10|Cama| – Despertador toca, vou
acordar no próximo *Snooze*.
TER 06:20|Cama| – Despertador toca,
mais dez minutos *Snooze*.
TER 06:30|Cama| – Despertador toca,
Levanto.
TER 06:40|Cozinha| – Café da manhã, pão
e ovo.
TER 07:10|Carro| – Meu pai me leva até
a instituição.
TER 07:35|Na porta da UTFPR| –
Estou atrasado.
TER 07:36|Correndo| – Dirijo-me à sala
A-107.
TER 07:37|A-107| – Não reconheço as
pessoas. Sala errada.
TER 07:38|Subindo rampa infinita| –
Indo para sala 207(ou era 208?) bloco E.
TER 07:40|Decendo rampa infinita| –
Hoje não tem história.
TER 07:43|Andando randomicamente| –
Achei a sala(Obs: Hoje tem matemática na B-205).
TER 07:44|B-205| – não tem carteiras
sobrando.
TER 07:45|A-206| – Adquirindo uma
cadeira e uma mesa.
TER 08:20|B-205| – Término da primeira
aula de matemática.
TER 09:10|Trocando salas| – Término da
segunda aula de matemática e início da primeira aula de A.C.
TER 10:00|UTFPR| – Intervalo.
TER 10:20|Q-20X| – Início da segunda
aula de A.C.
TER 11:10|Q-20(e algo)| – Inicio da
terceira aula de A.C.
TER 12:00|Indo embora| – Término da
aula e do experimento.
Alexandre Chu
Solidão
Apesar de não ter participado da
experiência de ficar sem Internet no dia programado, eu tenho os meus
momentos em que estou sozinho, seja para reflexão ou qualquer outro motivo. O
experimento foi realizado com base em uma teoria geral de que os adolescentes
de hoje em dia não sabem o que é solidão, que para mim é um grande engano que
algumas pessoas podem cometer. A diferença entre os momentos de solidão das
pessoas que não nasceram nessa era tecnológica e dos adolescentes que nasceram
é de que os momentos daqueles eram longos, chegando a ser uma tarde inteira
sozinho ou até um dia, porém quando se encontravam com os amigos ficavam juntos
o equivalente ao período em que ficava sozinho, já na atualidade, com Internet,
celular e outros meios de comunicação, nós temos com certeza muito menos tempo
solitários, em torno de alguns minutos, porém são periódicos, fazendo com que
haja um pico de solidão e outro de interação e comunicação.
Há outro fator que influencia muito na
experiência que é a formação e a educação vinda dos pais. Quem está habituado a
conviver desde cedo com o computador pode gerar tendências a ser uma pessoa com
menos momentos de solidão. Já no meu caso, eu não podia ficar no computador até
atingir uma certa idade, sendo essa tal idade estipulada pelos pais de acordo
com o meu conhecimento sobre as funções de um computador, isso fez com que eu
soubesse que há sempre um momento em que vou estar sozinho pra pensar na vida.
Davi W. Tokikawa
Silêncio
Uma
conclusão sobre o experimento realizado
A solidão, o silêncio. Hoje elementos
tão escassos da atribulada vida em sociedade, outrora cotidianos e até mesmo
repudiados, agora nos fazem falta. Os momentos em que estamos sozinhos, de
reflexão, até mesmo paz, não são mais tão frequentes quanto poderiam ser,
resultado de uma rotina caótica e avanços nas comunicações. Com os avanços
tecnológicos vieram praticidade e simplicidade, mas com um porem, a necessidade
de manter-se conectado a esses avanços a maior parte do tempo e a dependência
desses recursos. Interatividade, conectividade e facilidade de comunicação nos
mantém ocupados e sempre em contato com outras pessoas, nos privando de
solidão.
Durante o experimento pude perceber o
quanto somos afetados, principalmente, pelos aparelhos eletrônicos; já que durante
esse período me desafiei a não utilizar estes aparelhos, a menos que fosse
realmente necessário. Percebi claramente o quanto somos dependentes desses
objetos, mesmo para tarefas simples. Todas nossas ações são de algum modo
influenciadas pela tecnologia, principalmente a maneira como nos comunicamos,
que cada vez mais deixa de ser pessoal e passa a ser feita de maneira virtual.
Até mesmo este trabalho está sendo entregue digitalmente.
Natan Schieck Reginaldo
Solidão?
No dia 10 de dezembro de 2012, a partir
do meio dia fiquei 24 horas fiquei sem entrar na internet e sem alguns tipos de
meio de comunicação e socialização (e-mail, jogar online, facebook e entre
outros), podendo apenas usar telefone e se comunicar pessoalmente com as
pessoas. Isso foi devido ao experimento que o professor Diório nos propôs a
realizar, devido ao fato da geração atual ser muito conectada e não possuir
momentos de solidão benéficos e para refletir.
Eu não sou muito chegado nessas coisas
de facebook, twitter e todos esses outros sites propósitos parecidos, porém
gosto muito de jogar jogos online (em consoles, portáteis e computadores) e
assistir vídeos no youtube relacionados a jogos e tecnologia. Então para não
acontecer nada de errado a primeira coisa que eu fiz ao chegar em casa foi
desligar a wireless no meu computador. Essa estratégia funcionou muito bem,
pois por umas oito horas eu me esqueci do experimento e fui tentar jogar
online, porém não conseguia me conectar, fiquei tentando até me ocorrer essa
frase na minha cabeça: aquela porcaria de experimento do professor.
Apesar de tudo o meu dia ocorreu
normalmente, sem quase nenhuma diferença. Eu joguei um RPG no Wii (Fire
Emblem), Assassin’s Creed no PS3, Hitman Blood Money no PC, assisti Star Wars,
comi muito sorvete. Em nenhum momento me senti sozinho, pois tudo aconteceu
igual.
Achei a ideia muito interessante, porém
achei um dia muito pouco para tirar conclusões. Em minha opinião o experimento
teria sido mais difícil para eu completar se tivesse ocorrido no Sábado ou Domingo,
dias em que estou mais conectado na internet.
Em certo ponto eu não gostei dessa
atividade não é nem pelo fato de não poder usar internet, mais sim pelo fato
que a nossa geração já esta ligada com esse tipo de ferramenta e não poder
usa-la mesmo ela estando no nosso lado parece um pouco forçado, somente pelo
motivo de ficar sozinho. Ficar sozinho forçado para pensar, em minha opinião
não é muito necessário, pois pelo menos para mim já existem momentos do
dia-a-dia em que você fica “filósofo” e começa a pensar em coisas da vida ou
aleatórias mesmo estando sozinho, com os amigos, jogando, lavando a louca,
dirigindo, e outras situações.
Traduzindo o que escrevi acima, a ideia
da atividade foi interessante, mais desnecessária, pois acho que já existem momentos
de pensar em nossas vidas, mesmo quando não nos damos conta.
Gabriel Botogoske
Solidão
Positiva
Minha participação no experimento sócio
interacionista não teve muitos problemas, não sou daqueles que não consegue
passar mais de meia hora sem mandar torpedos ou mensagens. O que acabou por
tornar o dia um pouco menos rotineiro foi o não poder jogar online, que é algo
que eu faço diariamente.
Com o tempo que eu gastaria em minhas
jogatinas livre, aproveitei para praticar atividades que deixava de fazer a
certo tempo, como ler um livro, assistir a alguns filmes, cochilar um pouco.
Cochilar, em especial, foi muito bom, acordar cedo na segunda-feira
(particularmente mais cedo que nos outros dias da semana, pois tenho aulas na
sede Ecoville, que fica bem mais longe de casa) logo após de ter dormido e
acordado tarde no domingo, havia me deixado um pouco sonolento.
Além disso, foi logo depois de acordar
do cochilo que tive meu momento de solidão positiva, que era o objetivo do
experimento. É pessoalmente muito positivo ter um tempo para po algumas ideias
em seu lugar e refletir um pouco sobre o dia. Acontece algo muito parecido com
isso quando eu estou indo pra UT pela manhã. No percurso eu filosofo e planejo
um pouco do meu dia.
Por fim, não achei muito complicado
passar 24h totalmente desconectado dos meios de comunicação e da internet. Na
verdade, foi muito interessante, sendo que em outros dias da mesma semana,
inconscientemente repeti o experimento, tomando um pouco mais do meu tempo pra
ler e ficar sozinho pensando.
Matheus Taborda Carneiro
Solidão, por quê não?
Ficar sozinho. Parece tão simples, e
para alguns de fato realmente é, mas esses são a minoria nos dias de hoje. É
essa tal de internet, com suas diversas redes sociais, jogos multiplayer e interatividade
por todos os lados, que tirou nossa privacidade. E o pior é que nos rendemos a
isso por vontade própria, mesmo que algumas vezes não percebamos. Afinal, é
muito melhor estar se comunicando o tempo inteiro, não é? Pode-se pensar
melhor...
E foi visando isso que o
professor Diório resolveu fazer um experimento, deixando nós, a “Geração
Internet”, desconectados por 24 horas, para termos um momento conosco mesmos,
pensando na vida ou até mesmo em nada, livrando e limpando a mente de todo o
resto.
Tal tarefa não se mostrou
complicada para mim, já que frequentemente tiro esse tempo “longe” de tudo, que
normalmente se realiza quando vou cozinhar, uma atividade terapêutica para mim.
Mas olhando para alguns colegas vi o quão importante é essa “solidão
programada”. Alguns deles (dos que participaram) se sentiram perdidos sem suas
atividades interativas.
Com o experimento é possível
perceber que essa solidão permite-nos conhecer melhor nós mesmos, e nos
enxergamos como melhor amigo de confiança, sem a influência de coisas e pessoas
que muitas vezes podem ser supérfluas.
Waleska Lins
Solidão
Diferente de alguns dias que
basicamente fiquei o dia todo em frente à tela do computador, na tarde do dia
10 de dezembro de 2012, dia combinado para realização do experimento, esse dia
rendeu mais, diferente do esperado.
Por um dia inteiro, consegui para
surpresa minha, ficar desconectado. Procurei focar um pouco mais nos estudos.
Adiantei algumas tarefas , esclareci algumas duvidas , olhei novamente a
matéria passada no dia e, além disso, procurei informações sobre alguns
trabalhos que serão apresentados daqui a dois meses.
Infelizmente, minha expectativa de
ficar sem utilizar o computador para fins de entretenimento não foi
correspondida. Fiquei algum tempo jogando PlantsvsZombies e depois resolvi ir
na casa de minha avó.
Durante esse experimento pude tirar
algumas conclusões. Percebi que as pessoas perdem bastante tempo na frente do
computador. Um tempo desnecessário que podia ser usado para coisas mais
interessantes e importantes, como no caso, para os estudos. Obviamente que
estar conectado tem seus benefícios, ler notícias, se comunicar com as pessoas,
jogar jogos online entre outras situações.
O experimento, afinal, foi bem
interessante, mostrou o quanto eu estou viciado nesse meio e me fez refletir
que a solidão, como as pessoas pensam ser tão dolorosa, às vezes pode fazer
muito bem.
Giovanni Muraro
Solidão,
pode nos fazer bem?
Nos dias de hoje, quase nunca temos um
momento de solidão, pois estamos sempre conectados à grande rede. Isso foi dito
pelo nosso Professor Diório, em sala, ao apresentar sua ótima ideia a nós,
alunos. Confesso que no começo fiquei um pouco receoso, mas me acostumei com a
ideia de se “desligar” do mundo cibernético. Aceitei o desafio de ficar um dia
sem se comunicar pela rede.
No começo foi difícil, pois se
desapegar de algo muito presente no nosso dia a dia é difícil. Mas logo depois
percebi que isso poderia ser ótimo. Passei a me comunicar mais com as pessoas
próximas a mim, além de pensar mais na vida. Escutei músicas, assisti seriados,
li um livro, enfim, fiz coisas que geralmente não faço enquanto estou
conectado. Foi uma ótima experiência, agradeço ao Diório por isso. Consegui
sentir a solidão, creio que este experimento alcançou seu objetivo.
Chego a conclusão que, a solidão
positiva (termo científico que se refere a este tipo de experiência) pode ser
muito benéfica, desde que seja controlada. Existem inclusive alguns livros
sobre este assunto, os quais pretenderei ler. Enfim, a solidão positiva deve
ser testada e aplicada, desde que nos traga benefícios.
Orlando Wozniak de Lima Nogueira
Falta
de Tempo Para Pensar
Relação
entre o tempo de utilização de equipamentos tecnológicos com o tempo de solidão
Atualmente, os novos equipamentos
existentes no mercado fornecem às pessoas muitas coisas para elas fazerem,
entre essas coisas: jogarem jogos online e off-line ou usarem redes sociais.
Esses equipamentos podem fazer isso praticamente em qualquer lugar e a qualquer
hora. Devido à facilidade e ao entretenimento que esses aparelhos dão em nossas
vidas, algumas pessoas acabam por ficar quase o dia inteiro, além do tempo
estudando ou trabalhando, com a mente ocupada, porque ou ficam na internet, com
outras pessoas através de redes sociais e outros serviços na internet, ou
porque ficam simplesmente se entretendo sozinhas com os aparelhos, assim
ficando sem um tempo próprio para pensar em sua vida, ou seja, sem um momento
de solidão.
No experimento proposto pelo professor
Diório, onde cada aluno foi “desafiado” (fazia o experimento quem quisesse) á
ficarem 24 horas sem entrar na internet, tive facilidade em passar às 24 horas,
porque a única coisa que complicou um pouco foi a vontade de entrar no facebook
e you tube, para ver as atualizações diárias, além da vontade de jogar online,
mas não foi nada muito difícil de superar e, apesar de tudo, eu tinha jogos
off-line para passar o dia.
Portanto, acredito que esse experimento
teria mais efeito se, ao invés de ficar somente sem internet, ficássemos sem os
computadores, sem os consoles, sem os celulares (com exceção de ligações e
algumas mensagens, é claro); porque as pessoas, sem poderem usar esses
aparelhos, não poderiam jogar jogos digitais e nem usar aplicativos pra passar
o tempo, assim sentindo mais a solidão.
Adriano Ricardo de Abreu Gamba
Solidão
para pensar
O experimento científico proposto pelo
professor Diório, que para muitos foi um desafio, quase não mudou minha
segunda-feira. Ficar de 12h de segunda até 12h de terça sem comunicação por
mensagens de texto, redes sociais, jogos on-line, e-mail e outros meios
tecnológicos foi uma tarefa fácil. O objetivo desse “isolamento” era buscar
momentos de solidão, mas uma solidão positiva, que nos faria pensar sobre a
vida e termos nossa reflexão sobre tudo que acontece. A teoria que regia esse
experimento era de que os adolescentes de hoje não conhecem a solidão, estando
sempre conectados pelos meios de comunicação. O que, se prestar atenção no seu
dia-a-dia, é verdade, uma vez que praticamente todos os adolescentes estão
mexendo no celular, mandando mensagens e conversando em redes sociais, enquanto
andam pelas ruas ou estão no ônibus.
Como já mencionado, meu dia não mudou
muito. Eu já tinha meus momentos de solidão, pensando na vida e filosofando,
tanto que já aconteceram várias vezes de eu colocar uma música para tocar no
celular e, depois de um tempo, já havia passado essa e mais duas sem eu notar,
já que o pensamento estava longe. A maior diferença na segunda-feira foi a troca
do jogo multiplayer no computador pelo antigo Super-Nintendo que, diferente do
meu PS2, ainda funciona perfeitamente. Não participo de redes sociais, e
acredito que isso tenha influenciado nessa “pouca mudança” no dia, já que não
preciso ficar “preocupado” em ver as atualizações de meus amigos.
Mesmo a experiência não me afetando
muito, consegui chegar a algumas conclusões interessantes. Uma delas foi de que
o ser humano é um ser social, ou seja, não há como nos alienarmos 100% do tempo
(e isso também não seria saudável), mas os momentos de solidão são necessários
para um autoconhecimento. Outra foi de que os meios de comunicação impuseram a
necessidade de estar conectado, uma vez que antigamente isso não tinha essas
proporções: enquanto nós buscamos esses momentos de solidão através desse
experimento, os jovens da geração passada os tinham sem mesmo saber. Mesmo
assim, acredito que, por mais dependente que a pessoa seja da comunicação,
sempre haverá a hora do banho para pensar.
Igor Pardal Latini
Solidão
Escolhi não participar da experiência,
porém a ideia e a iniciativa para fazê-la são muito boas. Tive essa decisão,
principalmente, por precisar estar disponível em todos os momentos do dia, a
todos os horários.
Passar um dia completo estando ao máximo
em solidão, buscando momentos de pensamento e reflexão internos (solidão
positiva), era o objetivo do experimento, isso supondo que a geração mais nova
não estivesse contextualizada e que não teria momentos de solidão. Porém a
‘’falta de solidão’’ na proposta pode não ser valida para todas as pessoas de
nossa era, existem pessoas que até gostam de ficar sozinhas.
Eu não sou o tipo de pessoas que busca
estar conectada e falando com alguém sempre que possível, não preciso gastar
dinheiro para entrar na internet via celular e saber das ultimas novidades.
Estou online muitas vezes, mas não é necessariamente para conversar, bater
papo, a internet é um ótimo meio de transmissão de dados, o mais rápido até
agora, e é por ela que se podem ter facilidades e alguns confortos que se
cortados podem trazer alguns problemas. O principal é que não sou alguém
completamente dependente dos meios de comunicação, gosto da solidão e de meus
momentos sozinhos, seja lendo, pensando, comendo ou andando. É um tempo que
podemos tirar para pensar no dia, no que está acontecendo nele ou no que vai
acontecer, pensar no futuro, no passado, tomar decisões. São momentos que nunca
devemos ignorar ou deixar de ter.
Rodrigo Knelsen Friesen
Uma
reflexão sobre o trabalho
A solidão. Um sentimento ou estado
mental sempre complicado de ser entendido e que, cada vez mais, passa a ser
evitado pela nossa sociedade. No sistema consumista de hoje, fica difícil pra
pessoa até perceber que a solidão existe quem dirá senti-la de verdade. A juventude
atual, por exemplo, cada vez mais conectada com tudo e todos, às vezes nem
chega a notar a possibilidade de “ficar sozinho”. É por essa e outras razões,
que acho de uma notável peculiaridade o trabalho passado pelo professor Diório
aos alunos da turma M11: ficar 24h desconectado do mundo para que houvesse um
momento em que ficaríamos sozinhos.
Bom, para começar, confesso que não foi
de grande dificuldade completar as 24 horas sem me conectar com nada nem
ninguém. Tentei viver normalmente sem pensar no trabalho passado, para que o
“momento” previsto pudesse acontecer naturalmente. Tenho de relatar que gostei
muito disso, tanto que, depois do primeiro “momento sozinho”, pareceu-me que
minha mente tentava me forçar a ter outros daqueles momentos. Então, não importasse
o que eu estava fazendo, de repente parava e ficava pensando em coisas como
família, escola, futuro ou na vida em geral.
Posso concluir que o experimento (ou
trabalho) foi algo bem positivo, eu até repetiria a experiência, mesmo achando
que o meu vício em tecnologia poderia atrapalhar um pouco. Durante o
desenvolvimento desse trabalho, pude perceber quão boa é a solidão (se
controlada), notei que um tempo sozinho pode te deixar mais calmo, além de te
fazer refletir sobre coisas que às vezes você nunca pensaria, e, finalmente,
isso me fez ponderar sobre o tempo considerado “saudável” para a utilização de
mídias sociais e tecnologias como a internet e o telefone celular.
Arthur Dantas Pacheco dos Santos Lima
Nova
Perspectiva
O desafio proposto na aula de português
3 (ficar 24h sem utilizar meios virtuais para a comunicação) trouxe uma nova
perspectiva a respeito da solidão, além da percepção sobre a dependência desses
meios virtuais no dia-a-dia.
Acredito que a solidão possa existir
sem a obrigação de ter que se desligar dos meios de comunições e redes sociais,
pois muitas pessoas têm parte do seu tempo reservado para ficarem sozinhas,
pensarem em si e sobre a vida, e às vezes, isso acontece quando menos
esperamos. Este momento para reflexão é essencial, uma vez que o diferencial do
homem é o ato de pensar. Porém, esse momento de solidão é bom também para
justamente deixar a ‘’mente livre’’, deixar as preocupações um pouco de lado e
relaxar.
Além disso, a experiência provou o
quanto somos dependentes da tecnologia para a comunicação e interação, e provou
também que muitas coisas que fazemos são banais ou desnecessárias, e assim,
temos várias outras formas de aproveitarmos melhor o nosso tempo. Não
precisamos extinguir os meios virtuais de nossas vida, já que vivemos em um
mundo com um fluxo constante de informações, contudo, é preciso ter consciência
de como usamos nosso tempo, para evitar exageros e reservar um tempo pra
ficarmos sozinhos, afinal, todos precisam de um tempo só pra si.
Lisa Y. Oda
Realmente
não temos solidão?
O professor Diório de Português 03,
propôs para os alunos um desafio, que no dia 10 de Dezembro de 2012, os alunos
ficassem sem usar nenhuma forma de meio de comunicação em rede sociais ou via
sms. O objetivo de tal experimento era para comprovar que os jovens da
atualidade, tendo crescido num meio tecnológico não conhecem a solidão, que
eles estão sempre em comunicação, e essa falta de solidão faz com que eles não
pensem na vida, não tendo tempo de refletir sobre si.
A opinião dos alunos foi bem unânime
com relação ao projeto, dizendo suas vantagens e não apontando pontos
negativos.
Pessoalmente eu não participei do
projeto, primeiramente por acreditar que apenas um dia assim não mudaria nada
com relação ao "pensar na vida" que o professor propôs, pois,
naquele tempo em que eu estaria em alguma rede,eu simplesmente
procuraria outra distração.
Mas o maior ponto de não ter
participado foi que eu acho um engano as pessoas acharem que os jovens não tem
seu tempo de reflexão, não é por que simplesmente as pessoas tem um meio de
comunicação mais fácil atualmente que elas estão 24 horas por dia nisso, as
pessoas em si gostam de ficar sozinhas as vezes.
Por minha parte posso dizer que eu não
fico toda hora mandando mensagem para alguém, eu tenho partes do dia do qual
não estou me comunicando com ninguém.
Com certeza o tempo de solidão atual é
muito menor com o dos jovens das gerações anteriores. Mas não é por que é menor
que significa que ela não exista.
David Morris Samara
Solidão
Positiva x Solidão "Forçada"
No dia 06/12/12, nosso professor de
português, Diório, propôs uma atividade em que nós ficássemos 24 horas sem
nenhum tipo de interação virtual com outras pessoas, com o objetivo de provocar
uma certa solidão, afinal, somos a geração que fica conectada a todo o momento
e não temos nosso tempo sozinhos.
Felizmente, ele decidiu deixar como
optativa a escolha de fazer ou não. Eu fui um dos que escolhi por não
participar, pois além de eu já possuir meus momentos para pensar, mesmo que não
tão longos como as 24 horas, também vai contra um pensamento que eu tenho que é
de deixar tudo fluir naturalmente, sem tentar criar situações, neste caso a
solidão. Esse meu segundo motivo foi confirmado pelo próprio professor, quando
deu um exemplo em sala de aula, quando relatou o exemplo de uma criança em uma
festinha que fica parada em um canto sem brincar com ninguém e de repente chega
um adulto tentando enturmar ela. Ninguém perguntou para a criança se ela
realmente queria ficar sozinha tendo seu momento de solidão positiva.
Fica para pensar, esse dia inteiro foi
realmente de solidão positiva, ou foi de solidão forçada? Creio que tudo
precisa de um equilíbrio, comunicação constante pode ser ruim e o mesmo vale
para a solidão, 24 horas são um longo período.
Everton Souza dos Santos Junior
Uma
análise sobre solidão e existência
Penso que temos pavor em nos sentir
sozinhos. Sem estar em constante contato com alguém, seja virtual ou
pessoalmente. O fato é que meios de comunicação como celulares e internet
facilitam muito em saciar essa sede de saber o que as pessoas fazem, onde
estão, falar-lhes. Acaba tornando-se viciante essa conectividade. Tirando todo
o nosso tempo de pensar, de reflexão acerca do que somos realmente, no nosso
íntimo profundo, quando não há ninguém nos observando.
Neste momento de solidão em que me
encontro, ouvindo conversas alheias das quais não participo, sem entendê-las,
vejo as pessoas como seres transitando para lá e para cá, seguindo uma
correnteza imaginária, mas imposta inconscientemente à massa geral. Elas estão
aqui por algum motivo, tendo sonhos descartáveis, inúteis e objetivos de vida
que não entendem; estudam para trabalhar, visando profissões rentáveis que
proporcionem certa ostentação, para morrer. Sem saber. Sem compreender. Coisa
alguma. Estão aqui porque devem estar e pensam viver. De que adianta nascer e
perecer, tão anônimo quanto no primeiro dia de vida? Tão supérfluo para a
história da humanidade, tão cheio de falsas certezas, de falsas convicções,
implantadas por terceiros, que tomam como suas, sem razão alguma. Sem causar
efeito ou algum legado? Que estou fazendo da minha vida, essa coisa que não
aparenta ter sentido? Serei apenas mais um ser surgido ao acaso de condições
favoráveis à existência, com o único propósito de perpetuar essa espécie tão
egoísta e ignorante para que as próximas gerações façam o mesmo?
De que serve algo tão breve diante da
morte iminente e eterna? Que levarei daqui afinal? Meus conhecimentos, avanços
tecnológicos... Nada! E digo para que vão ao diabo as demais gerações, estarei
desperdiçando minha existência para os próximos, que por sua vez desperdiçarão
as suas para os outros próximos? Ainda que vivamos visando a evolução, a total
ascensão do homem... Ainda assim! Que caos é esse que rege o Universo, que lota
nossas mentes cheias de gavetas com papéis em branco, bagunçados e desconexos...
Impus-me, há um tempo considerável
visto meus dezesseis anos, à ciência, a uma concepção aprofundada da
existência, mesmo que fracassando incansavelmente, mesmo sem nunca chegar a
lugar algum. E este foi mais um dia qualquer, de tentar entender o Universo, a
mim mesma, a quem desprezo pela inteligência insuficiente para atingir meus
propósitos. Valeria a pena viver, passando por esse imensurável caos, com ao
menos um resquício de racionalidade. Ou pelo menos tentar, estar ciente de
tudo, de que tudo é em vão.
Gabriela Fernanda Bundza
Online
x Offline
Há cerca de duas semanas nos foi
proposto, pelo professor de português, Diório, que participássemos de um
experimento, o qual consistia em permanecer, durante um período de 24 horas,
desconectados do mundo virtual; redes sociais, jogos online, mensagens de texto
(SMS).
Aceitei a proposta sem pensar duas
vezes, me pareceu que seria uma tarefa extremamente fácil de ser cumprida,
afinal, quase todos os dias simplesmente “tiro” um tempo para escutar música e
pensar. No entanto, isso não se mostrou completamente verdade, pois mesmo que
eu tenha meus momentos em que fico “off-line”, dificilmente passo um dia sem
jogar online. Então, em várias ocasiões durante esse período me deparei com a
pergunta “O que fazer agora?”. Acabei passando a maior parte do tempo lendo e
escutando música, duas das coisas de que mais gosto. Ah! E também fiz um bolo,
na tentativa de gastar algum tempo, pois até mesmo ler e refletir sobre a vida,
por tempo demais, enjoam. Basicamente assim correu meu dia, sem nenhuma
adversidade além de não poder jogar online. Quanto às redes sociais e mensagens
de texto, dou pouca importância a estes recursos, pois não vejo a razão em
usá-los o tempo todo.
Esse experimento serviu para comprovar
o que sempre acreditei ser o melhor, de que deve haver o equilíbrio entre o
tempo de estar conectado ao mundo virtual e o tempo de refletir, ler, ter um
momento reservado somente a você.
Fernando Argentino da Silva
Trabalhando
OFFLINE
Com o experimento realizado com o
professor Diório sobre solidão e o uso de redes sociais, tirei conclusões
simples mas interessantes, tendo concluído o experimento com sucesso.
As conclusões tiradas sobre o uso de
vários meios de comunicação foram, primeiro: a internet vicia facilmente, mas
com um experimento dessa natureza é fácil perceber ( para qualquer pessoa) qual
sua necessidade de interagir com as coisas e seu nível de vicio. Segundo: dado
o tempo recente ao qual comecei a "interagir na internet" pude constatar
que quanto mais cedo se é colocado na vida de uma criança a internet ou um
computador ou vídeo-game mais afeiçoado tal objeto fica da pessoa. Terceiro:
considero internet totalmente desnecessário, uma fonte imensa de entretenimento
fatigante.
Sobre a relação deste com a solidão,
considero a opinião do professor incorreta sobre o fato de que esses influem na
quantidade de tempo que as pessoas ficam sozinhas, pelo fato de que mesmo você
estando conectado, você continua sozinho! Indiferente o meio de comunicação.
Também as pessoas, principalmente os jovens, de hoje não são fadadas a
necessitar de internet.
Não preciso de internet mas não abdico
dela, mas sinceramente, uso pouco tempo demais para que esta faça o efeito que
o experimento desejava demostrar, mas ainda considero mais egoístas e
solitárias pessoas que fazem pleno uso dela.
Bruno Vitor Guimarães
Bruno Vitor Guimarães
Um
dia normal
Fui desafiado a realizar uma
experiência sobre a solidão: passar completas vinte e quatro horas sem redes
sociais, internet ou se comunicar com outras pessoas por meio de objetos
eletrônicos (como celulares).
Esse teste me pareceu difícil quando as
regras foram ditas, mas parei para pensar e percebi que já tinha feito isso
várias vezes, sem mesmo perceber. Por muitos motivos já fiquei sem esses meios
de comunicação, como por exemplo, eu ter passado um dia inteiro estudando, ou
até quando viajo para praia. O objetivo da experiência era que todos tivessem
um tempo para pensar sobre suas vidas, ou refletir sobre alguma coisa, mas no
meu caso, não aconteceu isso (se o desafio fosse de uma semana, a chance seria
maior), mas achei interessante no aspecto de que cerca de quarenta pessoas
fizeram isso juntas, num mesmo período de tempo.
Portanto, se me pedissem para que o
teste fosse feito outra vez, eu aceitaria sem problemas, pois seria como um dia
normal para mim e não sentiria dificuldades em concluir.
Andre Luiz Domingos
Ausência
da Internet
O professor Diório, propôs um
experimento: ficar ausente da internet e mensagens de texto por um período de
24h, com o objetivo de refletir sobre nossa vida.
Hoje em dia somos cercados por
aparelhos tecnológicos, o que possibilita estarmos conectado praticamente o dia
inteiro.
A experiência começou as 12h no término
da aula de segunda-feira (10/12/2012). Para mim não foi muito difícil de
cumprir, pois a maior parte do dia não fico mandando mensagens ou em redes
sócias. A única e grande diferença foi em questão aos jogos multiplayer, em que
várias partes do dia senti vontade de acabar com a experiência e me divertir
com meus amigos. Durante esse período, em alguns momentos eu parei para
refletir, mas nada que eu já não fizesse normalmente, por exemplo: antes de
dormir costumo pensar sobre o meu dia.
Este é um experimento valido e
interessante, mas nada divertido de cumprir, serviu para mostrar o quanto somos
ligados a internet, mas não senti que mudou ou melhorou nada, pois como eu
disse já tenho esses momentos de solidão positiva.
Bruno G. Rocha
A
perspectiva da solidão
Muitos de nós tratamos a solidão como
se fosse algo terrível, como se ficar sozinho e isolado fosse um castigo e
desprezo! Com o medo de não acompanhar a “moda” dos jovens e ficar sempre
interagindo com a rede social, muitos jovens ficam praticamente 24h on-line,
esquecendo de dar um tempo para si mesmo. Por isso, o nosso professor de
português da UTFPR, resolveu fazer um experimento com a turma, que é ficar um
dia, ou seja, 24 horas sem entrar nas redes sociais e nem mandar mensagens.
Para mim foi uma experiência muito
interessante, pois é a primeira vez que tomo a consciência e me controlo para
não usar as redes sociais, não digo que “mudou a minha vida”, mas consegui
perceber a grande dependência e vício ao internet, que não somente eu, mas a
maioria dos jovens se compromete. O mais legal, é que quando não usamos as
redes sociais, parece que o dia fica mais longo e sobra mais tempo, tanto para
pensar, quanto para fazer outras atividades, economizando o tempo que
estaríamos fazendo “nada”.
Particularmente, acho que é uma ótima
ideia controlarmos um pouco o nosso hábito de dia-a-dia e refletir um pouco na
vida, na maioria das vezes conseguimos mais oportunidades de nós enriquecermos,
tanto fisicamente, como espiritualmente!
Liang Wen Jui
O
dia sonolento
O professor Diório lançou o desafio em
que o aluno ficaria 24 horas offline, sem telefone, mensagens de texto por
celular, emails e chats. Para quem trabalhava, era liberado apenas para esse
fim, e de forma reduzida. Eu normalmente já passava as tardes sem muito contato
com outros humanos, isolado, normalmente lendo ou usufruindo da tecnologia dos
jogos digitais, então não fui nenhum grande choque essas 24 horas. Como o
professor disse em aula, se ele continuasse a ser o mentor de nossas aulas,
mais experimentos como esses seriam realizados, com maiores durações, e eu
aceitaria a oportunidade de realiza-lo, e talvez concluí-lo, novamente. Não
aprendi muitas lições de vida, mas uma delas foi que não cansar muito a vista
durante boa parte do dia à frente de um monitor melhora o sono. Sono foi outra
coisa muito interessante de se observar, pois para mim ele é constante e ajudou
a continuar a resistir à tentação de quebrar o experimento. Mesmo off-line,
considerei que não seria legal eu realizar essa prática durante as horas do
teste, optando por aproveitar mais a nossa ensolarada, quente e amigável cidade
com os com outras pessoas, ou no conforto de meu travesseiro. O fato de segunda
feira, dia em que iniciou o teste, possuir aula em outro campus, o do Ecoville,
deixou ainda mais fácil, visto que pego quatro ônibus para ir e quatro para
voltar, gastando um tempo considerável do dia.
Gostaria de parabenizar aqueles que
conseguiram finalizar o experimento e compartilhar as experiências que
obtiveram com ele. Não foi exatamente divertido pela falta de hábito, eu
repetira tal feito apenas algumas vezes antes.
Otávio Augusto R. B. Silva
Solidão
Positiva
Quando o professor Diório começou a
falar sobre como os jovens de hoje não sabiam como era ficar sem comunicação, e
sabendo que haveria um experimento a ser realizado, já comecei a ter uma ideia
do que estava por vir. Um dia sem comunicação pela internet ou SMS, apenas
sendo permitidas interações em pessoa, ou por ligações telefônicas.
À primeira vista, o experimento parecia
ser extremamente fácil, tanto que cheguei a pensar em permanecer três dias
off-line. Não consegui. Sou muito ligado ao “mundo da internet” em geral.
Quando o prazo mínimo do experimento acabou, a primeira coisa que fiz foi
checar as mensagens de texto que eu havia recebido no dia anterior.
Quanto à questão solidão, por mais que
tenha sido difícil ficar algumas horas sem internet, creio que o experimento
não teve tanto impacto quanto desejado pelo professor (pelo menos em mim).
Quase todos os dias eu tiro algum tempo para fazer outra coisa que não seja
jogar online ou ficar conversando no Facebook (por mais que a janela do
navegador continue aberta). Por exemplo, antes de começar esse “relatório”, eu
estava lendo um livro chamado “O Apanhador no Campo de Centeio”, escrito por J.
D. Salinger. Ler, inclusive, foi exatamente o que eu fiz nessas 24 horas de
“isolamento”. Também joguei um pouco no modo single-player, mas a atividade
predominante foi ler.
A dificuldade que tive em me manter
desconectado ocorreu porque eu nunca tinha ficado um período tão longo nessa
situação. Geralmente quando eu dou uma pausa, eu ainda volto no mesmo dia para
a web. A “solidão” existe, mas não dura tanto.
O experimento na verdade serviu como
uma epifania para mim, me dando conta que ainda que eu tenha os meus momentos
fora do computador, eu ainda dependo muito dele. Eu sei que esse não era o
objetivo principal do experimento, mas eu já tenho a minha cota de solidão
diária.
Rafael Bisol
Positivamente
Offline
Na aula de português, o professor
Diório nos propôs um desafio de acordo com algumas observações que ele fez em
relação ao modo de vida das pessoas com a Internet. O desafio era ficar 24
horas sem contato com pessoas que não fosse físico, para que pudéssemos ter um
momento de solidão, para poder pensar um pouco sobre tudo, pois haveria um
momento em que estaríamos tão sozinhos que quando não tivéssemos nada para
fazer, começaríamos a refletir. A experiência aconteceria das 12:00 horas de
segunda-feira do dia 10 de Dezembro até as 12:00 horas de terça-feira do dia
11.
No primeiro momento, achei que seria
fácil, uma vez que eu achava que eu não tinha tanto contato com pessoas se não
fosse cara a cara. Somente achei, pois as ultimas horas custaram a passar.
Embora sobrasse muito mais tempo,
muitas vezes não sabemos o que fazer com o tempo que nos sobra. Com isso,
pôde-se perceber que perdemos muito tempo por nada, as vezes não temos nenhum
portal de informação útil que nos cerca nos meios de contato não físicos,
informações úteis essas que nos fazem ter uma formação como pessoas e uma
opinião muito forte e com mais conteúdo.
O experimento demonstrou uma certa dependência minha dos meios de comunicação não verbais, como as redes sociais, por estas serem instrumentos que justamente ajudam na comunicação, que torna a interação com pessoas mais fácil. Estamos em um momento em que não temos tempo para pensar em nos mesmos. Não temos tempo para ficar sozinhos. Para pensar. E isso não é nossa culpa, pois já nascemos ou crescemos com esse modo de vida nos rodeando. E mesmo que muitas vezes tenhamos o nosso tempo de reflexão, ele é curto.
O experimento demonstrou uma certa dependência minha dos meios de comunicação não verbais, como as redes sociais, por estas serem instrumentos que justamente ajudam na comunicação, que torna a interação com pessoas mais fácil. Estamos em um momento em que não temos tempo para pensar em nos mesmos. Não temos tempo para ficar sozinhos. Para pensar. E isso não é nossa culpa, pois já nascemos ou crescemos com esse modo de vida nos rodeando. E mesmo que muitas vezes tenhamos o nosso tempo de reflexão, ele é curto.
Apesar de conseguir completar o
desafio, não tive um momento que pôde servir para eu ficar sozinho e me
“desligar” de tudo para pensar, ter um momento de descoberta ou uma
autoavaliação, a chamada Solidão Positiva, uma vez que eu não fiquei sozinho
até a hora de dormir, estive com meus amigos o dia inteiro. O trabalho de não
entrar em contato com pessoas em meios de comunicação não verbais, que é o modo
de vida que nos cerca sempre graças a Internet, se tornou muito interessante,
uma vez que pode-se perceber o vício que temos e a necessidade de combatê-los
ou não.
Victor Palmerio Vieira
Minha
opinião sobre a solidão.
Pode parecer estranho o professor
Diório sugerir para adolescentes, inseridos em um mundo socialmente
tecnológico, 24 horas sem usar meios de comunicação como msn, facebook,
twitter e entre outros, e ainda mais estranho se isso tiver o objetivo de
proporcionar momentos de solidão.
Mas acho que ficar sozinho de vez em
quando é muito bom e nos faz bem, pois é um momento para pensar sobre tudo ou
nada, é uma oportunidade de organizar pensamentos e formar opinião própria, uma
vez que você não terá a influência das pessoas em volta a respeito de você
mesmo, você pode até mesmo ler e por alguns momentos entrar em uma história
fora da sua realidade onde você pode ser muitas versões de si mesmo em todos os
personagens do livro e sair um pouco da rotina de ser esse você que você é. E como
toda essa tecnologia que está a nossa disposição não nos permite muito a
solidão essa sugestão foi realmente interessante e eu diria até inovadora.
Eu já tenho bastante momentos em que
escolho ficar sozinha, então não foi muito difícil para mim participar da
proposta do professor Diório. Na verdade nessas 24 horas de abstinência fiquei
quase o dia inteiro fora e não tive muita oportunidade de ficar sozinha, a não
ser nos momentos em que estava no ônibus. Contudo acho que foi uma boa
oportunidade de mostrar para outras pessoas como pode ser bom ficar sozinho de
vez em quando.
Fernanda B. Santos.
A
Importância da Solidão Positiva
A prática do experimento foi
indiferente para mim já que na segunda-feira tenho aula à tarde, não sou adepto
de redes sociais e raramente jogo online. Basicamente, cheguei em casa depois
da aula e fiquei jogando vídeo-game, meus pais chegarem e me tirarem a TV para
ver novela, logo fui ouvir música e estudar até estar tarde demais para
ficar acordado. Minha rotina normal, exceto que assisto alguns filmes no
computador e leio em dias com tardes maiores, ou seja, a solidão já é algo bem
presente na minha vida.
Esse experimento, através dos dizeres
do professor durante a aula, somente me fez consciente disso, o que me levou a
pensar que a reflexão feita ao estar apenas consigo mesmo tem uma grande
importância no auto-conhecimento e na capacidade de questionamento do mundo (me
refiro a duvidar das próprias ideologias, conhecimentos e até da própria
existência). E creio que isso deve fazer falta a maioria das pessoas, que acham
que estar só é apenas um sinal de depressão, visto que o pensamento crítico é
menos presente hoje. Portanto, mesmo que a sociedade dependa do relacionamento,
não necessariamente precisa que seja o tempo todo, enfim todos devemos retirar
algum tempo do dia para nós mesmos.
Daniel Benvenutti
Solidão
Positiva
A solidão, normalmente entendida como
algo ruim, prejudicial. Pode ser desejada em momentos de tristeza, mas também
muito evitada em festas e comemorações.
Será mesmo que a solidão só tem o lado
ruim?
Dessa maneira, com essa questão na
cabeça, aceitei o desafio do professor, ficar um dia inteiro sem conectividade
isenta da presença física com outras pessoas, incluindo messengers, redes
sociais, mensagens de texto pelo celular e etc. Desse modo, talvez, provocando
o momento de solidão discutido em sala de aula, que nós, geralmente, não
conseguimos ter por causa da nossa cultura, que já nos impõe a conexão com as
outras pessoas, mesmo não sendo fisicamente.
E então, começando o desafio, parecia
tudo bem, quase esqueci que mensagens de celular estavam “proibidas”. Logo após
o fim da aula, resolvemos ir ao cinema, passar um tempo juntos, já que
ficaríamos um pouco distanciados(não tínhamos imaginado que o Skype era
permitido). Terminava o filme, fomos todos para casa e, novamente, quase
quebrei o trato, parei logo antes de clicar no atalho pro Facebook.
OK, estou em casa, sem conexão, sem
jogos online, o que fazer? O que passou pela minha cabeça foi: assistir à pelo
menos um filme que eu já tinha no computador, jogar algum dos muitos jogos que
tenho parados aqui por causa do Battlefield, jogo online em que passo maior
parte do tempo gasto no computador, ler as notícias na internet, com um pouco
mais de atenção, sem nada me fazendo sair da página logo após a leitura do
título. Creio que isso foi muito bom, mas eu não consegui provocar esse momento
novamente desde o fim do desafio (o qual eu acabei furando meia hora antes do
fim por ter esquecido que ainda não era 12:00) mas pretendo tentar mais algumas
vezes durante as férias, pois considerei muito positivo o desafio.
E, antes de acabar o relatório do
desafio, sim, tive o momento de solidão e acho que foi a melhor parte do
desafio, passei esse tempo pensando sobre alguns projetos que deixei
inacabados, pesquisando para tirar algumas dúvidas antigas e procurando
circuitos interessantes para o projeto de Eletrônica 1.
Adil Coelho
Solidão
Semana passada, dia 10/12/2012 se
iniciou o experimento sócio-interacionista proposto pelo professor Diório, onde
se deveria ficar 24 horas sem utilizar meios de comunicação como mensagens de
texto, redes sociais, e-mails, dentre outros. O principal objetivo desse teste
era “forçar” um momento nessas 24 horas onde a pessoa se encontraria sem nada
pra fazer e acabaria por passar um tempo sozinha pensando, passaria por um
momento de solidão positiva.
Eu, como muitos outros colegas
participei desse experimento sem muita dificuldade, se baseando no fato que
normalmente eu não utilizo com tanta frequência tais meios para comunicação,
nesse meio tempo pude perceber mais alterações nas pessoas ao meu redor do que
em mim mesma. Aproveitei para ir ao cinema a tarde, treinei judô no período da
noite e no dia seguinte tinha aula pela manhã, na minha vida eu não vi
diferença pelo fato de já estar acostumada a passar momentos sozinhos,
refletindo sobre meu dia, por exemplo.
Mas em uma situação no dia seguinte ao
experimento pude perceber a dificuldade de algumas pessoas que estão
acostumadas a ficar quase o dia inteiro conectado, em uma oportunidade
especifica conversei com uma pessoa que participou também, só que
diferentemente de mim sofreu muito ao ficar esse tempo desconectada,
principalmente no que se fala de mensagens de texto, Facebook e afins. Pra mim
o fato de ficar um dia não poderia ser muita coisa, mas para algumas pessoas é
extremamente difícil, eu não acho algo ruim, por exemplo usar facebook, onde
você se mantém conectado com pessoas que você provavelmente não conversaria
diariamente, porém tudo tem limite, e muitas vezes usamos tais ferramentas de
modo supérfluo, onde não se agrega nada nessas muitas horas “perdidas” em
frente a uma tela.
Refletindo sobre as palavras do
professor, de que a nossa geração nasceu nesse mundo é compreensível esse
vicio, só que devemos buscar usar esse beneficio da tecnologia de uma maneira
equilibrada. Na minha opinião se você utiliza pelo menos alguns minutos do seu
dia para avaliar sua própria vida já vale de muito.
Erika Maria Capote Both
Saída
do mundo virtual
Durante algum tempo estive longe da
internet e do computador não porque quis, mas sim devido à problemas em relação
a minha sáude deixei de ver minhas atualizações da internet. Devo dizer que
várias vezes antes já havia feito este “teste”. Ficar sem usar tudo isso,
confesso que acho que eu ficaria mais feliz e distraído caso simplesmente
pudesse sair e ver outras coisas, sair da rotina diária de ficar jogando. Vejo
como tudo acaba bem quando acho alguma atividade para realizar, minha família
tenta me convencer a ler, mas isso é algo que não me atrai. Prefiro ver um
filme, conversar com as minhas irmas ou para e meditar perante a natureza.
Internet carrega muita coisa para distração e até mesmo alegria, mas prefiro
usar a internet e em certos momentos ver o mundo real.
Erik Gemin Rodrigues
Solidão
Na experiência realizada pude ver que
quando estava desconectado do mundo virtual, eu realmente não necessitei ou me
desesperei porque estava sem aquelas interações virtuais, pois geralmente evito
ter muito contato com redes sócias, principalmente porque sempre tenho a
sensação de que as mensagens que mando não tem o mesmo sentimento de quando
falo diretamente com a pessoa, por isso a única falta que senti foi realmente
quando estava sozinho à noite, pois já a muito tempo que a internet faz
parte da minha noite de sono, porem, mesmo sem ter usado meu computador, dormi
melhor e mais cedo que os meus dias comuns e logo acordei um pouco mais
disposto no dia seguinte.
Em relação ao tempo no qual passo
pensando, geralmente são momentos adversos, às vezes no meu quarto sentado
olhando para o teto ou quando estou almoçando, porem sempre estou pensando em
como fazer as coisas cotidianas não serem sempre as mesmas, pensando em como
fazer algo normal se torne diferente ou dar ênfase a algo que geralmente e
desconsiderado, são coisas que ao longo dos dias vão se tornando cômicas
lembranças que fazem esses momentos serem lembrados.
Portanto, considero a experiência feita
pelo professor Diório sendo benéfica, pois além de que a disposição
obtida por estar aproveitando melhor o grande tempo gasto e geralmente
exaustivo, porém é importante lembrar que a internet é algo no qual as pessoas
já se enraizaram, logo, muitos sentiriam dificuldade em se adaptar a um estilo
de vida sem esses tipos de conectividade.
Giovani Muniz Andrioni
24 horas, será que dá mesmo?
Dizem que hoje em dia os jovens não têm
mais a solidão, aquele momento para refletir sobre a própria vida ou para
pensar sobre qual será o próximo passo. Mas será que isso é verdade?
A proposta feita pelo professor Eduardo
Diorio foi uma boa oportunidade para que eu me afastasse um pouco de toda essa
conectividade que hoje nos cerca em quase todos os momentos. No meu caso, meu
dia-a-dia é bem equilibrado, pois há momentos em que estou na internet,
mandando mensagens pelo celular ou jogando videogame, bem como há momentos em
que tenho um tempo para mim mesmo, como quando começo a tocar algum instrumento
e começo a (tentar) compor uma música.
Durante a maior parte do dia, segui à
risca o desafio, pois queria ter certeza de que conseguiria ficar 24 horas
inteiras sem me conectar a internet, e passar a ter mais tempo para pensar na
vida. Saí com meus amigos, fomos no cinema, e passei grande parte do dia longe
de um computador. Porém, ao final do primeiro dia, eis que surge a minha
primeira falha: tive que responder uma mensagem de ninguém menos que a minha
namorada, pois, como diria meu avô: “todo homem se curva diante de uma mulher”.
No outro dia, não teve jeito: tive que responder mais mensagens dela, mesmo
explicando algumas vezes que eu não poderia mandar mensagens por 24 horas, mas
acredito que não tenha sido uma falha tão grande porque foi apenas mensagens
com uma única pessoa cuja qual eu não poderia deixar de responder.
No geral, acho que segui muito bem a
proposta, e nela, aprendi que muitas pessoas não conseguem, ou simplesmente não
querem, ter um tempo para si mesmas, o que é muito importante para nossa mente.
Futuramente, pretendo fazer essa experiência novamente, mas por enquanto, acho
que vou responder as mensagens da minha namorada.
Hiago Wonsowicz Padilha
A Solidão
A proposta feita pelo professor Diório
durante a aula de ficar 24 horas sem utilizar qualquer meio de comunicação como
e-mails, rede sociais, mensagem de texto foi interessante e ao mesmo tempo
intrigante, pois mostrou como estamos ligados a essa conectividade e as
facilidades proporcionada por ela.
Desisti do desafio em torno 8 horas por
que tinha que falar com um amigo e não tinha como esperar. Acredito que
conseguiria ficar 24 horas, porém é algo desnecessário. A solidão até um ponto
é importante, e mesmo com toda essa conectividade continua tendo ela continua
existindo. Todos nós ficamos pelo menos em um momento do dia sozinhos e nada
mais e podemos pensar na vida. O que é de ficar intrigado é de como estamos
conectados por meio da tecnologia, seja por mensagem texto, redes sociais e
e-mails. Se desligar de tudo é praticamente impossível.
Contudo, deu para tirar uma experiência
positiva desse desafio. As vezes quando me sinto sozinho simplesmente começo a
mandar mensagens de texto a alguém ou entrar em uma rede social, porém percebi
que ter um momento para si mesmo é bom.
Thiago S. Guimarães
Thiago S. Guimarães
"SEG 14:50|Cozinha| – Pudim na geladeira descoberto.
ResponderExcluirSEG 15:00|Cozinha| – Pudim da geladeira consumido.
SEG 15:20|Após aproveitar um delicioso, apetitoso, sublime; pudim.| – Sono.
SEG 18:43|Cama| – Gritos e batidas na porta do meu quarto “MEU PUDIM SEU #@!*&”.
SEG 18:45|Cama| – Gritos e batidas volta para o quarto dela.
SEG 18:46|Cama| – Gritos e batidas aumenta o volume do computador dela no máximo.
SEG 19:00|Cama| – Resolvo levantar, fome.
SEG 19:10|Quarto| – Minha irmã me convida para jantar com muita gentileza e afeto:
– “COMIDA!! SEU #@!*&”"
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK criativo e bem humorado, ótimo relatório do experimento!
haha, eu me divirto com esses calouros... Sabe aquelas pessoas que dizem "quando pequena, eu...", e ainda são pequenas (tipo eu aqui, rapais novu di 12 anos).
ResponderExcluirOs textos sobre o experimento demonstram, em sua maior parte, que nos comunicamos muito mais de forma virtual, deixando de lado o contato físico. Mas existem exceções, alguns dos textos mostram uma atitude indiferente quanto ao experimento.
ResponderExcluirParece que foi fácil para a maioria dos alunos concluir o experimento.... mas, pelo que eu li nos relatórios, seria muito mais difícil se não pudesse jogar no singleplayer (inclusive pra mim).
ResponderExcluirComo foi dito no comentário acima, para muitos pareceu fácil, mas acredito que isso se deve, principalmente, ao fato do experimento ter tomado apenas um dia de nossas vidas. Afinal, interromper o contato virtual com outras pessoas por tão pouco tempo não é o suficiente para sentirmos o verdadeiro efeito de voltarmos alguns anos, quando não haviam redes sociais e mensagens de celular.
ResponderExcluirTodos os alunos mostraram ótimos pontos de vista em relação ao experimento realizado. Exclusivamente nessa turma parece que não foi tão difícil os alunos ficarem sem internet por 24h, no qual era a proposta do experimento, afinal um dia somente sem internet não é suficiente para que alguém realmente sinta a solidão, pois muitas pessoas fazem isso já em seus cotidianos.
ResponderExcluirDepois de fazer o experimento e de ler os comentários de colegas, acho que realmente devemos usar a internet e as sua facilidades com um pouco mais de consciência, e no lugar dele valorizar mais a nossa vida e aos momentos de reflexão! Que muitas vezes deixamos o tempo se passar sem se notarmos e em uma coisa banal.
ResponderExcluir*inserir comentário super interessante, inteligente e criativo, a respeito dos textos produzidos a partir do tema proposto pelo maravilhoso; galante; inteligente; másculo; elegante; simpático; amigável; trabalhador(?), prof. Diório. Caso o comentário faça parte da nota* Obs.: Se o aluno Alexandre Chu não conseguir atingir a média uma maldição cairá sob o avaliador(Prof. Diório) incluindo hemorróidas e parkinson. =D
ResponderExcluirEsse experimento foi uma boa iniciativa a respeito da solidão positiva porque fizeram praticamente todos os alunos da turma, até mesmo aqueles que acharam o experimento fácil e aqueles que não participaram; refletirem sobre a quantidade de tempo que passam na internet, a quantidade de tempo que se sentem sós e sobre o sentimento de solidão.
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